Ensaio Sobre a Cegueira
🎵 1568 characters
⏱️ 2:00 duration
🆔 ID: 14623730
📜 Lyrics
É desde menino que eu sei
Sobre personalidades
E leis
Que a natureza carrega
E tem
Alguma parede
Separando a gente
Ou entre as paredes
Alguém
Que precise do que precisei
Só escrevo pra que nunca esqueça
Ou pra que esqueça pra sempre
Você sabe como é
Não abdiquei
Tava sofrendo uma
Certa abstinência
Mas quando reparei
Me dediquei
A parar de ensaiar
Minha cegueira
Mais do que um ponto de vista
Já tudo que eu sinto me define
Quase tudo que vejo desconfio
Já que nada que me sobra, sobrevive
Uma pressa do tamanho de uma vida
Uma presa do tamanho do calibre
Uma praça com direito a inimigos
Era pra ser uma prece, Danny Fisher
Aqui tudo tem um preço, inclusive
O meu só pode pertencer a mim
Nem se eu me perco me encontram
Mas acaso eu achar te aviso
Quando não se aceita o que não se pode mais mudar
Quando rejeita o que é
Quando paralisa naquele lugar
Nem vamo falar de fé
Consegue enxergar mas não vê
Nada, nada, nada
Mas e a praia?
(Cadê mano?)
Sobe a maré
Com aquela força que faz o seu corpo descer
Quando menino eu queria crescer
E agora crescido esqueci do menino
Sozinho, perdido
Chorando uma culpa que não era pra ter
(Mas tem, mano)
E assim o ensaio se coloca em prática
Até que a cegueira se transforma em hábito
Iludido pelo mar de rosas
Acordado pelo mar de cactos
Na intenção de encontrar um resquício
No olhar desse garoto apático
Sem saber como se livra disso
Sem caber em mais nenhum abraço
Esquecido e de castigo há anos
Precisamos retomar o laço
E pra isso nós recomeçamos
Até juntos sermos nossa casa
Sobre personalidades
E leis
Que a natureza carrega
E tem
Alguma parede
Separando a gente
Ou entre as paredes
Alguém
Que precise do que precisei
Só escrevo pra que nunca esqueça
Ou pra que esqueça pra sempre
Você sabe como é
Não abdiquei
Tava sofrendo uma
Certa abstinência
Mas quando reparei
Me dediquei
A parar de ensaiar
Minha cegueira
Mais do que um ponto de vista
Já tudo que eu sinto me define
Quase tudo que vejo desconfio
Já que nada que me sobra, sobrevive
Uma pressa do tamanho de uma vida
Uma presa do tamanho do calibre
Uma praça com direito a inimigos
Era pra ser uma prece, Danny Fisher
Aqui tudo tem um preço, inclusive
O meu só pode pertencer a mim
Nem se eu me perco me encontram
Mas acaso eu achar te aviso
Quando não se aceita o que não se pode mais mudar
Quando rejeita o que é
Quando paralisa naquele lugar
Nem vamo falar de fé
Consegue enxergar mas não vê
Nada, nada, nada
Mas e a praia?
(Cadê mano?)
Sobe a maré
Com aquela força que faz o seu corpo descer
Quando menino eu queria crescer
E agora crescido esqueci do menino
Sozinho, perdido
Chorando uma culpa que não era pra ter
(Mas tem, mano)
E assim o ensaio se coloca em prática
Até que a cegueira se transforma em hábito
Iludido pelo mar de rosas
Acordado pelo mar de cactos
Na intenção de encontrar um resquício
No olhar desse garoto apático
Sem saber como se livra disso
Sem caber em mais nenhum abraço
Esquecido e de castigo há anos
Precisamos retomar o laço
E pra isso nós recomeçamos
Até juntos sermos nossa casa
⏱️ Synced Lyrics
[00:14.45] É desde menino que eu sei
[00:16.00] Sobre personalidades
[00:17.18] E leis
[00:18.07] Que a natureza carrega
[00:19.28] E tem
[00:19.84] Alguma parede
[00:20.58] Separando a gente
[00:21.72] Ou entre as paredes
[00:22.75] Alguém
[00:23.56] Que precise do que precisei
[00:25.21] Só escrevo pra que nunca esqueça
[00:27.05] Ou pra que esqueça pra sempre
[00:29.25] Você sabe como é
[00:30.23] Não abdiquei
[00:30.88] Tava sofrendo uma
[00:31.64] Certa abstinência
[00:32.59] Mas quando reparei
[00:33.32] Me dediquei
[00:34.34] A parar de ensaiar
[00:35.28] Minha cegueira
[00:36.55] Mais do que um ponto de vista
[00:38.14] Já tudo que eu sinto me define
[00:39.94] Quase tudo que vejo desconfio
[00:41.78] Já que nada que me sobra, sobrevive
[00:43.65] Uma pressa do tamanho de uma vida
[00:45.45] Uma presa do tamanho do calibre
[00:47.37] Uma praça com direito a inimigos
[00:49.12] Era pra ser uma prece, Danny Fisher
[00:51.01] Aqui tudo tem um preço, inclusive
[00:53.01] O meu só pode pertencer a mim
[00:54.94] Nem se eu me perco me encontram
[00:56.76] Mas acaso eu achar te aviso
[00:58.62] Quando não se aceita o que não se pode mais mudar
[01:01.02] Quando rejeita o que é
[01:02.33] Quando paralisa naquele lugar
[01:04.11] Nem vamo falar de fé
[01:05.97] Consegue enxergar mas não vê
[01:07.42] Nada, nada, nada
[01:08.83] Mas e a praia?
[01:09.74] (Cadê mano?)
[01:10.68] Sobe a maré
[01:11.75] Com aquela força que faz o seu corpo descer
[01:14.29] Quando menino eu queria crescer
[01:16.04] E agora crescido esqueci do menino
[01:17.99] Sozinho, perdido
[01:18.87] Chorando uma culpa que não era pra ter
[01:20.78] (Mas tem, mano)
[01:21.88] E assim o ensaio se coloca em prática
[01:23.50] Até que a cegueira se transforma em hábito
[01:25.73] Iludido pelo mar de rosas
[01:27.37] Acordado pelo mar de cactos
[01:29.26] Na intenção de encontrar um resquício
[01:31.16] No olhar desse garoto apático
[01:33.01] Sem saber como se livra disso
[01:34.74] Sem caber em mais nenhum abraço
[01:36.62] Esquecido e de castigo há anos
[01:38.47] Precisamos retomar o laço
[01:40.41] E pra isso nós recomeçamos
[01:42.25] Até juntos sermos nossa casa
[01:43.48]
[00:16.00] Sobre personalidades
[00:17.18] E leis
[00:18.07] Que a natureza carrega
[00:19.28] E tem
[00:19.84] Alguma parede
[00:20.58] Separando a gente
[00:21.72] Ou entre as paredes
[00:22.75] Alguém
[00:23.56] Que precise do que precisei
[00:25.21] Só escrevo pra que nunca esqueça
[00:27.05] Ou pra que esqueça pra sempre
[00:29.25] Você sabe como é
[00:30.23] Não abdiquei
[00:30.88] Tava sofrendo uma
[00:31.64] Certa abstinência
[00:32.59] Mas quando reparei
[00:33.32] Me dediquei
[00:34.34] A parar de ensaiar
[00:35.28] Minha cegueira
[00:36.55] Mais do que um ponto de vista
[00:38.14] Já tudo que eu sinto me define
[00:39.94] Quase tudo que vejo desconfio
[00:41.78] Já que nada que me sobra, sobrevive
[00:43.65] Uma pressa do tamanho de uma vida
[00:45.45] Uma presa do tamanho do calibre
[00:47.37] Uma praça com direito a inimigos
[00:49.12] Era pra ser uma prece, Danny Fisher
[00:51.01] Aqui tudo tem um preço, inclusive
[00:53.01] O meu só pode pertencer a mim
[00:54.94] Nem se eu me perco me encontram
[00:56.76] Mas acaso eu achar te aviso
[00:58.62] Quando não se aceita o que não se pode mais mudar
[01:01.02] Quando rejeita o que é
[01:02.33] Quando paralisa naquele lugar
[01:04.11] Nem vamo falar de fé
[01:05.97] Consegue enxergar mas não vê
[01:07.42] Nada, nada, nada
[01:08.83] Mas e a praia?
[01:09.74] (Cadê mano?)
[01:10.68] Sobe a maré
[01:11.75] Com aquela força que faz o seu corpo descer
[01:14.29] Quando menino eu queria crescer
[01:16.04] E agora crescido esqueci do menino
[01:17.99] Sozinho, perdido
[01:18.87] Chorando uma culpa que não era pra ter
[01:20.78] (Mas tem, mano)
[01:21.88] E assim o ensaio se coloca em prática
[01:23.50] Até que a cegueira se transforma em hábito
[01:25.73] Iludido pelo mar de rosas
[01:27.37] Acordado pelo mar de cactos
[01:29.26] Na intenção de encontrar um resquício
[01:31.16] No olhar desse garoto apático
[01:33.01] Sem saber como se livra disso
[01:34.74] Sem caber em mais nenhum abraço
[01:36.62] Esquecido e de castigo há anos
[01:38.47] Precisamos retomar o laço
[01:40.41] E pra isso nós recomeçamos
[01:42.25] Até juntos sermos nossa casa
[01:43.48]