Canao do Lobisomem
🎵 958 characters
⏱️ 3:24 duration
🆔 ID: 15433628
📜 Lyrics
Eu sou inquieto assim pra dar um corte
No elo entre a satisfação e a morte
Sou ofício secreto do veneno
Corroendo o amor, Deus o tenha!
Como disse Drummond, mas que epopeia
Essas flores no copo de geleia
E alucino, essa Lua, esse conhaque
Rio-Mar, o que mais quero
Quando não espero, é que Deus dá
Minhas unhas em garras transformadas
Rasgam a roupa da virgem apavorada
Meia-noite ao romper aquela porta
Que a separa de mim, ela tá morta
Não dá pra entender
Essa angústia hoje é boa companheira
Da conversa entre o príncipe e a caveira
Deduzi que a esperança é uma besteira
Corroendo o amor, Deus o tenha!
Entre amar e matar não sobra espaço
Quanta lâmina rente ao meu abraço
E cristais de arsênico em meu beijo
Vão matar o que mais quero
Quando não espero, é que Deus dá
Nem a cobra-coral, nem mesmo a naja
Dão o bote da prata que viaja
Numa bala entre a arma e o meu peito
Acho graça em desgraça, dito e feito
Sou meu matador
No elo entre a satisfação e a morte
Sou ofício secreto do veneno
Corroendo o amor, Deus o tenha!
Como disse Drummond, mas que epopeia
Essas flores no copo de geleia
E alucino, essa Lua, esse conhaque
Rio-Mar, o que mais quero
Quando não espero, é que Deus dá
Minhas unhas em garras transformadas
Rasgam a roupa da virgem apavorada
Meia-noite ao romper aquela porta
Que a separa de mim, ela tá morta
Não dá pra entender
Essa angústia hoje é boa companheira
Da conversa entre o príncipe e a caveira
Deduzi que a esperança é uma besteira
Corroendo o amor, Deus o tenha!
Entre amar e matar não sobra espaço
Quanta lâmina rente ao meu abraço
E cristais de arsênico em meu beijo
Vão matar o que mais quero
Quando não espero, é que Deus dá
Nem a cobra-coral, nem mesmo a naja
Dão o bote da prata que viaja
Numa bala entre a arma e o meu peito
Acho graça em desgraça, dito e feito
Sou meu matador
⏱️ Synced Lyrics
[00:20.54] Eu sou inquieto assim pra dar um corte
[00:25.44] No elo entre a satisfação e a morte
[00:29.58] Sou ofício secreto do veneno
[00:33.34] Corroendo o amor, Deus o tenha!
[00:40.51] Como disse Drummond, mas que epopeia
[00:43.97] Essas flores no copo de geleia
[00:47.62] E alucino, essa Lua, esse conhaque
[00:54.42] Rio-Mar, o que mais quero
[00:58.94] Quando não espero, é que Deus dá
[01:09.56] Minhas unhas em garras transformadas
[01:13.08] Rasgam a roupa da virgem apavorada
[01:16.99] Meia-noite ao romper aquela porta
[01:21.58] Que a separa de mim, ela tá morta
[01:29.62] Não dá pra entender
[01:38.12] Essa angústia hoje é boa companheira
[01:42.38] Da conversa entre o príncipe e a caveira
[01:46.48] Deduzi que a esperança é uma besteira
[01:50.60] Corroendo o amor, Deus o tenha!
[01:57.00] Entre amar e matar não sobra espaço
[02:00.56] Quanta lâmina rente ao meu abraço
[02:04.43] E cristais de arsênico em meu beijo
[02:11.16] Vão matar o que mais quero
[02:16.42] Quando não espero, é que Deus dá
[02:25.55] Nem a cobra-coral, nem mesmo a naja
[02:29.55] Dão o bote da prata que viaja
[02:33.58] Numa bala entre a arma e o meu peito
[02:37.27] Acho graça em desgraça, dito e feito
[02:44.26] Sou meu matador
[02:51.87]
[00:25.44] No elo entre a satisfação e a morte
[00:29.58] Sou ofício secreto do veneno
[00:33.34] Corroendo o amor, Deus o tenha!
[00:40.51] Como disse Drummond, mas que epopeia
[00:43.97] Essas flores no copo de geleia
[00:47.62] E alucino, essa Lua, esse conhaque
[00:54.42] Rio-Mar, o que mais quero
[00:58.94] Quando não espero, é que Deus dá
[01:09.56] Minhas unhas em garras transformadas
[01:13.08] Rasgam a roupa da virgem apavorada
[01:16.99] Meia-noite ao romper aquela porta
[01:21.58] Que a separa de mim, ela tá morta
[01:29.62] Não dá pra entender
[01:38.12] Essa angústia hoje é boa companheira
[01:42.38] Da conversa entre o príncipe e a caveira
[01:46.48] Deduzi que a esperança é uma besteira
[01:50.60] Corroendo o amor, Deus o tenha!
[01:57.00] Entre amar e matar não sobra espaço
[02:00.56] Quanta lâmina rente ao meu abraço
[02:04.43] E cristais de arsênico em meu beijo
[02:11.16] Vão matar o que mais quero
[02:16.42] Quando não espero, é que Deus dá
[02:25.55] Nem a cobra-coral, nem mesmo a naja
[02:29.55] Dão o bote da prata que viaja
[02:33.58] Numa bala entre a arma e o meu peito
[02:37.27] Acho graça em desgraça, dito e feito
[02:44.26] Sou meu matador
[02:51.87]