Chuva de Honestidade (Ao Vivo)
🎵 1732 characters
⏱️ 4:43 duration
🆔 ID: 14330589
📜 Lyrics
Quando o ronco feroz do carro pipa
Cobre a força do aboio do vaqueiro
Quando o gado berrando no terreiro
Se despede da vida do peão
Quando verde eu procuro pelo chão
Não encontro mais nem mandacaru
Dá tristeza ter que viver no Sul
Pra morrer de saudades do sertão
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Eu pensei que tivesse resolvida
Essa forma de vida tão medonha
Mas ainda me matam de vergonha
Os currais, coronéis e suas cercas
Eu pensei nunca mais sofrer da seca
No Nordeste do século vinte e um
Onde até o voo troncho de um anum
Fez progressos e teve evolução
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Israel é mais seco que o Nordeste
No entanto se investe de fartura
Dando força total à agricultura
Faz brotar folha verde no deserto
Dá pra ver que o desmando aqui é certo
Sobra voto, mas, falta competência
Pra tirar das cacimbas da ciência
Água doce que regue a plantação
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Cobre a força do aboio do vaqueiro
Quando o gado berrando no terreiro
Se despede da vida do peão
Quando verde eu procuro pelo chão
Não encontro mais nem mandacaru
Dá tristeza ter que viver no Sul
Pra morrer de saudades do sertão
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Eu pensei que tivesse resolvida
Essa forma de vida tão medonha
Mas ainda me matam de vergonha
Os currais, coronéis e suas cercas
Eu pensei nunca mais sofrer da seca
No Nordeste do século vinte e um
Onde até o voo troncho de um anum
Fez progressos e teve evolução
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Israel é mais seco que o Nordeste
No entanto se investe de fartura
Dando força total à agricultura
Faz brotar folha verde no deserto
Dá pra ver que o desmando aqui é certo
Sobra voto, mas, falta competência
Pra tirar das cacimbas da ciência
Água doce que regue a plantação
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
Mas tem mão boba enganando a gente
Secando o verde da irrigação
Não, eu não quero enchentes de caridade
Só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão
⏱️ Synced Lyrics
[00:36.27] Quando o ronco feroz do carro pipa
[00:40.29] Cobre a força do aboio do vaqueiro
[00:44.18] Quando o gado berrando no terreiro
[00:47.60] Se despede da vida do peão
[00:51.53] Quando verde eu procuro pelo chão
[00:56.17] Não encontro mais nem mandacaru
[00:59.66] Dá tristeza ter que viver no Sul
[01:03.56] Pra morrer de saudades do sertão
[01:06.41] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[01:25.64] Mas tem mão boba enganando a gente
[01:27.92] Secando o verde da irrigação
[01:29.77] Não, eu não quero enchentes de caridade
[01:33.31] Só quero chuva de honestidade
[01:35.75] Molhando as terras do meu sertão
[01:41.26]
[01:43.48] Eu pensei que tivesse resolvida
[01:47.13] Essa forma de vida tão medonha
[01:51.09] Mas ainda me matam de vergonha
[01:55.45] Os currais, coronéis e suas cercas
[01:57.86] Eu pensei nunca mais sofrer da seca
[02:02.51] No Nordeste do século vinte e um
[02:05.98] Onde até o voo troncho de um anum
[02:10.57] Fez progressos e teve evolução
[02:17.29] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[02:24.11] Mas tem mão boba enganando a gente
[02:26.70] Secando o verde da irrigação
[02:36.92] Não, eu não quero enchentes de caridade
[02:39.09] Só quero chuva de honestidade
[02:41.96] Molhando as terras do meu sertão
[02:43.42] Israel é mais seco que o Nordeste
[02:55.63] No entanto se investe de fartura
[02:58.25] Dando força total à agricultura
[03:03.00] Faz brotar folha verde no deserto
[03:06.11] Dá pra ver que o desmando aqui é certo
[03:10.24] Sobra voto, mas, falta competência
[03:12.30] Pra tirar das cacimbas da ciência
[03:15.24] Água doce que regue a plantação
[03:17.22] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[03:29.27] Mas tem mão boba enganando a gente
[03:42.41] Secando o verde da irrigação
[03:44.13] Não, eu não quero enchentes de caridade
[03:48.92] Só quero chuva de honestidade
[03:50.03] Molhando as terras do meu sertão
[03:52.81] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[03:59.94] Mas tem mão boba enganando a gente
[04:04.38] Secando o verde da irrigação
[04:07.20] Não, eu não quero enchentes de caridade
[04:11.98] Só quero chuva de honestidade
[04:20.88] Molhando as terras do meu sertão
[04:38.52]
[00:40.29] Cobre a força do aboio do vaqueiro
[00:44.18] Quando o gado berrando no terreiro
[00:47.60] Se despede da vida do peão
[00:51.53] Quando verde eu procuro pelo chão
[00:56.17] Não encontro mais nem mandacaru
[00:59.66] Dá tristeza ter que viver no Sul
[01:03.56] Pra morrer de saudades do sertão
[01:06.41] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[01:25.64] Mas tem mão boba enganando a gente
[01:27.92] Secando o verde da irrigação
[01:29.77] Não, eu não quero enchentes de caridade
[01:33.31] Só quero chuva de honestidade
[01:35.75] Molhando as terras do meu sertão
[01:41.26]
[01:43.48] Eu pensei que tivesse resolvida
[01:47.13] Essa forma de vida tão medonha
[01:51.09] Mas ainda me matam de vergonha
[01:55.45] Os currais, coronéis e suas cercas
[01:57.86] Eu pensei nunca mais sofrer da seca
[02:02.51] No Nordeste do século vinte e um
[02:05.98] Onde até o voo troncho de um anum
[02:10.57] Fez progressos e teve evolução
[02:17.29] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[02:24.11] Mas tem mão boba enganando a gente
[02:26.70] Secando o verde da irrigação
[02:36.92] Não, eu não quero enchentes de caridade
[02:39.09] Só quero chuva de honestidade
[02:41.96] Molhando as terras do meu sertão
[02:43.42] Israel é mais seco que o Nordeste
[02:55.63] No entanto se investe de fartura
[02:58.25] Dando força total à agricultura
[03:03.00] Faz brotar folha verde no deserto
[03:06.11] Dá pra ver que o desmando aqui é certo
[03:10.24] Sobra voto, mas, falta competência
[03:12.30] Pra tirar das cacimbas da ciência
[03:15.24] Água doce que regue a plantação
[03:17.22] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[03:29.27] Mas tem mão boba enganando a gente
[03:42.41] Secando o verde da irrigação
[03:44.13] Não, eu não quero enchentes de caridade
[03:48.92] Só quero chuva de honestidade
[03:50.03] Molhando as terras do meu sertão
[03:52.81] Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente
[03:59.94] Mas tem mão boba enganando a gente
[04:04.38] Secando o verde da irrigação
[04:07.20] Não, eu não quero enchentes de caridade
[04:11.98] Só quero chuva de honestidade
[04:20.88] Molhando as terras do meu sertão
[04:38.52]