De Comala a Macondo
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📜 Lyrics
De Comala a Macondo
Porque até a esperança
De tanto esperar se cansa
Eu sei que nada é para sempre
Vida é movimento e mudança
Digo, em minha defesa,
Predador na boca da presa,
Que não se pode escapar
Da própria natureza
Toda saudade é, na verdade,
Uma espécie de velhice
E a mocidade tarefa
Pra mais tarde desmentir-se
Cada ilusão
É uma arma na mão
E é o dedo que puxa o gatilho,
Não tem perdão;
E é mais uma mãe
Porque nos estertores da noite
Um sonho tem de morrer
E às margens de um rio vazio
As virtudes estão todas no cio
As ideias carecem de fechos
A juventude é um delírio senil
Lá só resta o estrago e o perfume
De um cheiro igual ao chorume
Da esfola, a lâmina cega
E as almas em flor no curtume
Toda saudade é, na verdade,
Uma espécie de velhice
E a mocidade tarefa
Pra mais tarde desmentir-se
Cada ilusão
É uma arma na mão
E é o dedo que puxa o gatilho,
Não tem perdão;
E é mais uma mãe
Porque nos estertores da noite
Um sonho tem de morrer
Porque até a esperança
De tanto esperar se cansa
Eu sei que nada é para sempre
Vida é movimento e mudança
Digo, em minha defesa,
Predador na boca da presa,
Que não se pode escapar
Da própria natureza
Toda saudade é, na verdade,
Uma espécie de velhice
E a mocidade tarefa
Pra mais tarde desmentir-se
Cada ilusão
É uma arma na mão
E é o dedo que puxa o gatilho,
Não tem perdão;
E é mais uma mãe
Porque nos estertores da noite
Um sonho tem de morrer
E às margens de um rio vazio
As virtudes estão todas no cio
As ideias carecem de fechos
A juventude é um delírio senil
Lá só resta o estrago e o perfume
De um cheiro igual ao chorume
Da esfola, a lâmina cega
E as almas em flor no curtume
Toda saudade é, na verdade,
Uma espécie de velhice
E a mocidade tarefa
Pra mais tarde desmentir-se
Cada ilusão
É uma arma na mão
E é o dedo que puxa o gatilho,
Não tem perdão;
E é mais uma mãe
Porque nos estertores da noite
Um sonho tem de morrer