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Salgueiro de Corpo Fechado

👤 Rio Carnaval 🎼 Sambas de Enredo Rio Carnaval 2025 ⏱️ 5:58
🎵 4437 characters
⏱️ 5:58 duration
🆔 ID: 15343102

📜 Lyrics

A fé é o alicerce da vida
O povo da encruza não vai me deixar sozinho
Laroyê Exu (mais do que nunca)
Obrigado, meu Deus
Minha escola é só felicidade
Vem comigo, vem comigo
Vem comigo Salgueiro
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba, prepara
Prepara o alguidar, acende a vela
Firma ponto ao sentinela
Pede a bênção pra vovô
Faz a cruz e risca a pemba
Que chegou Exu Pimenta e a falange de Xangô
Tem erva pra defumar
Carrego o meu patuá
Adorei as almas que conduzem meu caminho
É mojubá, marabô
Invoque a Lua que o povo da
Encruza não vai me deixar sozinho
Sou herança dos malês
Bom mandingo e arisco
Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
No tacho, arruda e alecrim, oh
Bala de chumbo contra toda covardia, oh, tenha fé
Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito Moreno, eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro
Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito Moreno, eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro
Sou espinho qual fulô de macambira
Olho gordo não me alcança, ie, laia
Ante o mal, a pajelança pra curar
Sempre há uma reza pra salvar
O nó desata, liberdade pela mata
E os mistérios do axé, meu candomblé
Derruba o inimigo um por um
Eu levo fé no poder do meu contra-egum
Salve, seu Zé, que alumia nosso morro
Estende o chapéu a quem pede socorro
Vermelho e branco no linho trajado
Sou eu malandragem de corpo fechado
Vai Salgueiro
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba, ih, prepara
Prepara o alguidar, acende a vela
Firma ponto ao sentinela
Pede a bênção (pra vovô) faz a cruz
Faz a cruz e risca a pemba
Que chegou Exu Pimenta e a (falange de Xangô) alô, meu presidente
Tem erva pra defumar
Carrego o meu patuá
Adorei as almas que conduzem meu caminho
É mojubá, marabô (salve meu patrono)
(Invoque a Lua) que o povo da
Encruza não vai me deixar sozinho
Sou herança dos malês
Bom mandingo e arisco
Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
No tacho, arruda e alecrim, oh
(Bala de chumbo contra toda covardia) Bateria Furiosa
(Tenho a fé) que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito Moreno, eu vou viver
Mais de cem anos (no meu Salgueiro) eu tenho a fé
Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito Moreno, eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro
Sou espinho qual fulô de macambira
Olho gordo não me alcança, ie, laia
Ante o mal, a pajelança pra curar
(Sempre há uma reza pra salvar) o nó desata
O nó desata, liberdade pela mata
E os mistérios do axé, meu candomblé
Derruba o inimigo um por um
Eu levo fé no poder do meu contra-egum
Salve, seu Zé, que alumia nosso morro
(Estende o chapéu a quem pede socorro) vermelho e branco
(Vermelho e branco) no linho trajado
(Sou eu malandragem de corpo fechado) Acadêmicos do Salgueiro, vambora
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga (quem se mete com o Salgueiro já sabe, né)
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Macumbeiro, mandingueiro (alô bateria)
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba (vamo' lá malandragem)
Não nasceu pra demandar (vamos passar nessa avenida de corpo fechado)
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Eu, hein ('tá tudo direitinho)
É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar

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