Verão em Calcutá
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📜 Lyrics
A vaca foi pro brejo e atolou
Na esteira desse new old rock'n roll
E a velha limusine da canção
Virou lambreta de segunda mão
Chorando sobre uísque derramado
Rescaldos de uma mágoa a la Vandré
Que tanto mais feroz, tanto mais passa
Ao som dos novos reis do iê-iê-iê
O tempo não tem dó de quem disfarça
A farsa das ribaltas
Fiquei ali parado, assim, pensando
O que é que o poste tinha pra dizer
Da noite luminosa, dos amantes
Do jeito da saudade amanhecer
Na aura levitan dos viajantes
Nos olhos de um profeta sem lugar
Os pés cansados sobre a 101
Vendendo histórias pro jantar
Come on, baby, maybe, vamos passar
Um bom verão em Calcutá
Ao som do mar
Come on, baby, maybe
Tudo vai dar
Num bom verão em Calcutá
Vamos casar por lá
A vaca foi pro brejo e atolou
Na esteira desse new old rock'n roll
E a velha limusine da canção
Virou lambreta de segunda mão
Rebeldes recatados do futuro
E estrelas de um passado avangardê
Bizarras novas caras de um Brasil pós-guerra
De métrica informática dendê
Come on, baby, maybe, vamos passar
Um bom verão em Calcutá
Ao som do mar
Come on, baby, maybe
Tudo vai dar
Num bom verão em Calcutá
Vamos casar por lá
Na esteira desse new old rock'n roll
E a velha limusine da canção
Virou lambreta de segunda mão
Chorando sobre uísque derramado
Rescaldos de uma mágoa a la Vandré
Que tanto mais feroz, tanto mais passa
Ao som dos novos reis do iê-iê-iê
O tempo não tem dó de quem disfarça
A farsa das ribaltas
Fiquei ali parado, assim, pensando
O que é que o poste tinha pra dizer
Da noite luminosa, dos amantes
Do jeito da saudade amanhecer
Na aura levitan dos viajantes
Nos olhos de um profeta sem lugar
Os pés cansados sobre a 101
Vendendo histórias pro jantar
Come on, baby, maybe, vamos passar
Um bom verão em Calcutá
Ao som do mar
Come on, baby, maybe
Tudo vai dar
Num bom verão em Calcutá
Vamos casar por lá
A vaca foi pro brejo e atolou
Na esteira desse new old rock'n roll
E a velha limusine da canção
Virou lambreta de segunda mão
Rebeldes recatados do futuro
E estrelas de um passado avangardê
Bizarras novas caras de um Brasil pós-guerra
De métrica informática dendê
Come on, baby, maybe, vamos passar
Um bom verão em Calcutá
Ao som do mar
Come on, baby, maybe
Tudo vai dar
Num bom verão em Calcutá
Vamos casar por lá
⏱️ Synced Lyrics
[00:14.71] A vaca foi pro brejo e atolou
[00:18.87] Na esteira desse new old rock'n roll
[00:22.58] E a velha limusine da canção
[00:26.39] Virou lambreta de segunda mão
[00:30.47] Chorando sobre uísque derramado
[00:34.10] Rescaldos de uma mágoa a la Vandré
[00:37.53] Que tanto mais feroz, tanto mais passa
[00:41.61] Ao som dos novos reis do iê-iê-iê
[00:45.61] O tempo não tem dó de quem disfarça
[00:49.08] A farsa das ribaltas
[00:52.50] Fiquei ali parado, assim, pensando
[00:56.75] O que é que o poste tinha pra dizer
[01:00.35] Da noite luminosa, dos amantes
[01:04.26] Do jeito da saudade amanhecer
[01:08.35] Na aura levitan dos viajantes
[01:11.98] Nos olhos de um profeta sem lugar
[01:16.02] Os pés cansados sobre a 101
[01:19.73] Vendendo histórias pro jantar
[01:24.33] Come on, baby, maybe, vamos passar
[01:30.48] Um bom verão em Calcutá
[01:35.23] Ao som do mar
[01:38.60] Come on, baby, maybe
[01:43.32] Tudo vai dar
[01:46.93] Num bom verão em Calcutá
[01:50.68] Vamos casar por lá
[01:58.47] A vaca foi pro brejo e atolou
[02:01.55] Na esteira desse new old rock'n roll
[02:05.09] E a velha limusine da canção
[02:09.14] Virou lambreta de segunda mão
[02:13.37] Rebeldes recatados do futuro
[02:16.76] E estrelas de um passado avangardê
[02:20.95] Bizarras novas caras de um Brasil pós-guerra
[02:24.83] De métrica informática dendê
[02:29.25] Come on, baby, maybe, vamos passar
[02:35.64] Um bom verão em Calcutá
[02:40.00] Ao som do mar
[02:43.56] Come on, baby, maybe
[02:47.67] Tudo vai dar
[02:51.61] Num bom verão em Calcutá
[02:55.58] Vamos casar por lá
[03:03.05]
[00:18.87] Na esteira desse new old rock'n roll
[00:22.58] E a velha limusine da canção
[00:26.39] Virou lambreta de segunda mão
[00:30.47] Chorando sobre uísque derramado
[00:34.10] Rescaldos de uma mágoa a la Vandré
[00:37.53] Que tanto mais feroz, tanto mais passa
[00:41.61] Ao som dos novos reis do iê-iê-iê
[00:45.61] O tempo não tem dó de quem disfarça
[00:49.08] A farsa das ribaltas
[00:52.50] Fiquei ali parado, assim, pensando
[00:56.75] O que é que o poste tinha pra dizer
[01:00.35] Da noite luminosa, dos amantes
[01:04.26] Do jeito da saudade amanhecer
[01:08.35] Na aura levitan dos viajantes
[01:11.98] Nos olhos de um profeta sem lugar
[01:16.02] Os pés cansados sobre a 101
[01:19.73] Vendendo histórias pro jantar
[01:24.33] Come on, baby, maybe, vamos passar
[01:30.48] Um bom verão em Calcutá
[01:35.23] Ao som do mar
[01:38.60] Come on, baby, maybe
[01:43.32] Tudo vai dar
[01:46.93] Num bom verão em Calcutá
[01:50.68] Vamos casar por lá
[01:58.47] A vaca foi pro brejo e atolou
[02:01.55] Na esteira desse new old rock'n roll
[02:05.09] E a velha limusine da canção
[02:09.14] Virou lambreta de segunda mão
[02:13.37] Rebeldes recatados do futuro
[02:16.76] E estrelas de um passado avangardê
[02:20.95] Bizarras novas caras de um Brasil pós-guerra
[02:24.83] De métrica informática dendê
[02:29.25] Come on, baby, maybe, vamos passar
[02:35.64] Um bom verão em Calcutá
[02:40.00] Ao som do mar
[02:43.56] Come on, baby, maybe
[02:47.67] Tudo vai dar
[02:51.61] Num bom verão em Calcutá
[02:55.58] Vamos casar por lá
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