Tempos de Desertos
🎵 1938 characters
⏱️ 2:38 duration
🆔 ID: 14853673
📜 Lyrics
As fronteiras do coração é o portal da pureza
O caminho traçado com a fé
O que me mantém de pé
Me perco em estadias, épocas que estive comigo
Antes de saber mentir, irmão, sorria
Hoje o chão tá frio, sem sonho de conquista
A janela foi tirada e uma parede colocada
Me arrisco no concreto onde o tombo me aleija
Pura estratégia, dinheiro e suas mazelas
Admiro a mais bela das flores e seus odores
Mas quando criança agregava outros valores
Uma vida, mil amores
Na real, viver é se empolgar
Particularmente eu me encontro na queda
Te vejo na subida, na morte súbita da vida
Daqui meu coração não desapega
O meu espelho?
O profeta mais romântico das eras
Quem dá a vida à nova aurora pro amor nascer em dobro
Limpar o rosto de quem chora
Não é opção
Fractal, irmão, porque quando rogo choro
Ainda visito esse solo infértil, porque respiro esperança
Embora o sol aqui não bata
Só o amor de Deus resgata
Quem somos nós nessa imensidão, irmão?
Tempos de desertos...
(Busque o oásis de lucidez, irmão...)
Necessito da caneta e papel
Nada mais pra viver, só te ver bem me faz ser tudo
O que devo saber, o que eu devo ser como pessoa
Nem preciso me reeducar à partir daqui
(Deixei pra trás)
Barreiras que passei e caí
Me demoli por aqui, preciso de mim pra me reconstruir
Mas sem ninguém é sem sentido
Vivo por anônimos que nem conheço e agradeço ao estarem vivos
Me sinto um risco no contato
Um sorriso me afronta, exito sentimentos, desapego me desmonta
Muita pureza entorta tudo
Nem todos são puro o bastante
Cada traição é um dilúvio de lágrimas
Vida amargurada, vivendo outro trecho escrito pelo medo e a falta de ação
Pode pá, somos frutos da insegurança, devo tudo sem ter nada
Nem o perdão resume a conta
Na verdade, irmão, te dou conselho pra viver
Não largue a mão de quem largaria tudo por você
Encontre mil razões para viver
Ou sobreviver tio, nesses tempos de desertos
O caminho traçado com a fé
O que me mantém de pé
Me perco em estadias, épocas que estive comigo
Antes de saber mentir, irmão, sorria
Hoje o chão tá frio, sem sonho de conquista
A janela foi tirada e uma parede colocada
Me arrisco no concreto onde o tombo me aleija
Pura estratégia, dinheiro e suas mazelas
Admiro a mais bela das flores e seus odores
Mas quando criança agregava outros valores
Uma vida, mil amores
Na real, viver é se empolgar
Particularmente eu me encontro na queda
Te vejo na subida, na morte súbita da vida
Daqui meu coração não desapega
O meu espelho?
O profeta mais romântico das eras
Quem dá a vida à nova aurora pro amor nascer em dobro
Limpar o rosto de quem chora
Não é opção
Fractal, irmão, porque quando rogo choro
Ainda visito esse solo infértil, porque respiro esperança
Embora o sol aqui não bata
Só o amor de Deus resgata
Quem somos nós nessa imensidão, irmão?
Tempos de desertos...
(Busque o oásis de lucidez, irmão...)
Necessito da caneta e papel
Nada mais pra viver, só te ver bem me faz ser tudo
O que devo saber, o que eu devo ser como pessoa
Nem preciso me reeducar à partir daqui
(Deixei pra trás)
Barreiras que passei e caí
Me demoli por aqui, preciso de mim pra me reconstruir
Mas sem ninguém é sem sentido
Vivo por anônimos que nem conheço e agradeço ao estarem vivos
Me sinto um risco no contato
Um sorriso me afronta, exito sentimentos, desapego me desmonta
Muita pureza entorta tudo
Nem todos são puro o bastante
Cada traição é um dilúvio de lágrimas
Vida amargurada, vivendo outro trecho escrito pelo medo e a falta de ação
Pode pá, somos frutos da insegurança, devo tudo sem ter nada
Nem o perdão resume a conta
Na verdade, irmão, te dou conselho pra viver
Não largue a mão de quem largaria tudo por você
Encontre mil razões para viver
Ou sobreviver tio, nesses tempos de desertos
⏱️ Synced Lyrics
[00:22.00] As fronteiras do coração é o portal da pureza
[00:25.16] O caminho traçado com a fé
[00:26.89] O que me mantém de pé
[00:28.27] Me perco em estadias, épocas que estive comigo
[00:31.49] Antes de saber mentir, irmão, sorria
[00:33.75] Hoje o chão tá frio, sem sonho de conquista
[00:36.10] A janela foi tirada e uma parede colocada
[00:39.21] Me arrisco no concreto onde o tombo me aleija
[00:42.19] Pura estratégia, dinheiro e suas mazelas
[00:44.71] Admiro a mais bela das flores e seus odores
[00:47.52] Mas quando criança agregava outros valores
[00:50.30] Uma vida, mil amores
[00:52.13] Na real, viver é se empolgar
[00:53.95] Particularmente eu me encontro na queda
[00:56.30] Te vejo na subida, na morte súbita da vida
[00:59.32] Daqui meu coração não desapega
[01:01.52] O meu espelho?
[01:02.55] O profeta mais romântico das eras
[01:04.42] Quem dá a vida à nova aurora pro amor nascer em dobro
[01:07.37] Limpar o rosto de quem chora
[01:09.41] Não é opção
[01:10.69] Fractal, irmão, porque quando rogo choro
[01:13.25] Ainda visito esse solo infértil, porque respiro esperança
[01:16.98] Embora o sol aqui não bata
[01:18.89] Só o amor de Deus resgata
[01:20.65] Quem somos nós nessa imensidão, irmão?
[01:23.14] Tempos de desertos...
[01:26.24] (Busque o oásis de lucidez, irmão...)
[01:29.84] Necessito da caneta e papel
[01:32.04] Nada mais pra viver, só te ver bem me faz ser tudo
[01:35.08] O que devo saber, o que eu devo ser como pessoa
[01:37.94] Nem preciso me reeducar à partir daqui
[01:40.61] (Deixei pra trás)
[01:41.47] Barreiras que passei e caí
[01:43.12] Me demoli por aqui, preciso de mim pra me reconstruir
[01:46.72] Mas sem ninguém é sem sentido
[01:48.34] Vivo por anônimos que nem conheço e agradeço ao estarem vivos
[01:52.56] Me sinto um risco no contato
[01:54.37] Um sorriso me afronta, exito sentimentos, desapego me desmonta
[01:58.49] Muita pureza entorta tudo
[02:00.08] Nem todos são puro o bastante
[02:01.82] Cada traição é um dilúvio de lágrimas
[02:04.92] Vida amargurada, vivendo outro trecho escrito pelo medo e a falta de ação
[02:09.58] Pode pá, somos frutos da insegurança, devo tudo sem ter nada
[02:13.38] Nem o perdão resume a conta
[02:15.31] Na verdade, irmão, te dou conselho pra viver
[02:17.10] Não largue a mão de quem largaria tudo por você
[02:21.06] Encontre mil razões para viver
[02:23.03] Ou sobreviver tio, nesses tempos de desertos
[02:26.87]
[00:25.16] O caminho traçado com a fé
[00:26.89] O que me mantém de pé
[00:28.27] Me perco em estadias, épocas que estive comigo
[00:31.49] Antes de saber mentir, irmão, sorria
[00:33.75] Hoje o chão tá frio, sem sonho de conquista
[00:36.10] A janela foi tirada e uma parede colocada
[00:39.21] Me arrisco no concreto onde o tombo me aleija
[00:42.19] Pura estratégia, dinheiro e suas mazelas
[00:44.71] Admiro a mais bela das flores e seus odores
[00:47.52] Mas quando criança agregava outros valores
[00:50.30] Uma vida, mil amores
[00:52.13] Na real, viver é se empolgar
[00:53.95] Particularmente eu me encontro na queda
[00:56.30] Te vejo na subida, na morte súbita da vida
[00:59.32] Daqui meu coração não desapega
[01:01.52] O meu espelho?
[01:02.55] O profeta mais romântico das eras
[01:04.42] Quem dá a vida à nova aurora pro amor nascer em dobro
[01:07.37] Limpar o rosto de quem chora
[01:09.41] Não é opção
[01:10.69] Fractal, irmão, porque quando rogo choro
[01:13.25] Ainda visito esse solo infértil, porque respiro esperança
[01:16.98] Embora o sol aqui não bata
[01:18.89] Só o amor de Deus resgata
[01:20.65] Quem somos nós nessa imensidão, irmão?
[01:23.14] Tempos de desertos...
[01:26.24] (Busque o oásis de lucidez, irmão...)
[01:29.84] Necessito da caneta e papel
[01:32.04] Nada mais pra viver, só te ver bem me faz ser tudo
[01:35.08] O que devo saber, o que eu devo ser como pessoa
[01:37.94] Nem preciso me reeducar à partir daqui
[01:40.61] (Deixei pra trás)
[01:41.47] Barreiras que passei e caí
[01:43.12] Me demoli por aqui, preciso de mim pra me reconstruir
[01:46.72] Mas sem ninguém é sem sentido
[01:48.34] Vivo por anônimos que nem conheço e agradeço ao estarem vivos
[01:52.56] Me sinto um risco no contato
[01:54.37] Um sorriso me afronta, exito sentimentos, desapego me desmonta
[01:58.49] Muita pureza entorta tudo
[02:00.08] Nem todos são puro o bastante
[02:01.82] Cada traição é um dilúvio de lágrimas
[02:04.92] Vida amargurada, vivendo outro trecho escrito pelo medo e a falta de ação
[02:09.58] Pode pá, somos frutos da insegurança, devo tudo sem ter nada
[02:13.38] Nem o perdão resume a conta
[02:15.31] Na verdade, irmão, te dou conselho pra viver
[02:17.10] Não largue a mão de quem largaria tudo por você
[02:21.06] Encontre mil razões para viver
[02:23.03] Ou sobreviver tio, nesses tempos de desertos
[02:26.87]