Milonga Abaixo de Mau Tempo
🎵 1717 characters
⏱️ 5:20 duration
🆔 ID: 22733865
📜 Lyrics
Coisa esquisita a gadaria toda
Penando a dor do mango com o focinho n'água
O campo alagado nos obriga à reza
No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas
Olhar triste do gado atravessando o rio
A baba dos cansados afogando a volta
A manhã de quem berra num capão de mato
E o brado de quem cerca repontando a tropa
Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
A enchente anda danada, molestando o pasto
Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
E a bóia que se come, retrucando o tempo
Aparta no rodeio a solidão local
Pealando mal e mal o que a razão quiser
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
Coisa mais sem sorte esta peste medonha
Curando os mais bichados, deu febre no gado
Não fosse a chuvarada se metendo a besta
Traria mil cabeças com a bênção do pago
Dei falta da santinha, limpando os pesuelos
E do terço de tentos nas prece sinuelas
Logo em seguidinha é semana santa
Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la
Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
A enchente anda danada, molestando o pasto
Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
E a bóia que se come, retrucando o tempo
Aparta no rodeio a solidão local
Pealando mal e mal o que a razão quiser
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
Amada
Penando a dor do mango com o focinho n'água
O campo alagado nos obriga à reza
No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas
Olhar triste do gado atravessando o rio
A baba dos cansados afogando a volta
A manhã de quem berra num capão de mato
E o brado de quem cerca repontando a tropa
Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
A enchente anda danada, molestando o pasto
Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
E a bóia que se come, retrucando o tempo
Aparta no rodeio a solidão local
Pealando mal e mal o que a razão quiser
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
Coisa mais sem sorte esta peste medonha
Curando os mais bichados, deu febre no gado
Não fosse a chuvarada se metendo a besta
Traria mil cabeças com a bênção do pago
Dei falta da santinha, limpando os pesuelos
E do terço de tentos nas prece sinuelas
Logo em seguidinha é semana santa
Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la
Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
A enchente anda danada, molestando o pasto
Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
E a bóia que se come, retrucando o tempo
Aparta no rodeio a solidão local
Pealando mal e mal o que a razão quiser
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
Amada, me deu saudade
Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
Amada
⏱️ Synced Lyrics
[00:38.29] Coisa esquisita a gadaria toda
[00:42.15] Penando a dor do mango com o focinho n'água
[00:46.24] O campo alagado nos obriga à reza
[00:50.44] No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas
[00:54.34] Olhar triste do gado atravessando o rio
[00:58.54] A baba dos cansados afogando a volta
[01:02.58] A manhã de quem berra num capão de mato
[01:06.95] E o brado de quem cerca repontando a tropa
[01:14.61] Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
[01:19.07] A enchente anda danada, molestando o pasto
[01:22.82] Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
[01:30.72] E a bóia que se come, retrucando o tempo
[01:35.14] Aparta no rodeio a solidão local
[01:39.16] Pealando mal e mal o que a razão quiser
[01:46.77] Amada, me deu saudade
[01:54.49] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[01:58.28] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
[02:07.22] Amada, me deu saudade
[02:14.02] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[02:18.68] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
[02:26.19]
[03:00.68] Coisa mais sem sorte esta peste medonha
[03:04.40] Curando os mais bichados, deu febre no gado
[03:08.40] Não fosse a chuvarada se metendo a besta
[03:13.06] Traria mil cabeças com a bênção do pago
[03:17.13] Dei falta da santinha, limpando os pesuelos
[03:21.16] E do terço de tentos nas prece sinuelas
[03:25.32] Logo em seguidinha é semana santa
[03:29.45] Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la
[03:37.35] Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
[03:41.78] A enchente anda danada, molestando o pasto
[03:45.67] Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
[03:53.16] E a bóia que se come, retrucando o tempo
[03:58.07] Aparta no rodeio a solidão local
[04:02.06] Pealando mal e mal o que a razão quiser
[04:08.92] Amada, me deu saudade
[04:17.01] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[04:21.35] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
[04:29.65] Amada, me deu saudade
[04:36.98] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[04:41.85] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
[04:48.02]
[05:07.69] Amada
[05:14.32]
[00:42.15] Penando a dor do mango com o focinho n'água
[00:46.24] O campo alagado nos obriga à reza
[00:50.44] No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas
[00:54.34] Olhar triste do gado atravessando o rio
[00:58.54] A baba dos cansados afogando a volta
[01:02.58] A manhã de quem berra num capão de mato
[01:06.95] E o brado de quem cerca repontando a tropa
[01:14.61] Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
[01:19.07] A enchente anda danada, molestando o pasto
[01:22.82] Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
[01:30.72] E a bóia que se come, retrucando o tempo
[01:35.14] Aparta no rodeio a solidão local
[01:39.16] Pealando mal e mal o que a razão quiser
[01:46.77] Amada, me deu saudade
[01:54.49] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[01:58.28] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
[02:07.22] Amada, me deu saudade
[02:14.02] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[02:18.68] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa comeu
[02:26.19]
[03:00.68] Coisa mais sem sorte esta peste medonha
[03:04.40] Curando os mais bichados, deu febre no gado
[03:08.40] Não fosse a chuvarada se metendo a besta
[03:13.06] Traria mil cabeças com a bênção do pago
[03:17.13] Dei falta da santinha, limpando os pesuelos
[03:21.16] E do terço de tentos nas prece sinuelas
[03:25.32] Logo em seguidinha é semana santa
[03:29.45] Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la
[03:37.35] Agarre amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
[03:41.78] A enchente anda danada, molestando o pasto
[03:45.67] Ao passo que descampa a pampa dos mil réis
[03:53.16] E a bóia que se come, retrucando o tempo
[03:58.07] Aparta no rodeio a solidão local
[04:02.06] Pealando mal e mal o que a razão quiser
[04:08.92] Amada, me deu saudade
[04:17.01] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[04:21.35] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
[04:29.65] Amada, me deu saudade
[04:36.98] Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
[04:41.85] Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu
[04:48.02]
[05:07.69] Amada
[05:14.32]