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De costa à contracosta

👤 Fausto Bordalo Dias 🎼 Em busca das montanhas azuis ⏱️ 3:28
🎵 1364 characters
⏱️ 3:28 duration
🆔 ID: 17907669

📜 Lyrics

derrota que eu faço na minha viagem
do Muropue ao Rei Cazembe Caquinhata
na abertura do "caminho até em Tete"
Avé Maria
Avé Maria em nome de Deus Amém
"levantamos a madrugada" pela manhã
e atravessámos dois rios p'la "bandalá"
e ao pé do rio pela encosta vagueámos
todo o dia
e todo o dia "andamos com o sol
às costas"
do sítio "levantamos do cantar de galo"
por matos enxergados de animais ferozes
e perguntámos por Cazembe
e responderam
"que o viagem"
"que o viagem" estava então
"muito bonito"
se o caminho estava todo bem aberto
passámos outra vez o rio Cagiringe
e à luz tão clara deste dia andámos
hoje
e sem chuva
e sem chuva andámos "com o sol à cara"
e do pouso "levantamos em alvorada"
acordámos ao primeiro cantar de galo
e não passámos de aquém rio nenhum
por acaso
por acaso "não incontramos
com ninguém"
depois cruzámos o rio Lububuri
com gente de "língua inclinada"
à do Cazembe
que pela água meteu medo p'la cintura
andámos mais
e andámos mais "com o sol do lado
esquerdo"
"fabricámos o cerco" ao pé do rio Ancula
depois de três riachos de água corrente
com dois leões "a berrar" perdas e danos
toda a noite
e toda a noite sem dormir para
acordar
e do sítio levantámos pela aurora
não vimos não "raridade de qualidade"
"té que chegamos" eito à vila de Tete
caminhámos
caminhámos "com o sol lado direito"

⏱️ Synced Lyrics

[00:18.28] derrota que eu faço na minha viagem
[00:21.29] do Muropue ao Rei Cazembe Caquinhata
[00:24.39] na abertura do "caminho até em Tete"
[00:27.39] Avé Maria
[00:28.32] Avé Maria em nome de Deus Amém
[00:31.33] "levantamos a madrugada" pela manhã
[00:33.38] e atravessámos dois rios p'la "bandalá"
[00:37.35] e ao pé do rio pela encosta vagueámos
[00:39.35] todo o dia
[00:40.40] e todo o dia "andamos com o sol
[00:42.49] às costas"
[00:43.29]
[01:01.52] do sítio "levantamos do cantar de galo"
[01:04.58] por matos enxergados de animais ferozes
[01:08.65] e perguntámos por Cazembe
[01:09.62] e responderam
[01:10.71] "que o viagem"
[01:11.72] "que o viagem" estava então
[01:12.79] "muito bonito"
[01:15.77] se o caminho estava todo bem aberto
[01:17.86] passámos outra vez o rio Cagiringe
[01:20.84] e à luz tão clara deste dia andámos
[01:22.91] hoje
[01:23.95] e sem chuva
[01:24.90] e sem chuva andámos "com o sol à cara"
[01:27.98]
[01:44.18] e do pouso "levantamos em alvorada"
[01:49.26] acordámos ao primeiro cantar de galo
[01:52.28] e não passámos de aquém rio nenhum
[01:54.34] por acaso
[01:55.38] por acaso "não incontramos
[01:57.32] com ninguém"
[01:59.35] depois cruzámos o rio Lububuri
[02:01.46] com gente de "língua inclinada"
[02:03.41] à do Cazembe
[02:05.45] que pela água meteu medo p'la cintura
[02:07.55] andámos mais
[02:08.53] e andámos mais "com o sol do lado
[02:10.58] esquerdo"
[02:12.61]
[02:29.84] "fabricámos o cerco" ao pé do rio Ancula
[02:32.99] depois de três riachos de água corrente
[02:35.92] com dois leões "a berrar" perdas e danos
[02:38.04] toda a noite
[02:39.98] e toda a noite sem dormir para
[02:41.05] acordar
[02:43.03] e do sítio levantámos pela aurora
[02:46.13] não vimos não "raridade de qualidade"
[02:49.18] "té que chegamos" eito à vila de Tete
[02:52.15] caminhámos
[02:53.25] caminhámos "com o sol lado direito"
[02:56.27]

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