No Ponteio Da Viola
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🆔 ID: 20514247
📜 Lyrics
Aprendi tocar viola e não tive professor
Fiz esse pagode novo só pra mostrar meu valor
E dizer algumas coisas que um dia alguém me contou
É um ditado muito certo, já dizia meu avô
Na boca de quem não presta, o que é bom não tem valor
Sou uma cabocla do mato, canto com os passarinhos
Com Deus e a viola no braço eu nunca estou sozinha
No jardim que eu cultivo, roseira não dá espinho
Pra uma ave abandonada, oito garrancho é um ninho
Pra quem já está perdido, qualquer vereda é caminho
Água bate em pedra dura que fura e não amolece
A lavoura que eu planto, mesmo que não chove, cresce
Sei que quem bate não lembra, quem apanha não esquece
Desprezo de um falso amor meu coração não padece
Terreiro que o galo canta, a galinhada obedece
Na entrada do portão, tapete vira capacho
Na cordilheira dos Andes bananeira não dá em cacho
No ponteio da viola meus dedos correm no aço
No batidão do pagode tudo o que eu procuro, eu acho
Dou a viola de presente pra quem fizer o que eu faço
Fiz esse pagode novo só pra mostrar meu valor
E dizer algumas coisas que um dia alguém me contou
É um ditado muito certo, já dizia meu avô
Na boca de quem não presta, o que é bom não tem valor
Sou uma cabocla do mato, canto com os passarinhos
Com Deus e a viola no braço eu nunca estou sozinha
No jardim que eu cultivo, roseira não dá espinho
Pra uma ave abandonada, oito garrancho é um ninho
Pra quem já está perdido, qualquer vereda é caminho
Água bate em pedra dura que fura e não amolece
A lavoura que eu planto, mesmo que não chove, cresce
Sei que quem bate não lembra, quem apanha não esquece
Desprezo de um falso amor meu coração não padece
Terreiro que o galo canta, a galinhada obedece
Na entrada do portão, tapete vira capacho
Na cordilheira dos Andes bananeira não dá em cacho
No ponteio da viola meus dedos correm no aço
No batidão do pagode tudo o que eu procuro, eu acho
Dou a viola de presente pra quem fizer o que eu faço
⏱️ Synced Lyrics
[00:18.76] Aprendi tocar viola e não tive professor
[00:23.16] Fiz esse pagode novo só pra mostrar meu valor
[00:27.25] E dizer algumas coisas que um dia alguém me contou
[00:31.26] É um ditado muito certo, já dizia meu avô
[00:35.33] Na boca de quem não presta, o que é bom não tem valor
[00:55.89] Sou uma cabocla do mato, canto com os passarinhos
[01:00.43] Com Deus e a viola no braço eu nunca estou sozinha
[01:04.45] No jardim que eu cultivo, roseira não dá espinho
[01:08.64] Pra uma ave abandonada, oito garrancho é um ninho
[01:12.88] Pra quem já está perdido, qualquer vereda é caminho
[01:39.53] Água bate em pedra dura que fura e não amolece
[01:43.72] A lavoura que eu planto, mesmo que não chove, cresce
[01:47.94] Sei que quem bate não lembra, quem apanha não esquece
[01:52.00] Desprezo de um falso amor meu coração não padece
[01:56.28] Terreiro que o galo canta, a galinhada obedece
[02:15.07] Na entrada do portão, tapete vira capacho
[02:21.12] Na cordilheira dos Andes bananeira não dá em cacho
[02:25.23] No ponteio da viola meus dedos correm no aço
[02:29.32] No batidão do pagode tudo o que eu procuro, eu acho
[02:33.51] Dou a viola de presente pra quem fizer o que eu faço
[02:38.39]
[00:23.16] Fiz esse pagode novo só pra mostrar meu valor
[00:27.25] E dizer algumas coisas que um dia alguém me contou
[00:31.26] É um ditado muito certo, já dizia meu avô
[00:35.33] Na boca de quem não presta, o que é bom não tem valor
[00:55.89] Sou uma cabocla do mato, canto com os passarinhos
[01:00.43] Com Deus e a viola no braço eu nunca estou sozinha
[01:04.45] No jardim que eu cultivo, roseira não dá espinho
[01:08.64] Pra uma ave abandonada, oito garrancho é um ninho
[01:12.88] Pra quem já está perdido, qualquer vereda é caminho
[01:39.53] Água bate em pedra dura que fura e não amolece
[01:43.72] A lavoura que eu planto, mesmo que não chove, cresce
[01:47.94] Sei que quem bate não lembra, quem apanha não esquece
[01:52.00] Desprezo de um falso amor meu coração não padece
[01:56.28] Terreiro que o galo canta, a galinhada obedece
[02:15.07] Na entrada do portão, tapete vira capacho
[02:21.12] Na cordilheira dos Andes bananeira não dá em cacho
[02:25.23] No ponteio da viola meus dedos correm no aço
[02:29.32] No batidão do pagode tudo o que eu procuro, eu acho
[02:33.51] Dou a viola de presente pra quem fizer o que eu faço
[02:38.39]