Lábios Que Beijei
🎵 1190 characters
⏱️ 4:27 duration
🆔 ID: 21480935
📜 Lyrics
Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Numa noite de luar assim
O mar, na solidão, bramia
E o vento, a soluçar, pedia
Que fosses sincero para mim
Nada tu ouvistes
E logo partistes
Para os braços de outro amor
Eu fiquei chorando
Minha mágoa cantando
Sou a estátua perenal da dor
Passo os dias soluçando com meu pinho
Carpindo a minha dor sozinha
Sem esperanças de vê-lo jamais
Deus, tem compaixão dessa infeliz
Por que sofrer assim?
Compadecei-vos dos meus ais
Sua imagem permanece imaculada
Em minha retina cansada
De chorar por teu amor
Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Volta, dai lenitivo à minha dor
O mar, na solidão, bramia
E o vento, a soluçar, pedia
Que fosses sincero para mim
Nada tu ouvistes
E logo partistes
Para os braços de outro amor
Eu fiquei chorando
Minha mágoa cantando
Sou a estátua perenal da dor
Passo os dias soluçando com meu pinho
Carpindo a minha dor sozinha
Sem esperanças de vê-lo jamais
Deus, tem compaixão dessa infeliz
Por que sofrer assim?
Compadecei-vos dos meus ais
Sua imagem permanece imaculada
Em minha retina cansada
De chorar por teu amor
Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Volta, dai lenitivo à minha dor
Mãos que eu afaguei
Numa noite de luar assim
O mar, na solidão, bramia
E o vento, a soluçar, pedia
Que fosses sincero para mim
Nada tu ouvistes
E logo partistes
Para os braços de outro amor
Eu fiquei chorando
Minha mágoa cantando
Sou a estátua perenal da dor
Passo os dias soluçando com meu pinho
Carpindo a minha dor sozinha
Sem esperanças de vê-lo jamais
Deus, tem compaixão dessa infeliz
Por que sofrer assim?
Compadecei-vos dos meus ais
Sua imagem permanece imaculada
Em minha retina cansada
De chorar por teu amor
Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Volta, dai lenitivo à minha dor
O mar, na solidão, bramia
E o vento, a soluçar, pedia
Que fosses sincero para mim
Nada tu ouvistes
E logo partistes
Para os braços de outro amor
Eu fiquei chorando
Minha mágoa cantando
Sou a estátua perenal da dor
Passo os dias soluçando com meu pinho
Carpindo a minha dor sozinha
Sem esperanças de vê-lo jamais
Deus, tem compaixão dessa infeliz
Por que sofrer assim?
Compadecei-vos dos meus ais
Sua imagem permanece imaculada
Em minha retina cansada
De chorar por teu amor
Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Volta, dai lenitivo à minha dor