O Poeta E A Lua
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📜 Lyrics
O poeta e a lua
Em meio a um cristal de ecos
O peota vai pela rua
Seus olhos verdes de éter
Abrem cavernas na lua
A lua volta de flanco
Eriçada de luxúria
O poeta, aloucado e branco
Apalpa as nádegas da lua
Entre as esferas nitentes
Tremeluzem pelos fulvos
O poeta, de olhar dormente
Entreabre o pente da lua
Em frouxos de luz e água
Palpita a ferida crua
O poeta todo se lava
De palidez e douçura
Ardente e desesperada
A lua vira em decúbito
A vinda lenta do espasmo
Aguça as pontas da lua
O poeta afaga-lhe os braços
E o ventre que se menstrua
A lua se curva em arco
Num delírio de volúpia
O gozo aumenta de súbito
Em frêmitos que perduram
A lua vira o outro quarto
E fica de frente, nua
O orgasmo desce do espaço
Desfeio em estrelas e nuvens
Nos ventos do mar perpassa
Um salso cheiro de lua
E a lua, no êxtase, cresce
Se dilata e alteia e estua
O poeta se deixa em preçe
Ante a beleza da lua
Depois a lua adormeçe
E míngua e se apazigua
O poeta desapareçe
Envolto em cantos e plumas
Enquanto a noite enlouquece
No seu claustro de ciúmes
Em meio a um cristal de ecos
O peota vai pela rua
Seus olhos verdes de éter
Abrem cavernas na lua
A lua volta de flanco
Eriçada de luxúria
O poeta, aloucado e branco
Apalpa as nádegas da lua
Entre as esferas nitentes
Tremeluzem pelos fulvos
O poeta, de olhar dormente
Entreabre o pente da lua
Em frouxos de luz e água
Palpita a ferida crua
O poeta todo se lava
De palidez e douçura
Ardente e desesperada
A lua vira em decúbito
A vinda lenta do espasmo
Aguça as pontas da lua
O poeta afaga-lhe os braços
E o ventre que se menstrua
A lua se curva em arco
Num delírio de volúpia
O gozo aumenta de súbito
Em frêmitos que perduram
A lua vira o outro quarto
E fica de frente, nua
O orgasmo desce do espaço
Desfeio em estrelas e nuvens
Nos ventos do mar perpassa
Um salso cheiro de lua
E a lua, no êxtase, cresce
Se dilata e alteia e estua
O poeta se deixa em preçe
Ante a beleza da lua
Depois a lua adormeçe
E míngua e se apazigua
O poeta desapareçe
Envolto em cantos e plumas
Enquanto a noite enlouquece
No seu claustro de ciúmes
⏱️ Synced Lyrics
[00:00.69] O poeta e a lua
[00:04.56] Em meio a um cristal de ecos
[00:06.96] O peota vai pela rua
[00:10.53] Seus olhos verdes de éter
[00:13.14] Abrem cavernas na lua
[00:17.04] A lua volta de flanco
[00:18.33] Eriçada de luxúria
[00:21.47] O poeta, aloucado e branco
[00:24.08] Apalpa as nádegas da lua
[00:28.20] Entre as esferas nitentes
[00:30.04] Tremeluzem pelos fulvos
[00:33.70] O poeta, de olhar dormente
[00:37.07] Entreabre o pente da lua
[00:40.67] Em frouxos de luz e água
[00:42.47] Palpita a ferida crua
[00:45.87] O poeta todo se lava
[00:47.43] De palidez e douçura
[00:51.20] Ardente e desesperada
[00:53.23] A lua vira em decúbito
[00:55.50] A vinda lenta do espasmo
[00:57.92] Aguça as pontas da lua
[01:01.93] O poeta afaga-lhe os braços
[01:03.74] E o ventre que se menstrua
[01:07.34] A lua se curva em arco
[01:08.61] Num delírio de volúpia
[01:12.16] O gozo aumenta de súbito
[01:13.68] Em frêmitos que perduram
[01:16.66] A lua vira o outro quarto
[01:18.29] E fica de frente, nua
[01:23.37] O orgasmo desce do espaço
[01:25.35] Desfeio em estrelas e nuvens
[01:29.08] Nos ventos do mar perpassa
[01:31.14] Um salso cheiro de lua
[01:34.32] E a lua, no êxtase, cresce
[01:35.72] Se dilata e alteia e estua
[01:40.68] O poeta se deixa em preçe
[01:43.07] Ante a beleza da lua
[01:47.24] Depois a lua adormeçe
[01:49.06] E míngua e se apazigua
[01:53.95] O poeta desapareçe
[01:55.34] Envolto em cantos e plumas
[01:58.80] Enquanto a noite enlouquece
[02:01.76] No seu claustro de ciúmes
[02:04.61]
[00:04.56] Em meio a um cristal de ecos
[00:06.96] O peota vai pela rua
[00:10.53] Seus olhos verdes de éter
[00:13.14] Abrem cavernas na lua
[00:17.04] A lua volta de flanco
[00:18.33] Eriçada de luxúria
[00:21.47] O poeta, aloucado e branco
[00:24.08] Apalpa as nádegas da lua
[00:28.20] Entre as esferas nitentes
[00:30.04] Tremeluzem pelos fulvos
[00:33.70] O poeta, de olhar dormente
[00:37.07] Entreabre o pente da lua
[00:40.67] Em frouxos de luz e água
[00:42.47] Palpita a ferida crua
[00:45.87] O poeta todo se lava
[00:47.43] De palidez e douçura
[00:51.20] Ardente e desesperada
[00:53.23] A lua vira em decúbito
[00:55.50] A vinda lenta do espasmo
[00:57.92] Aguça as pontas da lua
[01:01.93] O poeta afaga-lhe os braços
[01:03.74] E o ventre que se menstrua
[01:07.34] A lua se curva em arco
[01:08.61] Num delírio de volúpia
[01:12.16] O gozo aumenta de súbito
[01:13.68] Em frêmitos que perduram
[01:16.66] A lua vira o outro quarto
[01:18.29] E fica de frente, nua
[01:23.37] O orgasmo desce do espaço
[01:25.35] Desfeio em estrelas e nuvens
[01:29.08] Nos ventos do mar perpassa
[01:31.14] Um salso cheiro de lua
[01:34.32] E a lua, no êxtase, cresce
[01:35.72] Se dilata e alteia e estua
[01:40.68] O poeta se deixa em preçe
[01:43.07] Ante a beleza da lua
[01:47.24] Depois a lua adormeçe
[01:49.06] E míngua e se apazigua
[01:53.95] O poeta desapareçe
[01:55.34] Envolto em cantos e plumas
[01:58.80] Enquanto a noite enlouquece
[02:01.76] No seu claustro de ciúmes
[02:04.61]