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Salgueiro de Corpo Fechado (feat. Igor Sorriso)

👤 Rio Carnaval, xande de pilares, & Acadêmicos do Salgueiro 🎼 Sambas de Enredo Rio Carnaval 2025 ⏱️ 5:59
🎵 4350 characters
⏱️ 5:59 duration
🆔 ID: 15449072

📜 Lyrics

A fé é o alicerce da vida
O povo da encruza não vai me deixar sozinho
Larô exú, mais do que nunca
Obrigado meu Deus!
Minha escola é sua felicidade!
Vem comigo, vem comigo
Vem comigo Salgueiro!

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba (Prepara)

Prepara o alguidar acende a vela
Firma ponto ao sentinela, pede a bênção pra vovô
Faz a cruz e risca a pemba
Que chegou exu pimenta e a falange de xangô
Tem erva pra defumar, carrego o meu patuá
Adorei as almas que conduzem meu caminho
Ê mojubá Marabô invoque a Lua
Que o povo da encruza não vai me deixar sozinho
Sou herança dos malês, bom mandingo e arisco
Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
No tacho arruda e alecrim ô!
Bala de chumbo contra toda covardia (Tenho a fé)

Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito moreno eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro

Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito moreno eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro

Sou espinho qual fulô de macambira
Olho gordo não me alcança (Ê laiá)
Ante o mal a pajelança pra curar
Sempre há uma reza pra salvar
O nó desata, liberdade pela mata
E os mistérios do axé, meu candomblé (Derruba)
Derruba o inimigo um por um
Eu levo fé no poder do meu contra egum
Salve seu zé, que alumia nosso morro
Estende o chapéu a quem pede socorro
Vermelho e branco no linho trajado
Sou eu, malandragem de corpo fechado (Vai Salgueiro)

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba (Prepara)

Prepara o alguidar acende a vela
Firma ponto ao sentinela, pede a bênção pra vovô (Faz a cruz)
Faz a cruz e risca a pemba
Que chegou exu pimenta e a falange de xangô (Aló meu presidente!)
Tem erva pra defumar, carrego o meu patuá
Adorei as almas que conduzem meu caminho
Ê mojubá Marabô invoque a Lua
Que o povo da encruza não vai me deixar sozinho
Sou herança dos malês, bom mandingo e arisco
Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
No tacho arruda e alecrim ô!
Bala de chumbo contra toda covardia (Bateria furiosa)

Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito moreno eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro (Eu tenho a fé)

Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito moreno eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro

Sou espinho qual fulô de macambira (Ah-ah)
Olho gordo não me alcança (Ê laiá)
Ante o mal a pajelança pra curar
Sempre há uma reza pra salvar (O nó desata)
O nó desata, liberdade pela mata
E os mistérios do axé, meu candomblé
Derruba o inimigo um por um
Eu levo fé no poder do meu contra egum
Salve seu zé, que alumia nosso morro
Estende o chapéu a quem pede socorro (Vermelho e branco)
Vermelho e branco no linho trajado (No lindo trajado)
Sou eu, malandragem de corpo fechado (Vambora)

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá (Macumbeiro, mandingueiro)
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá (Aló bateria)
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba

Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba

Eu hein
Tá tudo direitinho
É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar

⏱️ Synced Lyrics

[00:01.37] A fé é o alicerce da vida
[00:04.79] O povo da encruza não vai me deixar sozinho
[00:08.58] Larô exú, mais do que nunca
[00:12.20] Obrigado meu Deus!
[00:14.65] Minha escola é sua felicidade!
[00:17.11] Vem comigo, vem comigo
[00:18.72] Vem comigo Salgueiro!
[00:21.99] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
[00:25.02] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[00:28.82] Meu terreiro é a casa da mandinga
[00:32.00] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba
[00:35.24] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
[00:38.85] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[00:42.60] Meu terreiro é a casa da mandinga
[00:45.83] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba (Prepara)
[00:50.12] Prepara o alguidar acende a vela
[00:52.65] Firma ponto ao sentinela, pede a bênção pra vovô
[00:57.02] Faz a cruz e risca a pemba
[00:59.57] Que chegou exu pimenta e a falange de xangô
[01:03.50] Tem erva pra defumar, carrego o meu patuá
[01:06.90] Adorei as almas que conduzem meu caminho
[01:10.36] Ê mojubá Marabô invoque a Lua
[01:13.38] Que o povo da encruza não vai me deixar sozinho
[01:16.69] Sou herança dos malês, bom mandingo e arisco
[01:20.06] Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
[01:24.44] No tacho arruda e alecrim ô!
[01:27.44] Bala de chumbo contra toda covardia (Tenho a fé)
[01:30.64] Tenho a fé que habita o sertão
[01:34.34] De Lampião, o cangaceiro
[01:37.79] Feito moreno eu vou viver
[01:41.14] Mais de cem anos no meu Salgueiro
[01:44.22] Tenho a fé que habita o sertão
[01:48.17] De Lampião, o cangaceiro
[01:51.52] Feito moreno eu vou viver
[01:54.82] Mais de cem anos no meu Salgueiro
[01:58.04] Sou espinho qual fulô de macambira
[02:01.27] Olho gordo não me alcança (Ê laiá)
[02:04.87] Ante o mal a pajelança pra curar
[02:07.39] Sempre há uma reza pra salvar
[02:10.39] O nó desata, liberdade pela mata
[02:13.33] E os mistérios do axé, meu candomblé (Derruba)
[02:17.73] Derruba o inimigo um por um
[02:20.88] Eu levo fé no poder do meu contra egum
[02:23.79] Salve seu zé, que alumia nosso morro
[02:27.21] Estende o chapéu a quem pede socorro
[02:31.10] Vermelho e branco no linho trajado
[02:34.16] Sou eu, malandragem de corpo fechado (Vai Salgueiro)
[02:38.94] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
[02:42.37] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[02:46.13] Meu terreiro é a casa da mandinga
[02:49.16] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba
[02:52.25] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
[02:55.99] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[03:00.07] Meu terreiro é a casa da mandinga
[03:02.97] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba (Prepara)
[03:07.27] Prepara o alguidar acende a vela
[03:09.77] Firma ponto ao sentinela, pede a bênção pra vovô (Faz a cruz)
[03:14.23] Faz a cruz e risca a pemba
[03:16.52] Que chegou exu pimenta e a falange de xangô (Aló meu presidente!)
[03:20.75] Tem erva pra defumar, carrego o meu patuá
[03:24.05] Adorei as almas que conduzem meu caminho
[03:27.29] Ê mojubá Marabô invoque a Lua
[03:30.45] Que o povo da encruza não vai me deixar sozinho
[03:33.90] Sou herança dos malês, bom mandingo e arisco
[03:37.22] Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
[03:41.78] No tacho arruda e alecrim ô!
[03:44.54] Bala de chumbo contra toda covardia (Bateria furiosa)
[03:47.78] Tenho a fé que habita o sertão
[03:51.56] De Lampião, o cangaceiro
[03:54.73] Feito moreno eu vou viver
[03:58.37] Mais de cem anos no meu Salgueiro (Eu tenho a fé)
[04:01.77] Tenho a fé que habita o sertão
[04:05.16] De Lampião, o cangaceiro
[04:08.66] Feito moreno eu vou viver
[04:12.06] Mais de cem anos no meu Salgueiro
[04:15.26] Sou espinho qual fulô de macambira (Ah-ah)
[04:18.36] Olho gordo não me alcança (Ê laiá)
[04:21.82] Ante o mal a pajelança pra curar
[04:24.49] Sempre há uma reza pra salvar (O nó desata)
[04:27.54] O nó desata, liberdade pela mata
[04:30.46] E os mistérios do axé, meu candomblé
[04:34.85] Derruba o inimigo um por um
[04:37.89] Eu levo fé no poder do meu contra egum
[04:40.84] Salve seu zé, que alumia nosso morro
[04:44.23] Estende o chapéu a quem pede socorro (Vermelho e branco)
[04:48.14] Vermelho e branco no linho trajado (No lindo trajado)
[04:50.91] Sou eu, malandragem de corpo fechado (Vambora)
[04:54.49] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
[04:57.78] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[05:01.43] Meu terreiro é a casa da mandinga
[05:04.54] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba
[05:07.73] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá (Macumbeiro, mandingueiro)
[05:11.22] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[05:15.39] Meu terreiro é a casa da mandinga
[05:18.52] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba
[05:21.74] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá (Aló bateria)
[05:25.18] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[05:28.96] Meu terreiro é a casa da mandinga
[05:32.13] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba
[05:35.33] Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
[05:38.99] Quem tem medo de quiumba, não nasceu pra demandar
[05:42.80] Meu terreiro é a casa da mandinga
[05:45.80] Quem se mete com o Salgueiro acerta as contas na curimba
[05:50.13] Eu hein
[05:50.97] Tá tudo direitinho
[05:52.66] É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar
[05:56.09]

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