Tantas Lisboas
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⏱️ 2:49 duration
🆔 ID: 1913778
📜 Lyrics
Às vezes olho as luzes da cidade
Mas não consigo dar um passo em frente
Há dias em que é tanta a claridade
Que a gente fica cega de repente
Há dias em que é tanta a claridade
Que a gente fica cega de repente
Nos becos mais sombrios e mais escuros
Consigo ver a alma das pessoas
Correndo ruas e galgando muros
É que eu descubro haver tantas Lisboas
Correndo ruas e galgando muros
É que eu descubro haver tantas Lisboas
Existe uma cidade em cada esquina
E cada esquina guarda algum segredo
Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
Quem não o faz sujeita-se ao degredo
Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
Quem não o faz sujeita-se ao degredo
São tantas as Lisboas, só um Tejo
O rio que é quase um mar quando aqui chega
São tantas que eu às vezes nem as vejo
Pois, quando há luz demais a gente cega
São tantas que eu às vezes nem as vejo
Pois, quando há luz demais a gente cega
Mas não consigo dar um passo em frente
Há dias em que é tanta a claridade
Que a gente fica cega de repente
Há dias em que é tanta a claridade
Que a gente fica cega de repente
Nos becos mais sombrios e mais escuros
Consigo ver a alma das pessoas
Correndo ruas e galgando muros
É que eu descubro haver tantas Lisboas
Correndo ruas e galgando muros
É que eu descubro haver tantas Lisboas
Existe uma cidade em cada esquina
E cada esquina guarda algum segredo
Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
Quem não o faz sujeita-se ao degredo
Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
Quem não o faz sujeita-se ao degredo
São tantas as Lisboas, só um Tejo
O rio que é quase um mar quando aqui chega
São tantas que eu às vezes nem as vejo
Pois, quando há luz demais a gente cega
São tantas que eu às vezes nem as vejo
Pois, quando há luz demais a gente cega
⏱️ Synced Lyrics
[00:10.28] Às vezes olho as luzes da cidade
[00:15.65] Mas não consigo dar um passo em frente
[00:21.11] Há dias em que é tanta a claridade
[00:26.23] Que a gente fica cega de repente
[00:31.71] Há dias em que é tanta a claridade
[00:37.17] Que a gente fica cega de repente
[00:42.39] Nos becos mais sombrios e mais escuros
[00:47.59] Consigo ver a alma das pessoas
[00:53.39] Correndo ruas e galgando muros
[00:58.32] É que eu descubro haver tantas Lisboas
[01:04.33] Correndo ruas e galgando muros
[01:09.08] É que eu descubro haver tantas Lisboas
[01:15.02]
[01:37.05] Existe uma cidade em cada esquina
[01:42.54] E cada esquina guarda algum segredo
[01:47.80] Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
[01:53.29] Quem não o faz sujeita-se ao degredo
[01:58.52] Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
[02:02.78] Quem não o faz sujeita-se ao degredo
[02:08.95] São tantas as Lisboas, só um Tejo
[02:14.32] O rio que é quase um mar quando aqui chega
[02:19.62] São tantas que eu às vezes nem as vejo
[02:24.62] Pois, quando há luz demais a gente cega
[02:34.30] São tantas que eu às vezes nem as vejo
[02:39.07] Pois, quando há luz demais a gente cega
[02:44.05]
[00:15.65] Mas não consigo dar um passo em frente
[00:21.11] Há dias em que é tanta a claridade
[00:26.23] Que a gente fica cega de repente
[00:31.71] Há dias em que é tanta a claridade
[00:37.17] Que a gente fica cega de repente
[00:42.39] Nos becos mais sombrios e mais escuros
[00:47.59] Consigo ver a alma das pessoas
[00:53.39] Correndo ruas e galgando muros
[00:58.32] É que eu descubro haver tantas Lisboas
[01:04.33] Correndo ruas e galgando muros
[01:09.08] É que eu descubro haver tantas Lisboas
[01:15.02]
[01:37.05] Existe uma cidade em cada esquina
[01:42.54] E cada esquina guarda algum segredo
[01:47.80] Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
[01:53.29] Quem não o faz sujeita-se ao degredo
[01:58.52] Quem o desvenda sabe ler-lhe a sina
[02:02.78] Quem não o faz sujeita-se ao degredo
[02:08.95] São tantas as Lisboas, só um Tejo
[02:14.32] O rio que é quase um mar quando aqui chega
[02:19.62] São tantas que eu às vezes nem as vejo
[02:24.62] Pois, quando há luz demais a gente cega
[02:34.30] São tantas que eu às vezes nem as vejo
[02:39.07] Pois, quando há luz demais a gente cega
[02:44.05]