Morro Velho
🎵 951 characters
⏱️ 5:33 duration
🆔 ID: 16347342
📜 Lyrics
No sertão da minha terra
Fazenda é o camarada que ao chão se deu
Fez a obrigação com força
Parece até que tudo aquilo ali é seu
Só poder sentar no morro
E ver tudo verdinho, lindo a crescer
Orgulhoso camarada de viola ao invés de enxada
Filho de branco e do preto
Correndo pela estrada atrás de passarinho
Pela plantação adentro
Crescendo os dois meninos, sempre pequeninos
Peixe bom dá no riacho
De água tão limpinha, dá pro fundo ver
Orgulhoso camarada
Conta histórias pra moçada
Filho do sinhô vai embora
Tempo de estudo na cidade grande
Parte
Tem os olhos tristes
Deixando o companheiro na estação distante
Não me esqueça amigo, eu vou voltar
Some longe o trenzinho ao deus-dará
Quando volta já é
Trouxe até sinhá-mocinha para apresentar
Linda como a luz da lua
Que em lugar nenhum rebrilha como lá
Já tem nome de doutor
E agora na fazenda é quem vai mandar
E seu velho camarada
Já não brinca, mas trabalha
Fazenda é o camarada que ao chão se deu
Fez a obrigação com força
Parece até que tudo aquilo ali é seu
Só poder sentar no morro
E ver tudo verdinho, lindo a crescer
Orgulhoso camarada de viola ao invés de enxada
Filho de branco e do preto
Correndo pela estrada atrás de passarinho
Pela plantação adentro
Crescendo os dois meninos, sempre pequeninos
Peixe bom dá no riacho
De água tão limpinha, dá pro fundo ver
Orgulhoso camarada
Conta histórias pra moçada
Filho do sinhô vai embora
Tempo de estudo na cidade grande
Parte
Tem os olhos tristes
Deixando o companheiro na estação distante
Não me esqueça amigo, eu vou voltar
Some longe o trenzinho ao deus-dará
Quando volta já é
Trouxe até sinhá-mocinha para apresentar
Linda como a luz da lua
Que em lugar nenhum rebrilha como lá
Já tem nome de doutor
E agora na fazenda é quem vai mandar
E seu velho camarada
Já não brinca, mas trabalha
⏱️ Synced Lyrics
[00:30.33] No sertão da minha terra
[00:36.52] Fazenda é o camarada que ao chão se deu
[00:44.94] Fez a obrigação com força
[00:50.50] Parece até que tudo aquilo ali é seu
[01:00.08] Só poder sentar no morro
[01:04.07] E ver tudo verdinho, lindo a crescer
[01:14.92] Orgulhoso camarada de viola ao invés de enxada
[01:28.68]
[01:52.03] Filho de branco e do preto
[01:58.02] Correndo pela estrada atrás de passarinho
[02:06.41] Pela plantação adentro
[02:11.89] Crescendo os dois meninos, sempre pequeninos
[02:20.81] Peixe bom dá no riacho
[02:25.44] De água tão limpinha, dá pro fundo ver
[02:34.47] Orgulhoso camarada
[02:41.65] Conta histórias pra moçada
[02:50.92] Filho do sinhô vai embora
[02:55.32] Tempo de estudo na cidade grande
[03:04.48] Parte
[03:06.90] Tem os olhos tristes
[03:09.40] Deixando o companheiro na estação distante
[03:19.03] Não me esqueça amigo, eu vou voltar
[03:32.86] Some longe o trenzinho ao deus-dará
[03:52.66] Quando volta já é
[03:57.59] Trouxe até sinhá-mocinha para apresentar
[04:05.62] Linda como a luz da lua
[04:11.88] Que em lugar nenhum rebrilha como lá
[04:20.68] Já tem nome de doutor
[04:25.56] E agora na fazenda é quem vai mandar
[04:35.93] E seu velho camarada
[04:40.84] Já não brinca, mas trabalha
[04:51.05]
[00:36.52] Fazenda é o camarada que ao chão se deu
[00:44.94] Fez a obrigação com força
[00:50.50] Parece até que tudo aquilo ali é seu
[01:00.08] Só poder sentar no morro
[01:04.07] E ver tudo verdinho, lindo a crescer
[01:14.92] Orgulhoso camarada de viola ao invés de enxada
[01:28.68]
[01:52.03] Filho de branco e do preto
[01:58.02] Correndo pela estrada atrás de passarinho
[02:06.41] Pela plantação adentro
[02:11.89] Crescendo os dois meninos, sempre pequeninos
[02:20.81] Peixe bom dá no riacho
[02:25.44] De água tão limpinha, dá pro fundo ver
[02:34.47] Orgulhoso camarada
[02:41.65] Conta histórias pra moçada
[02:50.92] Filho do sinhô vai embora
[02:55.32] Tempo de estudo na cidade grande
[03:04.48] Parte
[03:06.90] Tem os olhos tristes
[03:09.40] Deixando o companheiro na estação distante
[03:19.03] Não me esqueça amigo, eu vou voltar
[03:32.86] Some longe o trenzinho ao deus-dará
[03:52.66] Quando volta já é
[03:57.59] Trouxe até sinhá-mocinha para apresentar
[04:05.62] Linda como a luz da lua
[04:11.88] Que em lugar nenhum rebrilha como lá
[04:20.68] Já tem nome de doutor
[04:25.56] E agora na fazenda é quem vai mandar
[04:35.93] E seu velho camarada
[04:40.84] Já não brinca, mas trabalha
[04:51.05]