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Iguaria Campeira / Sina de Andejo / Abram Cancha pro Rio Grande - Ao Vivo

👤 Jonathan Pacheco 🎼 Meu Bailão, Vol. 1 (Ao Vivo) ⏱️ 5:24
🎵 2348 characters
⏱️ 5:24 duration
🆔 ID: 14680432

📜 Lyrics

Sucesso, Grupo Rodeio!

Ao lonquear a carne gorda
De um churrasco mal passado
Dou-lhe um tombo na farinha
Pra enxugar o sangue escaldado

Oiga-lê, bóia campeira
Pra um estradeiro estropiado
No engraxar do bigode
Golpeio a guampa de canha

Dando um tempero especial
As refeições da campanha

Vamo cantar, quero ouvir vocês!

Vamo (encostando a carreta)
Talhando espeto em taquara
Campeia a lenha pra o fogo
Espeta os chibos nas varas

Apruma a trempe pro mate
Aquento o arroz carreteiro
Depois de bucho chinchado
Seguimos estrada, parceiro, vamo cantar!

Vamo encostando a carreta
Talhando espeto em taquara
Campeia a lenha pra o fogo
Espeta os chibos nas varas

Apruma a trempe pra o mate
Aquento o arroz carreteiro
Depois de bucho chinchado
Seguimos estrada, parceiro

É mais sucesso, Grupo Rodeio aí
Aqui quem manda é as 'cordeona!
Puxa esse fole gaiteiro!

Queimando cobre em carreiras
Amanhecendo em carpeteada
São cavacos de um ofício
Pra quem se criou na estrada

Riscando espora em rodeios
Domando tropa aporreada
Quem quiser saber quem sou
Me encontre numa tropeada, vamo cantar!

Se tenho cheiro de terra
E minha mão calejada
Um chapéu de aba comprida
Molhado da madrugada

Se tenho sina de andejo
Sem destino e sem parada
Não trago amarras comigo
A coxilha é minha morada

Se tenho cheiro de terra
E minha mão calejada
Um chapéu de aba comprida
Molhado da madrugada

Se tenho sina de andejo
Sem destino e sem parada
Não trago amarras comigo
A coxilha é minha morada

E abram cancha pro Rio Grande, gurizada!
A gaita preta e a gaita branca!
Preta que é metal!

Chupa, Batata!

Riscando assoalho, bombeando pra cumeeira
Reponto rimas num bailado a recordar
Fogões chaleiras e um candeeiro a meia-vida
Que a duas braças não dava pra se enxergar

Neste balanço passa o Rio Grande em meus olhos
De sul a norte, sinto o calor dos galpões
Braseiro aceso, luz divina do campeiro
Rodas de mate que irmanam nossos peões

Neste compasso galponeiro balanço
Reminiscências, versos xucros no ar
Galpão, meu tento a sarandeios te tranço
E abram cancha pro Rio Grande passar, vem!
E abram cancha pro Rio Grande passar

Neste compasso galponeiro balanço
Reminiscências, versos xucros no ar
Galpão, meu tento a sarandeios te tranço
E abram cancha pro Rio Grande passar
E abram cancha pro Rio Grande passar, vai!

Tchê!
Ê!

⏱️ Synced Lyrics

[00:03.99] Sucesso, Grupo Rodeio!
[00:06.86]
[00:20.37] Ao lonquear a carne gorda
[00:22.94] De um churrasco mal passado
[00:25.59] Dou-lhe um tombo na farinha
[00:27.99] Pra enxugar o sangue escaldado
[00:30.54] Oiga-lê, bóia campeira
[00:33.20] Pra um estradeiro estropiado
[00:35.86] No engraxar do bigode
[00:38.69] Golpeio a guampa de canha
[00:41.07] Dando um tempero especial
[00:43.99] As refeições da campanha
[00:46.85] Vamo cantar, quero ouvir vocês!
[00:48.50] Vamo (encostando a carreta)
[00:51.12] Talhando espeto em taquara
[00:53.59] Campeia a lenha pra o fogo
[00:56.12] Espeta os chibos nas varas
[00:58.53] Apruma a trempe pro mate
[01:01.20] Aquento o arroz carreteiro
[01:03.83] Depois de bucho chinchado
[01:06.45] Seguimos estrada, parceiro, vamo cantar!
[01:10.51] Vamo encostando a carreta
[01:13.13] Talhando espeto em taquara
[01:15.63] Campeia a lenha pra o fogo
[01:18.06] Espeta os chibos nas varas
[01:20.43] Apruma a trempe pra o mate
[01:23.17] Aquento o arroz carreteiro
[01:25.70] Depois de bucho chinchado
[01:28.50] Seguimos estrada, parceiro
[01:33.96] É mais sucesso, Grupo Rodeio aí
[01:40.59] Aqui quem manda é as 'cordeona!
[01:43.80] Puxa esse fole gaiteiro!
[01:51.56] Queimando cobre em carreiras
[01:56.34] Amanhecendo em carpeteada
[02:01.54] São cavacos de um ofício
[02:04.04] Pra quem se criou na estrada
[02:09.34] Riscando espora em rodeios
[02:14.39] Domando tropa aporreada
[02:19.44] Quem quiser saber quem sou
[02:22.01] Me encontre numa tropeada, vamo cantar!
[02:26.88] Se tenho cheiro de terra
[02:29.33] E minha mão calejada
[02:31.62] Um chapéu de aba comprida
[02:34.24] Molhado da madrugada
[02:39.47] Se tenho sina de andejo
[02:42.07] Sem destino e sem parada
[02:44.50] Não trago amarras comigo
[02:46.88] A coxilha é minha morada
[02:52.12] Se tenho cheiro de terra
[02:54.52] E minha mão calejada
[02:57.08] Um chapéu de aba comprida
[02:59.59] Molhado da madrugada
[03:04.50] Se tenho sina de andejo
[03:07.11] Sem destino e sem parada
[03:09.67] Não trago amarras comigo
[03:12.14] A coxilha é minha morada
[03:16.06] E abram cancha pro Rio Grande, gurizada!
[03:20.23] A gaita preta e a gaita branca!
[03:24.15] Preta que é metal!
[03:25.41]
[03:30.45] Chupa, Batata!
[03:34.89] Riscando assoalho, bombeando pra cumeeira
[03:39.87] Reponto rimas num bailado a recordar
[03:44.76] Fogões chaleiras e um candeeiro a meia-vida
[03:49.97] Que a duas braças não dava pra se enxergar
[03:54.97] Neste balanço passa o Rio Grande em meus olhos
[03:59.92] De sul a norte, sinto o calor dos galpões
[04:04.81] Braseiro aceso, luz divina do campeiro
[04:10.06] Rodas de mate que irmanam nossos peões
[04:15.34] Neste compasso galponeiro balanço
[04:20.28] Reminiscências, versos xucros no ar
[04:25.45] Galpão, meu tento a sarandeios te tranço
[04:30.40] E abram cancha pro Rio Grande passar, vem!
[04:35.22] E abram cancha pro Rio Grande passar
[04:40.58] Neste compasso galponeiro balanço
[04:45.23] Reminiscências, versos xucros no ar
[04:50.68] Galpão, meu tento a sarandeios te tranço
[04:55.55] E abram cancha pro Rio Grande passar
[05:00.84] E abram cancha pro Rio Grande passar, vai!
[05:07.17] Tchê!
[05:10.78] Ê!
[05:14.15]

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