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Grão Da Mesma Mó

👤 Sérgio Godinho 🎼 Nação Valente ⏱️ 4:33
🎵 2351 characters
⏱️ 4:33 duration
🆔 ID: 1908139

📜 Lyrics

Não sei se estão a ver aqueles dias em que não acontece nada
A não ser o que aconteceu e não aconteceu
E do nada há uma luz que se acende
Não se sabe se vem de fora ou vem de dentro, apareceu

E dentro da porção da tua vida é ti
Que cabe o não trocar nenhum futuro p'lo presente
O fazer face à face que se 'teve até ali
Ausente, presente

Vê lá o que fazes, há
Tanto a fazer
Fazes que fazes
Ou pões sementes a crescer
Precisas de água
Terra também
Ventos cruzados
E o sol a chuva que os detém
Vivida a planta
Refeita a casa
É espaço em branco
O tempo de escrever e abrir asa
E a linha funda na
Palma da mão
Desenha o tempo então
Desenha o tempo então

Mas há linhas de água que cruzas sem sequer notares
E oh, 'tás no deserto e talvez no Oásis se o olhares
E não há mal e não há bem que não te venha incomodar
Vale esse valor? É para vender ou comprar?

Mas hoje questões éticas?
Agora?
Por favor
Que te iam prescrever a tal receita para a dor
Vais ter que reciclar o muito frio muito quente
Ausente, presente

Vê lá o que fazes, há
Tanto a fazer
Fazes que fazes
Ou pões sementes a crescer
E a linha funda na
Palma da mão
Desenha o tempo então
Desenha o tempo então

Um curto espaço de tempo
Vais preenchê-lo com o frio da morte morrida
Ou o calor da viva vivida?
Não queiras ser nem um exemplo
Nem um mau exemplo por si só
Há dias em que é grão da mesma mó

E a senha já tirada
Já tardia do doente
Dez lugares atrás
E pouco a pouco à frente
E cada um falar-te das histórias da sua vida
Feliz, dorida

Vê lá o que fazes, há
Tanto a fazer
Fazes que fazes
Ou pões sementes a crescer
Precisas de água
Terra também
Ventos cruzados
E o sol a chuva que os detém
Vivida a planta
Refeita a casa
É espaço em branco
Tempo de escrever e abrir asa
E a linda funda na
Palma da mão
Desenha o tempo então
Desenha o tempo então

E explicaram-te em botânica
Uma espécie que não muda a flor do fatalismo
Está feito
E se até dá jeito alterar
Só por hoje o amanhã
Melhor é transfigurar o amanhã com todo o hoje
E as palavras tornam-se esparsas
Assumes
Fazes que disfarças
Escolhes paixões, ciúmes
Tragédias e farsas
E faças o que faças
Por vales e cumes
Encontras-te a sós, só
Grão a grão
Acompanhado e só
Grão da mesma mó
Grão da mesma mó
Grão da mesma mó
Grão da mesma mó

⏱️ Synced Lyrics

[00:08.01] Não sei se estão a ver aqueles dias em que não acontece nada
[00:10.95] A não ser o que aconteceu e não aconteceu
[00:16.35] E do nada há uma luz que se acende
[00:18.15] Não se sabe se vem de fora ou vem de dentro, apareceu
[00:25.35] E dentro da porção da tua vida é ti
[00:29.18] Que cabe o não trocar nenhum futuro p'lo presente
[00:33.43] O fazer face à face que se 'teve até ali
[00:37.42] Ausente, presente
[00:41.13] Vê lá o que fazes, há
[00:43.29] Tanto a fazer
[00:45.44] Fazes que fazes
[00:46.91] Ou pões sementes a crescer
[00:49.62] Precisas de água
[00:51.54] Terra também
[00:53.68] Ventos cruzados
[00:55.28] E o sol a chuva que os detém
[00:57.95] Vivida a planta
[00:59.90] Refeita a casa
[01:02.03] É espaço em branco
[01:03.37] O tempo de escrever e abrir asa
[01:06.36] E a linha funda na
[01:08.15] Palma da mão
[01:09.73] Desenha o tempo então
[01:14.06] Desenha o tempo então
[01:18.64] Mas há linhas de água que cruzas sem sequer notares
[01:21.00] E oh, 'tás no deserto e talvez no Oásis se o olhares
[01:26.47] E não há mal e não há bem que não te venha incomodar
[01:29.58] Vale esse valor? É para vender ou comprar?
[01:35.51] Mas hoje questões éticas?
[01:37.78] Agora?
[01:38.55] Por favor
[01:39.82] Que te iam prescrever a tal receita para a dor
[01:43.84] Vais ter que reciclar o muito frio muito quente
[01:48.11] Ausente, presente
[01:51.98] Vê lá o que fazes, há
[01:53.79] Tanto a fazer
[01:55.90] Fazes que fazes
[01:57.50] Ou pões sementes a crescer
[02:00.13] E a linha funda na
[02:01.94] Palma da mão
[02:03.88] Desenha o tempo então
[02:07.86] Desenha o tempo então
[02:12.24] Um curto espaço de tempo
[02:13.71] Vais preenchê-lo com o frio da morte morrida
[02:16.09] Ou o calor da viva vivida?
[02:20.32] Não queiras ser nem um exemplo
[02:21.88] Nem um mau exemplo por si só
[02:23.96] Há dias em que é grão da mesma mó
[02:29.22] E a senha já tirada
[02:31.02] Já tardia do doente
[02:33.72] Dez lugares atrás
[02:35.10] E pouco a pouco à frente
[02:37.78] E cada um falar-te das histórias da sua vida
[02:41.76] Feliz, dorida
[02:45.45] Vê lá o que fazes, há
[02:47.51] Tanto a fazer
[02:49.45] Fazes que fazes
[02:51.10] Ou pões sementes a crescer
[02:53.59] Precisas de água
[02:55.66] Terra também
[02:57.68] Ventos cruzados
[02:59.34] E o sol a chuva que os detém
[03:01.99] Vivida a planta
[03:04.13] Refeita a casa
[03:06.25] É espaço em branco
[03:07.27] Tempo de escrever e abrir asa
[03:10.12] E a linda funda na
[03:12.35] Palma da mão
[03:13.75] Desenha o tempo então
[03:18.13] Desenha o tempo então
[03:30.18] E explicaram-te em botânica
[03:31.54] Uma espécie que não muda a flor do fatalismo
[03:34.19] Está feito
[03:35.72] E se até dá jeito alterar
[03:36.95] Só por hoje o amanhã
[03:38.99] Melhor é transfigurar o amanhã com todo o hoje
[03:47.55] E as palavras tornam-se esparsas
[03:49.44] Assumes
[03:50.24] Fazes que disfarças
[03:52.08] Escolhes paixões, ciúmes
[03:53.96] Tragédias e farsas
[03:55.86] E faças o que faças
[03:57.07] Por vales e cumes
[03:58.32] Encontras-te a sós, só
[04:00.52] Grão a grão
[04:01.42] Acompanhado e só
[04:03.65] Grão da mesma mó
[04:07.96] Grão da mesma mó
[04:11.93] Grão da mesma mó
[04:16.23] Grão da mesma mó
[04:22.14]

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