Charlie e o Cacto Cérebro
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📜 Lyrics
Charlie
Gostava de brincar
Mesmo tão sozinho ia pra lá e pra cá
Percebeu que seus pais não voltaram pra casa
Charlie
Nunca aprendeu a falar
Mas escutava a florada a tagarelar
Era como se estivesse ouvindo fantasmas
Um cacto preso na árvore em forma de cérebro
Charlie acha tão estranho, porque é um pouco cético
Ele sente fome, mas só come se for restos
Precisa de carne pra que possa ser liberto
Sinto tanta fome
Charlie
Enterre eles pra mim assim
Meu corpo vai surgir aqui
E quando você crescer
E entrar nessa árvore estará
Um roupão bacana
E uma esquisita máscara
Ele vem junto ao nevoeiro
Segurando um punhado de cabelo
Ele obedece um cacto cérebro
Que observa Charlie enterrando restos
Ele corre desse pesadelo
Que sempre os persegue com uma arma branca
Ele obedece um cacto cérebro
Que sente fome de carne, cacto maléfico
Sumiu um
Sumiu dois
Sumiu três
Sumiu quatro
A garganta na frente de Charlie
Ele se torna implacável
Sumiu quatro
Sumiu três
Sumiu dois
Sumiu um
Ele é o diabo que mora na rua 1
Sumiu um
Sumiu dois
Sumiu três
Sumiu quatro
A garganta na frente de Charlie
Ele se torna implacável
Sumiu quatro
Sumiu três
Sumiu dois
Sumiu um
Ele é o diabo que mora na rua 1
Ele é o demônio que veste uma roupa azul
Ele é cruel como Azazel e Belzebu
Ele é a besta que mora na rua 1
C de caótico
H de homicida
A de antipático
R de reservado
L de letal
I de incansável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
C de caótico
H de homicida
A de antipático
R de reservado
L de letal
I de incansável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
Gostava de brincar
Mesmo tão sozinho ia pra lá e pra cá
Percebeu que seus pais não voltaram pra casa
Charlie
Nunca aprendeu a falar
Mas escutava a florada a tagarelar
Era como se estivesse ouvindo fantasmas
Um cacto preso na árvore em forma de cérebro
Charlie acha tão estranho, porque é um pouco cético
Ele sente fome, mas só come se for restos
Precisa de carne pra que possa ser liberto
Sinto tanta fome
Charlie
Enterre eles pra mim assim
Meu corpo vai surgir aqui
E quando você crescer
E entrar nessa árvore estará
Um roupão bacana
E uma esquisita máscara
Ele vem junto ao nevoeiro
Segurando um punhado de cabelo
Ele obedece um cacto cérebro
Que observa Charlie enterrando restos
Ele corre desse pesadelo
Que sempre os persegue com uma arma branca
Ele obedece um cacto cérebro
Que sente fome de carne, cacto maléfico
Sumiu um
Sumiu dois
Sumiu três
Sumiu quatro
A garganta na frente de Charlie
Ele se torna implacável
Sumiu quatro
Sumiu três
Sumiu dois
Sumiu um
Ele é o diabo que mora na rua 1
Sumiu um
Sumiu dois
Sumiu três
Sumiu quatro
A garganta na frente de Charlie
Ele se torna implacável
Sumiu quatro
Sumiu três
Sumiu dois
Sumiu um
Ele é o diabo que mora na rua 1
Ele é o demônio que veste uma roupa azul
Ele é cruel como Azazel e Belzebu
Ele é a besta que mora na rua 1
C de caótico
H de homicida
A de antipático
R de reservado
L de letal
I de incansável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
C de caótico
H de homicida
A de antipático
R de reservado
L de letal
I de incansável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável
E de executor
Seu nome é Charlie, o implacável