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08_Absurdo

👤 Vanessa da Mata 🎼 Vanessa da Mata_Novo ⏱️ 3:27
🎵 1049 characters
⏱️ 3:27 duration
🆔 ID: 21610322

📜 Lyrics

(Hum!)
Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo

Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está

Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz

Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem infértil deserto
Nunca pensei que chegasse aqui

Auto-destrutivos
Falsas vitimas nocivas

Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados

Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava

Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão

Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro

Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi

Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar

⏱️ Synced Lyrics

[00:13.98] (Hum!)
[00:15.23] Havia tanto pra lhe contar
[00:19.92] A natureza
[00:21.84] Mudava a forma o estado e o lugar
[00:26.50] Era absurdo
[00:28.98] Havia tanto pra lhe mostrar
[00:33.37] Era tão belo
[00:35.52] Mas olhe agora o estrago em que está
[00:46.20]
[00:52.85]
[00:55.33] Tapetes fartos de folhas e flores
[00:58.32] O chão do mundo se varre aqui
[01:01.71] Essa idéia do natural ser sujo
[01:04.89] Do inorgânico não se faz
[01:08.51] Destruição é reflexo do humano
[01:11.83] Se a ambição desumana o Ser
[01:15.38] Essa imagem infértil deserto
[01:18.65] Nunca pensei que chegasse aqui
[01:21.32] Auto-destrutivos
[01:27.02] Falsas vitimas nocivas
[01:29.11]
[01:36.58] Havia tanto pra aproveitar
[01:40.89] Sem poderio
[01:43.00] Tantas histórias, tantos sabores
[01:47.93] Capins dourados
[01:50.16] Havia tanto pra respirar
[01:54.46] Era tão fino
[01:56.69] Naqueles rios a gente banhava
[02:00.13]
[02:02.72] Desmatam tudo e reclamam do tempo
[02:06.48] Que ironia conflitante ser
[02:09.28] Desequilíbrio que alimenta as pragas
[02:12.96] Alterado grão, alterado pão
[02:16.14] Sujamos rios, dependemos das águas
[02:19.73] Tanto faz os meios violentos
[02:22.84] Luxúria é ética do perverso vivo
[02:26.27] Morto por dinheiro
[02:29.35] Cores, tantas cores
[02:32.04]
[02:34.69] Tais belezas
[02:38.18] Foram-se
[02:43.13] Versos e estrelas
[02:45.34]
[02:48.36] Tantas fadas que eu não vi
[02:56.30] Falsos bens, progresso?
[03:01.87] Com a mãe, ingratidão
[03:09.98] Deram o galinheiro
[03:15.51] Pra raposa vigiar
[03:18.60]

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