Coerente
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⏱️ 3:16 duration
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📜 Lyrics
Trombei com os parça
De que rua que é? Brasa
Se é rima, embaça, nego
Sabe que é coisa rara
Com um flow vagabundo
Olhai por nóis, moribundo
Que bate e apanha nesse sistema solar
Onde o sol só brilha pra quem tem o pataco
Olhando aqui debaixo, gritando
Vou derrubar
Deixei o trabalho
Mas não de trabalhar
Se quiser trombar, vivo
Da ponte pra cá, vem
Sentimento, de nada me para
Rap é meu evangelho
Ressuscito no terceiro verso
Pronto pra nadar sobre a terra
Se me proibirem de andar sobre a água
Nem sempre o final combina
Sou ser de sentido
Sou meu, mas aviso
Sem ter nem um puto
Ideia sustenta meu corpo
Sou todo coração, e assumo
Pelo impulso da batida no pulso
Que pulsa na caixa da vida
Consumo insumos do Legaz
Marolo no horário de almoço
A mente planeja o voo
A rua me mantém disposto
Na cidade, meu povo disperso
Quebrei correntes
Na busca do coerente que me faça respirar
Não foi de repente
Assim, inconsciente
'To subindo o patamar
E pela minha gente
Mato e morro, quero ver tentar
Diz, quem 'tá pela gente?
Se não é nóis mesmo
É difícil de pegar
É difícil de pegar
Zzz assim ó
Te trouxe barras de ouro
Que valem mais que dinheiro
Pois foi lidando com o ouro
Que aprendi a ser ligeiro
Fumando cigarro solto
Esvaziando cinzeiro
Conheço a vista do topo
E o interior dos bueiros
Jogando fácil
Como se fosse mesmo
Fala dos contratempos
Desviando dos ponteiros
Equilibrando a força
Fé e a falta de dinheiro
Torcendo pra essa chuva
Não durar o dia inteiro
Fui educado a respeitar
Sempre os que vêm primeiro
Zr é nós que 'tá
Aquele salve pros parceiro
Trampando muito
Pro meu filho ser herdeiro
Se não me viu em cena
Mais aplaudiu meu roteiro
Quebrei correntes
Na busca do coerente que me faça respirar
Não foi de repente
Assim, inconsciente
'To subindo o patamar
E pela minha gente
Mato e morro, quero ver tentar
Diz, quem 'tá pela gente?
Se não é nóis mesmo
É difícil de pegar
É difícil de pegar
Vambora
De que rua que é? Brasa
Se é rima, embaça, nego
Sabe que é coisa rara
Com um flow vagabundo
Olhai por nóis, moribundo
Que bate e apanha nesse sistema solar
Onde o sol só brilha pra quem tem o pataco
Olhando aqui debaixo, gritando
Vou derrubar
Deixei o trabalho
Mas não de trabalhar
Se quiser trombar, vivo
Da ponte pra cá, vem
Sentimento, de nada me para
Rap é meu evangelho
Ressuscito no terceiro verso
Pronto pra nadar sobre a terra
Se me proibirem de andar sobre a água
Nem sempre o final combina
Sou ser de sentido
Sou meu, mas aviso
Sem ter nem um puto
Ideia sustenta meu corpo
Sou todo coração, e assumo
Pelo impulso da batida no pulso
Que pulsa na caixa da vida
Consumo insumos do Legaz
Marolo no horário de almoço
A mente planeja o voo
A rua me mantém disposto
Na cidade, meu povo disperso
Quebrei correntes
Na busca do coerente que me faça respirar
Não foi de repente
Assim, inconsciente
'To subindo o patamar
E pela minha gente
Mato e morro, quero ver tentar
Diz, quem 'tá pela gente?
Se não é nóis mesmo
É difícil de pegar
É difícil de pegar
Zzz assim ó
Te trouxe barras de ouro
Que valem mais que dinheiro
Pois foi lidando com o ouro
Que aprendi a ser ligeiro
Fumando cigarro solto
Esvaziando cinzeiro
Conheço a vista do topo
E o interior dos bueiros
Jogando fácil
Como se fosse mesmo
Fala dos contratempos
Desviando dos ponteiros
Equilibrando a força
Fé e a falta de dinheiro
Torcendo pra essa chuva
Não durar o dia inteiro
Fui educado a respeitar
Sempre os que vêm primeiro
Zr é nós que 'tá
Aquele salve pros parceiro
Trampando muito
Pro meu filho ser herdeiro
Se não me viu em cena
Mais aplaudiu meu roteiro
Quebrei correntes
Na busca do coerente que me faça respirar
Não foi de repente
Assim, inconsciente
'To subindo o patamar
E pela minha gente
Mato e morro, quero ver tentar
Diz, quem 'tá pela gente?
Se não é nóis mesmo
É difícil de pegar
É difícil de pegar
Vambora