As Caravanas (feat. Rafael Mike)
🎵 1533 characters
⏱️ 2:48 duration
🆔 ID: 16669908
📜 Lyrics
É um dia de real grandeza, tudo azul
Um mar turquesa à lá Istambul enchendo os olhos
Um sol de torrar os miolos
Quando pinta em Copacabana
A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
A caravana do Irajá, o comboio da Penha
Não há barreira que retenha esses estranhos
Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
A caminho do Jardim de Alá
É o bicho, é o buchicho, é a charanga
Diz que malocam seus facões e adagas
Em sungas estufadas e calções disformes
É, diz que eles têm picas enormes
E seus sacos são granadas
Lá das quebradas da Maré
Com negros torsos nus deixam em polvorosa
A gente ordeira e virtuosa que apela
Pra polícia despachar de volta
O populacho pra favela
Ou pra Benguela, ou pra Guiné
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana do Arará
Não há, não há
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana
Nem caravana
Nem caravana do Arará
Um mar turquesa à lá Istambul enchendo os olhos
Um sol de torrar os miolos
Quando pinta em Copacabana
A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
A caravana do Irajá, o comboio da Penha
Não há barreira que retenha esses estranhos
Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
A caminho do Jardim de Alá
É o bicho, é o buchicho, é a charanga
Diz que malocam seus facões e adagas
Em sungas estufadas e calções disformes
É, diz que eles têm picas enormes
E seus sacos são granadas
Lá das quebradas da Maré
Com negros torsos nus deixam em polvorosa
A gente ordeira e virtuosa que apela
Pra polícia despachar de volta
O populacho pra favela
Ou pra Benguela, ou pra Guiné
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana do Arará
Não há, não há
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana
Nem caravana
Nem caravana do Arará
⏱️ Synced Lyrics
[00:07.73] É um dia de real grandeza, tudo azul
[00:11.31] Um mar turquesa à lá Istambul enchendo os olhos
[00:14.85] Um sol de torrar os miolos
[00:16.84] Quando pinta em Copacabana
[00:18.49] A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
[00:23.65] A caravana do Irajá, o comboio da Penha
[00:27.20] Não há barreira que retenha esses estranhos
[00:30.32] Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
[00:33.89] A caminho do Jardim de Alá
[00:36.24] É o bicho, é o buchicho, é a charanga
[00:39.69] Diz que malocam seus facões e adagas
[00:42.45] Em sungas estufadas e calções disformes
[00:45.53] É, diz que eles têm picas enormes
[00:48.67] E seus sacos são granadas
[00:50.67] Lá das quebradas da Maré
[00:54.75] Com negros torsos nus deixam em polvorosa
[00:58.46] A gente ordeira e virtuosa que apela
[01:01.66] Pra polícia despachar de volta
[01:03.76] O populacho pra favela
[01:05.86] Ou pra Benguela, ou pra Guiné
[01:10.83] Sol, a culpa deve ser do sol
[01:16.09] Que bate na moleira, o sol
[01:19.24] Que estoura as veias, o suor
[01:22.26] Que embaça os olhos e a razão
[01:25.54] E essa zoeira dentro da prisão
[01:29.29] Crioulos empilhados no porão
[01:32.83] De caravelas no alto mar
[01:38.62] Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[01:41.85] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[01:45.11] Ou doido sou eu que escuto vozes
[01:47.39] Não há gente tão insana
[01:48.97] Nem caravana do Arará
[01:52.62] Não há, não há
[01:57.73] Sol, a culpa deve ser do sol
[02:02.83] Que bate na moleira, o sol
[02:06.21] Que estoura as veias, o suor
[02:09.19] Que embaça os olhos e a razão
[02:12.52] E essa zoeira dentro da prisão
[02:15.63] Crioulos empilhados no porão
[02:19.28] De caravelas no alto mar
[02:25.86] Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[02:28.72] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[02:32.13] Ou doido sou eu que escuto vozes
[02:34.29] Não há gente tão insana
[02:36.10] Nem caravana
[02:37.41] Nem caravana
[02:38.83] Nem caravana do Arará
[02:41.56]
[00:11.31] Um mar turquesa à lá Istambul enchendo os olhos
[00:14.85] Um sol de torrar os miolos
[00:16.84] Quando pinta em Copacabana
[00:18.49] A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
[00:23.65] A caravana do Irajá, o comboio da Penha
[00:27.20] Não há barreira que retenha esses estranhos
[00:30.32] Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
[00:33.89] A caminho do Jardim de Alá
[00:36.24] É o bicho, é o buchicho, é a charanga
[00:39.69] Diz que malocam seus facões e adagas
[00:42.45] Em sungas estufadas e calções disformes
[00:45.53] É, diz que eles têm picas enormes
[00:48.67] E seus sacos são granadas
[00:50.67] Lá das quebradas da Maré
[00:54.75] Com negros torsos nus deixam em polvorosa
[00:58.46] A gente ordeira e virtuosa que apela
[01:01.66] Pra polícia despachar de volta
[01:03.76] O populacho pra favela
[01:05.86] Ou pra Benguela, ou pra Guiné
[01:10.83] Sol, a culpa deve ser do sol
[01:16.09] Que bate na moleira, o sol
[01:19.24] Que estoura as veias, o suor
[01:22.26] Que embaça os olhos e a razão
[01:25.54] E essa zoeira dentro da prisão
[01:29.29] Crioulos empilhados no porão
[01:32.83] De caravelas no alto mar
[01:38.62] Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[01:41.85] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[01:45.11] Ou doido sou eu que escuto vozes
[01:47.39] Não há gente tão insana
[01:48.97] Nem caravana do Arará
[01:52.62] Não há, não há
[01:57.73] Sol, a culpa deve ser do sol
[02:02.83] Que bate na moleira, o sol
[02:06.21] Que estoura as veias, o suor
[02:09.19] Que embaça os olhos e a razão
[02:12.52] E essa zoeira dentro da prisão
[02:15.63] Crioulos empilhados no porão
[02:19.28] De caravelas no alto mar
[02:25.86] Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[02:28.72] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[02:32.13] Ou doido sou eu que escuto vozes
[02:34.29] Não há gente tão insana
[02:36.10] Nem caravana
[02:37.41] Nem caravana
[02:38.83] Nem caravana do Arará
[02:41.56]