Debruçado Na Porteira
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⏱️ 4:25 duration
🆔 ID: 15911347
📜 Lyrics
dá até pena de se ver
o seu vulto solitário
debruçado na porteira
apreciando o cenário
do sertão
fecha os olhos sopra a voz
cai a tarde na fazenda
não importa quem escute
muito menos quem entenda
sua canção
e canta pra aquele que criou os céus
e canta pra aquele que fez o luar
como é bonito seu cantar
voz e versos pelo ar
poesia da alma
não tem fundo musical
só o silêncio e a sua voz
noutro tempo eram 10 cordas
e um dedilhado veloz da viola
hoje lembra com saudade
daquele tempo que foi
pois os dedos da viola
puxão só o carro de boi
mas nem por isso deixa de cantar
parece até mais forte a sua voz
e louva a Deus de coração
pela benção do sertão
pela chuva, o sol e a plantação
e louva a Deus de coração
pela benção do sertão
pela chuva, o sol e a plantação
dá até pena de se ver
o seu vulto solitário
o seu vulto solitário
debruçado na porteira
apreciando o cenário
do sertão
fecha os olhos sopra a voz
cai a tarde na fazenda
não importa quem escute
muito menos quem entenda
sua canção
e canta pra aquele que criou os céus
e canta pra aquele que fez o luar
como é bonito seu cantar
voz e versos pelo ar
poesia da alma
não tem fundo musical
só o silêncio e a sua voz
noutro tempo eram 10 cordas
e um dedilhado veloz da viola
hoje lembra com saudade
daquele tempo que foi
pois os dedos da viola
puxão só o carro de boi
mas nem por isso deixa de cantar
parece até mais forte a sua voz
e louva a Deus de coração
pela benção do sertão
pela chuva, o sol e a plantação
e louva a Deus de coração
pela benção do sertão
pela chuva, o sol e a plantação
dá até pena de se ver
o seu vulto solitário
⏱️ Synced Lyrics
[00:00.98] dá até pena de se ver
[00:23.40] o seu vulto solitário
[00:28.55] debruçado na porteira
[00:33.95] apreciando o cenário
[00:36.55] do sertão
[00:37.55] fecha os olhos sopra a voz
[00:47.48] cai a tarde na fazenda
[00:52.82] não importa quem escute
[00:57.32] muito menos quem entenda
[01:02.73] sua canção
[01:05.18]
[01:07.28] e canta pra aquele que criou os céus
[01:16.83] e canta pra aquele que fez o luar
[01:25.10] como é bonito seu cantar
[01:31.42]
[01:36.12] voz e versos pelo ar
[01:39.80]
[01:46.13] poesia da alma
[02:04.68] não tem fundo musical
[02:09.07] só o silêncio e a sua voz
[02:14.35] noutro tempo eram 10 cordas
[02:16.39] e um dedilhado veloz da viola
[02:26.46]
[02:29.73] hoje lembra com saudade
[02:33.48] daquele tempo que foi
[02:37.86] pois os dedos da viola
[02:42.65] puxão só o carro de boi
[02:47.89]
[02:50.23] mas nem por isso deixa de cantar
[02:57.45]
[03:00.15] parece até mais forte a sua voz
[03:08.34] e louva a Deus de coração
[03:10.50] pela benção do sertão
[03:10.76] pela chuva, o sol e a plantação
[03:27.67] e louva a Deus de coração
[03:38.81] pela benção do sertão
[03:40.28] pela chuva, o sol e a plantação
[03:58.65] dá até pena de se ver
[04:11.61] o seu vulto solitário
[04:13.32]
[00:23.40] o seu vulto solitário
[00:28.55] debruçado na porteira
[00:33.95] apreciando o cenário
[00:36.55] do sertão
[00:37.55] fecha os olhos sopra a voz
[00:47.48] cai a tarde na fazenda
[00:52.82] não importa quem escute
[00:57.32] muito menos quem entenda
[01:02.73] sua canção
[01:05.18]
[01:07.28] e canta pra aquele que criou os céus
[01:16.83] e canta pra aquele que fez o luar
[01:25.10] como é bonito seu cantar
[01:31.42]
[01:36.12] voz e versos pelo ar
[01:39.80]
[01:46.13] poesia da alma
[02:04.68] não tem fundo musical
[02:09.07] só o silêncio e a sua voz
[02:14.35] noutro tempo eram 10 cordas
[02:16.39] e um dedilhado veloz da viola
[02:26.46]
[02:29.73] hoje lembra com saudade
[02:33.48] daquele tempo que foi
[02:37.86] pois os dedos da viola
[02:42.65] puxão só o carro de boi
[02:47.89]
[02:50.23] mas nem por isso deixa de cantar
[02:57.45]
[03:00.15] parece até mais forte a sua voz
[03:08.34] e louva a Deus de coração
[03:10.50] pela benção do sertão
[03:10.76] pela chuva, o sol e a plantação
[03:27.67] e louva a Deus de coração
[03:38.81] pela benção do sertão
[03:40.28] pela chuva, o sol e a plantação
[03:58.65] dá até pena de se ver
[04:11.61] o seu vulto solitário
[04:13.32]