Rap Consciente
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⏱️ 4:27 duration
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📜 Lyrics
Tu sabes o que é um Homem?
Um Homem não tem preço
Tu sabes o que é Hip Hop?
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
De pé
De pé
Morte do meu pai afundou-me no alcoolismo
Tu sucumbias se vivesses o meu transtorno
Querem que eu faça música no meio do cataclismo
Eu estive perto do abismo sem retorno
Xeg, viu a minha aura dissolvida
Não vou dizer aqui, aquilo que fizeste por mim X
Viste a minha paz absorvida pelo desgaste
X, salvaste-me a vida, tu sabes
Tava em silêncio a viver a minha miséria
Decadência funérea como dezembros na Sibéria
Eu vi a vossa caminhada para o universo Pop
E vi como emporcalharam o Hip Hop
Bué sons de brisas e primaveras
Até curto sons de amor mas bro tu exageras
Com jeitinho faz beicinho, exibe autoestima
E acaba esse videoclipe com um beijinho na menina
Piroso do caralho
Prodigioso para eles, para nós mais um paspalho
Crônica ânsia para ser a estrela propalada
Queres ser a estrela mais falada, com a música mais badalada
Queres ir da calada, até à ascensão supersónica
Com essa salada sinfónica de baladas radiofónicas
Piroso do caralho
És mesmo o tipo de MC excrementoso que eu estraçalho
Como se a cultura tivesse sido subornada
Estamos sem voz há muito tempo, nação desgovernada
Letras eram granadas agora são gangrenadas
Rap burro, não temos opinião sobre nada
Manos em Angola perseguidos por ativismo
Geração Snapchat ancorada no narcisismo
3ª Guerra Mundial entre Ocidente e Jihadismo
E nós com rimas de ostentação e materialismo
Hip Hop em chamas, tenho de ser o MC bombeiro
Dizer que somos azeiteiros, vendidos, é lisonjeiro
Antes sentias o frisson do nosso rap guerrilheiro
Agora já fazemos alianças com kizombeiros
Observo as sinalizações
E o teu estilo de prostituta nessas ritualizações
Nós só queríamos saber de rimas e inovações
Agora só preocupados com visualizações
Tu viralizas, enquanto vigarizas
10 milhões de views mas quem é que visualiza
Essas mesmas pitas atadas na alienação
Desesperadas por atenção, descascadas no Instagram
Nunca conquistas a fama, tu és só cobaia
Capas de revista, deixa isso para a Maya
Deixa a passadeira vermelha e essa azáfama
Globos de Ouro, deixa isso para a Ágata
Falo sem superioridade moral
No passado em momentos também fui paradoxal
Faltou-me essência, para manter a dissidência
Faltou-me cadência, firmeza, coerência
Mas estou de volta, para dar a reviravolta
De volta ao rap de revolta, pronto para qualquer embate
Não há empates, de volta ao rap com tomates
Não há derrotas, de volta ao rap de combate
De volta à nudez, ye de volta à rudez
Outra vez de volta para acabar com tanta mudez
Outra vez de volta com o feeling do rap português
Sem porquês, morte ao rap burguês
Como um bruxo, com o capucho na cabeça
Rimávamos pobreza hoje rimamos roupas de luxo
Muito rap meigo, muito rap murcho
Não se poupa cartuchos estou de volta ao rap sujo
Volta ao rap sujo
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
De pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
De pé
Um Homem não tem preço
Tu sabes o que é Hip Hop?
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
De pé
De pé
Morte do meu pai afundou-me no alcoolismo
Tu sucumbias se vivesses o meu transtorno
Querem que eu faça música no meio do cataclismo
Eu estive perto do abismo sem retorno
Xeg, viu a minha aura dissolvida
Não vou dizer aqui, aquilo que fizeste por mim X
Viste a minha paz absorvida pelo desgaste
X, salvaste-me a vida, tu sabes
Tava em silêncio a viver a minha miséria
Decadência funérea como dezembros na Sibéria
Eu vi a vossa caminhada para o universo Pop
E vi como emporcalharam o Hip Hop
Bué sons de brisas e primaveras
Até curto sons de amor mas bro tu exageras
Com jeitinho faz beicinho, exibe autoestima
E acaba esse videoclipe com um beijinho na menina
Piroso do caralho
Prodigioso para eles, para nós mais um paspalho
Crônica ânsia para ser a estrela propalada
Queres ser a estrela mais falada, com a música mais badalada
Queres ir da calada, até à ascensão supersónica
Com essa salada sinfónica de baladas radiofónicas
Piroso do caralho
És mesmo o tipo de MC excrementoso que eu estraçalho
Como se a cultura tivesse sido subornada
Estamos sem voz há muito tempo, nação desgovernada
Letras eram granadas agora são gangrenadas
Rap burro, não temos opinião sobre nada
Manos em Angola perseguidos por ativismo
Geração Snapchat ancorada no narcisismo
3ª Guerra Mundial entre Ocidente e Jihadismo
E nós com rimas de ostentação e materialismo
Hip Hop em chamas, tenho de ser o MC bombeiro
Dizer que somos azeiteiros, vendidos, é lisonjeiro
Antes sentias o frisson do nosso rap guerrilheiro
Agora já fazemos alianças com kizombeiros
Observo as sinalizações
E o teu estilo de prostituta nessas ritualizações
Nós só queríamos saber de rimas e inovações
Agora só preocupados com visualizações
Tu viralizas, enquanto vigarizas
10 milhões de views mas quem é que visualiza
Essas mesmas pitas atadas na alienação
Desesperadas por atenção, descascadas no Instagram
Nunca conquistas a fama, tu és só cobaia
Capas de revista, deixa isso para a Maya
Deixa a passadeira vermelha e essa azáfama
Globos de Ouro, deixa isso para a Ágata
Falo sem superioridade moral
No passado em momentos também fui paradoxal
Faltou-me essência, para manter a dissidência
Faltou-me cadência, firmeza, coerência
Mas estou de volta, para dar a reviravolta
De volta ao rap de revolta, pronto para qualquer embate
Não há empates, de volta ao rap com tomates
Não há derrotas, de volta ao rap de combate
De volta à nudez, ye de volta à rudez
Outra vez de volta para acabar com tanta mudez
Outra vez de volta com o feeling do rap português
Sem porquês, morte ao rap burguês
Como um bruxo, com o capucho na cabeça
Rimávamos pobreza hoje rimamos roupas de luxo
Muito rap meigo, muito rap murcho
Não se poupa cartuchos estou de volta ao rap sujo
Volta ao rap sujo
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
De pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
Se é para morrer, morremos de pé
De pé
⏱️ Synced Lyrics
[00:11.22] Tu sabes o que é um Homem?
[00:13.65] Um Homem não tem preço
[00:16.35] Tu sabes o que é Hip Hop?
[00:20.29]
[00:22.48] Se é para morrer, morremos de pé
[00:25.27] Se é para morrer, morremos de pé
[00:27.86] Se é para morrer, morremos de pé
[00:31.07] De pé
[00:34.10]
[00:41.46] De pé
[00:43.52] Morte do meu pai afundou-me no alcoolismo
[00:46.21] Tu sucumbias se vivesses o meu transtorno
[00:48.85] Querem que eu faça música no meio do cataclismo
[00:51.54] Eu estive perto do abismo sem retorno
[00:54.68] Xeg, viu a minha aura dissolvida
[00:57.05] Não vou dizer aqui, aquilo que fizeste por mim X
[00:59.79] Viste a minha paz absorvida pelo desgaste
[01:02.62] X, salvaste-me a vida, tu sabes
[01:05.29] Tava em silêncio a viver a minha miséria
[01:07.53] Decadência funérea como dezembros na Sibéria
[01:10.38] Eu vi a vossa caminhada para o universo Pop
[01:13.75] E vi como emporcalharam o Hip Hop
[01:16.13] Bué sons de brisas e primaveras
[01:18.57] Até curto sons de amor mas bro tu exageras
[01:21.28] Com jeitinho faz beicinho, exibe autoestima
[01:24.05] E acaba esse videoclipe com um beijinho na menina
[01:27.06] Piroso do caralho
[01:29.46] Prodigioso para eles, para nós mais um paspalho
[01:32.15] Crônica ânsia para ser a estrela propalada
[01:34.76] Queres ser a estrela mais falada, com a música mais badalada
[01:37.42] Queres ir da calada, até à ascensão supersónica
[01:40.19] Com essa salada sinfónica de baladas radiofónicas
[01:43.53] Piroso do caralho
[01:45.45] És mesmo o tipo de MC excrementoso que eu estraçalho
[01:48.34] Como se a cultura tivesse sido subornada
[01:50.78] Estamos sem voz há muito tempo, nação desgovernada
[01:53.53] Letras eram granadas agora são gangrenadas
[01:56.22] Rap burro, não temos opinião sobre nada
[01:59.24] Manos em Angola perseguidos por ativismo
[02:01.60] Geração Snapchat ancorada no narcisismo
[02:04.38] 3ª Guerra Mundial entre Ocidente e Jihadismo
[02:07.17] E nós com rimas de ostentação e materialismo
[02:10.12] Hip Hop em chamas, tenho de ser o MC bombeiro
[02:12.33] Dizer que somos azeiteiros, vendidos, é lisonjeiro
[02:15.22] Antes sentias o frisson do nosso rap guerrilheiro
[02:17.91] Agora já fazemos alianças com kizombeiros
[02:20.89] Observo as sinalizações
[02:23.11] E o teu estilo de prostituta nessas ritualizações
[02:25.83] Nós só queríamos saber de rimas e inovações
[02:28.67] Agora só preocupados com visualizações
[02:31.45] Tu viralizas, enquanto vigarizas
[02:34.32] 10 milhões de views mas quem é que visualiza
[02:36.62] Essas mesmas pitas atadas na alienação
[02:39.28] Desesperadas por atenção, descascadas no Instagram
[02:42.49] Nunca conquistas a fama, tu és só cobaia
[02:44.70] Capas de revista, deixa isso para a Maya
[02:47.63] Deixa a passadeira vermelha e essa azáfama
[02:50.56] Globos de Ouro, deixa isso para a Ágata
[02:53.56] Falo sem superioridade moral
[02:55.49] No passado em momentos também fui paradoxal
[02:58.12] Faltou-me essência, para manter a dissidência
[03:00.98] Faltou-me cadência, firmeza, coerência
[03:03.68] Mas estou de volta, para dar a reviravolta
[03:06.46] De volta ao rap de revolta, pronto para qualquer embate
[03:09.13] Não há empates, de volta ao rap com tomates
[03:12.03] Não há derrotas, de volta ao rap de combate
[03:14.74] De volta à nudez, ye de volta à rudez
[03:17.17] Outra vez de volta para acabar com tanta mudez
[03:19.85] Outra vez de volta com o feeling do rap português
[03:22.79] Sem porquês, morte ao rap burguês
[03:25.38] Como um bruxo, com o capucho na cabeça
[03:27.83] Rimávamos pobreza hoje rimamos roupas de luxo
[03:30.56] Muito rap meigo, muito rap murcho
[03:33.30] Não se poupa cartuchos estou de volta ao rap sujo
[03:37.11]
[03:45.47] Volta ao rap sujo
[03:46.98] Se é para morrer, morremos de pé
[03:49.91] Se é para morrer, morremos de pé
[03:52.67] Se é para morrer, morremos de pé
[03:55.60] De pé
[03:58.25] Se é para morrer, morremos de pé
[04:00.64] Se é para morrer, morremos de pé
[04:03.35] Se é para morrer, morremos de pé
[04:06.37] De pé
[04:07.74]
[00:13.65] Um Homem não tem preço
[00:16.35] Tu sabes o que é Hip Hop?
[00:20.29]
[00:22.48] Se é para morrer, morremos de pé
[00:25.27] Se é para morrer, morremos de pé
[00:27.86] Se é para morrer, morremos de pé
[00:31.07] De pé
[00:34.10]
[00:41.46] De pé
[00:43.52] Morte do meu pai afundou-me no alcoolismo
[00:46.21] Tu sucumbias se vivesses o meu transtorno
[00:48.85] Querem que eu faça música no meio do cataclismo
[00:51.54] Eu estive perto do abismo sem retorno
[00:54.68] Xeg, viu a minha aura dissolvida
[00:57.05] Não vou dizer aqui, aquilo que fizeste por mim X
[00:59.79] Viste a minha paz absorvida pelo desgaste
[01:02.62] X, salvaste-me a vida, tu sabes
[01:05.29] Tava em silêncio a viver a minha miséria
[01:07.53] Decadência funérea como dezembros na Sibéria
[01:10.38] Eu vi a vossa caminhada para o universo Pop
[01:13.75] E vi como emporcalharam o Hip Hop
[01:16.13] Bué sons de brisas e primaveras
[01:18.57] Até curto sons de amor mas bro tu exageras
[01:21.28] Com jeitinho faz beicinho, exibe autoestima
[01:24.05] E acaba esse videoclipe com um beijinho na menina
[01:27.06] Piroso do caralho
[01:29.46] Prodigioso para eles, para nós mais um paspalho
[01:32.15] Crônica ânsia para ser a estrela propalada
[01:34.76] Queres ser a estrela mais falada, com a música mais badalada
[01:37.42] Queres ir da calada, até à ascensão supersónica
[01:40.19] Com essa salada sinfónica de baladas radiofónicas
[01:43.53] Piroso do caralho
[01:45.45] És mesmo o tipo de MC excrementoso que eu estraçalho
[01:48.34] Como se a cultura tivesse sido subornada
[01:50.78] Estamos sem voz há muito tempo, nação desgovernada
[01:53.53] Letras eram granadas agora são gangrenadas
[01:56.22] Rap burro, não temos opinião sobre nada
[01:59.24] Manos em Angola perseguidos por ativismo
[02:01.60] Geração Snapchat ancorada no narcisismo
[02:04.38] 3ª Guerra Mundial entre Ocidente e Jihadismo
[02:07.17] E nós com rimas de ostentação e materialismo
[02:10.12] Hip Hop em chamas, tenho de ser o MC bombeiro
[02:12.33] Dizer que somos azeiteiros, vendidos, é lisonjeiro
[02:15.22] Antes sentias o frisson do nosso rap guerrilheiro
[02:17.91] Agora já fazemos alianças com kizombeiros
[02:20.89] Observo as sinalizações
[02:23.11] E o teu estilo de prostituta nessas ritualizações
[02:25.83] Nós só queríamos saber de rimas e inovações
[02:28.67] Agora só preocupados com visualizações
[02:31.45] Tu viralizas, enquanto vigarizas
[02:34.32] 10 milhões de views mas quem é que visualiza
[02:36.62] Essas mesmas pitas atadas na alienação
[02:39.28] Desesperadas por atenção, descascadas no Instagram
[02:42.49] Nunca conquistas a fama, tu és só cobaia
[02:44.70] Capas de revista, deixa isso para a Maya
[02:47.63] Deixa a passadeira vermelha e essa azáfama
[02:50.56] Globos de Ouro, deixa isso para a Ágata
[02:53.56] Falo sem superioridade moral
[02:55.49] No passado em momentos também fui paradoxal
[02:58.12] Faltou-me essência, para manter a dissidência
[03:00.98] Faltou-me cadência, firmeza, coerência
[03:03.68] Mas estou de volta, para dar a reviravolta
[03:06.46] De volta ao rap de revolta, pronto para qualquer embate
[03:09.13] Não há empates, de volta ao rap com tomates
[03:12.03] Não há derrotas, de volta ao rap de combate
[03:14.74] De volta à nudez, ye de volta à rudez
[03:17.17] Outra vez de volta para acabar com tanta mudez
[03:19.85] Outra vez de volta com o feeling do rap português
[03:22.79] Sem porquês, morte ao rap burguês
[03:25.38] Como um bruxo, com o capucho na cabeça
[03:27.83] Rimávamos pobreza hoje rimamos roupas de luxo
[03:30.56] Muito rap meigo, muito rap murcho
[03:33.30] Não se poupa cartuchos estou de volta ao rap sujo
[03:37.11]
[03:45.47] Volta ao rap sujo
[03:46.98] Se é para morrer, morremos de pé
[03:49.91] Se é para morrer, morremos de pé
[03:52.67] Se é para morrer, morremos de pé
[03:55.60] De pé
[03:58.25] Se é para morrer, morremos de pé
[04:00.64] Se é para morrer, morremos de pé
[04:03.35] Se é para morrer, morremos de pé
[04:06.37] De pé
[04:07.74]