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Janela Escancarada

👤 Ana Moura 🎼 Casa Guilhermina ⏱️ 2:43
🎵 1196 characters
⏱️ 2:43 duration
🆔 ID: 1909342

📜 Lyrics

Guilhermina!

Trago este fado de viver intensamente
No peito, a chama que há de sempre arder
Gaivota em terra, tempestade eminente
Do cruz ao peito não há nada que temer

Bordei palavras e signos na pele
E deixei lágrimas à mercê da sorte
Os meus segredos não rimam no papel
E até rendida, eu não me dou à morte

Tenho uma janela aberta no meu peito, escancarada
De ferro forjado, não te piques a entrar
Eu vou esconder-me por trás da renda branca, bordada
E pelo rio dos meus olhos, navegar

Ó santo Antônio, ensina-me os limites
Desta vivência eterna num segundo
Para os meus olhos não brilharem sempre tristes
E o coração não andar tão moribundo

Pois neste fado dispenso normalidades
E vivo o instante como se não houvesse fim
Eu me apaixono por pessoas e cidades
E hei de morrer deste amor que nasce em mim

Tenho uma janela aberta no meu peito, escancarada
De ferro forjado, não te piques a entrar
Eu vou esconder-me por trás da renda branca, bordada
E pelo rio dos meus olhos, navegar

Tenho uma janela aberta no meu peito, escancarada
De ferro forjado, não te piques a entrar
Eu vou esconder-me por trás da renda branca, bordada
E pelo rio dos meus olhos, navegar

⏱️ Synced Lyrics

[00:03.76] Guilhermina!
[00:05.76]
[00:20.12] Trago este fado de viver intensamente
[00:23.89] No peito, a chama que há de sempre arder
[00:27.03] Gaivota em terra, tempestade eminente
[00:30.85] Do cruz ao peito não há nada que temer
[00:34.94] Bordei palavras e signos na pele
[00:38.38] E deixei lágrimas à mercê da sorte
[00:41.93] Os meus segredos não rimam no papel
[00:45.22] E até rendida, eu não me dou à morte
[00:49.24] Tenho uma janela aberta no meu peito, escancarada
[00:53.30] De ferro forjado, não te piques a entrar
[00:56.48] Eu vou esconder-me por trás da renda branca, bordada
[01:00.47] E pelo rio dos meus olhos, navegar
[01:03.90]
[01:17.82] Ó santo Antônio, ensina-me os limites
[01:21.93] Desta vivência eterna num segundo
[01:25.62] Para os meus olhos não brilharem sempre tristes
[01:29.11] E o coração não andar tão moribundo
[01:32.89] Pois neste fado dispenso normalidades
[01:36.41] E vivo o instante como se não houvesse fim
[01:39.63] Eu me apaixono por pessoas e cidades
[01:43.67] E hei de morrer deste amor que nasce em mim
[01:47.35] Tenho uma janela aberta no meu peito, escancarada
[01:51.32] De ferro forjado, não te piques a entrar
[01:54.62] Eu vou esconder-me por trás da renda branca, bordada
[01:58.48] E pelo rio dos meus olhos, navegar
[02:02.28]
[02:16.59] Tenho uma janela aberta no meu peito, escancarada
[02:20.50] De ferro forjado, não te piques a entrar
[02:23.93] Eu vou esconder-me por trás da renda branca, bordada
[02:31.67] E pelo rio dos meus olhos, navegar
[02:36.37]

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