Águas De Março
🎵 2077 characters
⏱️ 3:34 duration
🆔 ID: 16540864
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
Uma ave no céu, uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, um pouco sozinho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
Uma ave no céu, uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, um pouco sozinho
⏱️ Synced Lyrics
[00:07.60] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[00:10.77] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:14.44] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:17.40] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:20.99] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:24.23] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:27.70] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:31.06] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:34.39] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:37.47] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:40.60] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:43.94] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:47.30] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[00:50.61] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:53.99] Uma ave no céu, uma ave no chão
[00:57.12] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[01:00.53] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:04.10] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[01:06.93] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
[01:10.55] É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:13.80] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
[01:17.43] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:20.92] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:24.15] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:27.52] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:30.76] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:34.10] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:37.39] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:40.86] São as águas de março fechando o verão
[01:44.08] É a promessa de vida no teu coração
[02:10.39] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:12.65] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:13.34] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:15.84] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:19.35] São as águas de março fechando o verão
[02:22.55] É a promessa de vida no teu coração
[02:26.09] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:29.54] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:32.51] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[02:35.88] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:39.22] São as águas de março fechando o verão
[02:42.82] É a promessa de vida no teu coração
[02:46.34] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:49.67] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:53.08] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:56.49] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[03:00.49] Pau, pedra, fim do caminho
[03:02.53] Resto de toco, um pouco sozinho
[03:03.13] Pau, pedra, fim do caminho
[03:04.28] Resto de toco, um pouco sozinho
[03:11.29]
[00:10.77] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:14.44] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:17.40] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:20.99] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:24.23] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:27.70] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:31.06] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:34.39] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:37.47] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:40.60] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:43.94] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:47.30] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[00:50.61] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:53.99] Uma ave no céu, uma ave no chão
[00:57.12] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[01:00.53] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:04.10] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[01:06.93] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
[01:10.55] É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:13.80] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
[01:17.43] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:20.92] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:24.15] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:27.52] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:30.76] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:34.10] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:37.39] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:40.86] São as águas de março fechando o verão
[01:44.08] É a promessa de vida no teu coração
[02:10.39] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:12.65] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:13.34] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:15.84] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:19.35] São as águas de março fechando o verão
[02:22.55] É a promessa de vida no teu coração
[02:26.09] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:29.54] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:32.51] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[02:35.88] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:39.22] São as águas de março fechando o verão
[02:42.82] É a promessa de vida no teu coração
[02:46.34] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:49.67] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:53.08] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:56.49] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[03:00.49] Pau, pedra, fim do caminho
[03:02.53] Resto de toco, um pouco sozinho
[03:03.13] Pau, pedra, fim do caminho
[03:04.28] Resto de toco, um pouco sozinho
[03:11.29]