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Estado Surdo da Memória

👤 Ponto Nulo no Céu 🎼 Pintando Quadros do Invisível ⏱️ 3:48
🎵 1416 characters
⏱️ 3:48 duration
🆔 ID: 14115352

📜 Lyrics

Posso inventar cor ao meu sangue
Desbotar o meu semblante
Ou recriar as opções
Viver sem vivenciar ou beber todos os sentidos
Um gole só (num gole a própria sorte)
Dentro dessa cidade cinza
Que tomou conta do homem
Enquanto coletivo andante (dos homens)
Das missões itinerantes
Dessa cidade cinza
Que tomou conta do homem,
Enquanto coletivo andante (dos homens)
Itinerante nas missões
Posso desconstruir velhas paredes,
Restaurar em mim a sede de engendrar outras visões
Que aguçam a curiosidade
Levantando a voz num grito libertário
Querendo fugir
Dessa cidade cinza
Que tomou conta do homem
Enquanto coletivo andante (dos homens)
Das missões itinerantes
Dentro dessa cidade cinza
Que tomou conta do homem
Enquanto coletivo andante (dos homens)
Itinerante nas missões
Posso riscar a minha história na trajetória transitória
Desensurdecendo a memória
Segue impreciso o destino.
Vago, solto, na terra onde peleio
Me mato e renasço inato ao tato de toda queda
Fortalecendo meus pés e firmando meus passos
Reescrevendo sem tinta desde a partida
Essa viagem só de ida
Como uma página em branco esquecida
Números correndo nos relógios
Contadores das horas a menos
Quanto tempo ainda temos (quanto tempo?)
Até que inunde a solidão além dos limites
Dessa cidade cinza
Que tomou conta do homem?
Quanto tempo ainda temos
Até que inunde a solidão (quanto tempo?)
Além dos limites dessa cidade cinza?

⏱️ Synced Lyrics

[00:28.63] Posso inventar cor ao meu sangue
[00:31.86] Desbotar o meu semblante
[00:34.66] Ou recriar as opções
[00:40.50] Viver sem vivenciar ou beber todos os sentidos
[00:46.92] Um gole só (num gole a própria sorte)
[00:51.08] Dentro dessa cidade cinza
[00:54.38] Que tomou conta do homem
[00:57.16] Enquanto coletivo andante (dos homens)
[01:00.23] Das missões itinerantes
[01:03.33] Dessa cidade cinza
[01:06.24] Que tomou conta do homem,
[01:09.07] Enquanto coletivo andante (dos homens)
[01:12.15] Itinerante nas missões
[01:28.69] Posso desconstruir velhas paredes,
[01:31.68] Restaurar em mim a sede de engendrar outras visões
[01:40.23] Que aguçam a curiosidade
[01:45.36] Levantando a voz num grito libertário
[01:48.40] Querendo fugir
[01:49.97] Dessa cidade cinza
[01:52.78] Que tomou conta do homem
[01:55.61] Enquanto coletivo andante (dos homens)
[01:58.77] Das missões itinerantes
[02:01.30] Dentro dessa cidade cinza
[02:04.65] Que tomou conta do homem
[02:07.64] Enquanto coletivo andante (dos homens)
[02:10.66] Itinerante nas missões
[02:27.07] Posso riscar a minha história na trajetória transitória
[02:30.67] Desensurdecendo a memória
[02:32.44] Segue impreciso o destino.
[02:34.57] Vago, solto, na terra onde peleio
[02:37.07] Me mato e renasço inato ao tato de toda queda
[02:41.39] Fortalecendo meus pés e firmando meus passos
[02:45.13] Reescrevendo sem tinta desde a partida
[02:47.23] Essa viagem só de ida
[02:49.38] Como uma página em branco esquecida
[02:52.36] Números correndo nos relógios
[02:54.62] Contadores das horas a menos
[02:56.47] Quanto tempo ainda temos (quanto tempo?)
[02:58.82] Até que inunde a solidão além dos limites
[03:04.86] Dessa cidade cinza
[03:10.60] Que tomou conta do homem?
[03:18.37] Quanto tempo ainda temos
[03:21.13] Até que inunde a solidão (quanto tempo?)
[03:24.16] Além dos limites dessa cidade cinza?
[03:31.66]

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