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📜 Lyrics
Eu não tenho paciência
Para quem não tem tempo livre
Liberdade é uma ciência
Ócio também cabe no Louvre
Amanhã não posso, amanhã não posso
Tenho que fingir-me de morto
Às quinze, não devo, às quinze, não devo
Devo horas, tenho enterro
Minha aula de balé
Meu cinema, minha cura
Às sete, pego no pé
Às oito, corte e costura
Há de se chegar a tempo
Se não dança a contradança
À noite, aula de canto
Nunca sobra para esperança
Às sete, não conte, às oito, não conte
Às nove, não conte comigo
Pois eu tenho azar, ois eu tenho azar
E almoço executivo
Cinco horas, chá das cinco
Sentado, mas sem sentido
Onze horas, Jaçanã
Embarquei no trem já partido
Eu não tenho paciência
Para quem não tem tempo livre
Liberdade é uma ciência
Ócio também cabe no Louvre
Amanhã não posso, amanhã não posso
Tenho que fingir-me de morto
Às quinze, não devo, às quinze, não devo
Devo horas, tenho enterro
Minha aula de balé
Meu cinema, minha cura
Às sete, pego no pé
Às oito, corte e costura
Há de se chegar a tempo
Se não dança a contradança
Às sete, aula de canto
Nunca sobra para esperança
Às sete, não conte, às oito, não conte
Às nove, não conte comigo
Pois eu tenho azar, ois eu tenho azar
E almoço executivo
Cinco horas, chá das cinco
Sentado, mas sem sentido
Onze horas, Jaçanã
Embarquei no trem já partido
(Não posso ficar)
(Não posso ficar)
(Não posso ficar)
(Não posso ficar)
Para quem não tem tempo livre
Liberdade é uma ciência
Ócio também cabe no Louvre
Amanhã não posso, amanhã não posso
Tenho que fingir-me de morto
Às quinze, não devo, às quinze, não devo
Devo horas, tenho enterro
Minha aula de balé
Meu cinema, minha cura
Às sete, pego no pé
Às oito, corte e costura
Há de se chegar a tempo
Se não dança a contradança
À noite, aula de canto
Nunca sobra para esperança
Às sete, não conte, às oito, não conte
Às nove, não conte comigo
Pois eu tenho azar, ois eu tenho azar
E almoço executivo
Cinco horas, chá das cinco
Sentado, mas sem sentido
Onze horas, Jaçanã
Embarquei no trem já partido
Eu não tenho paciência
Para quem não tem tempo livre
Liberdade é uma ciência
Ócio também cabe no Louvre
Amanhã não posso, amanhã não posso
Tenho que fingir-me de morto
Às quinze, não devo, às quinze, não devo
Devo horas, tenho enterro
Minha aula de balé
Meu cinema, minha cura
Às sete, pego no pé
Às oito, corte e costura
Há de se chegar a tempo
Se não dança a contradança
Às sete, aula de canto
Nunca sobra para esperança
Às sete, não conte, às oito, não conte
Às nove, não conte comigo
Pois eu tenho azar, ois eu tenho azar
E almoço executivo
Cinco horas, chá das cinco
Sentado, mas sem sentido
Onze horas, Jaçanã
Embarquei no trem já partido
(Não posso ficar)
(Não posso ficar)
(Não posso ficar)
(Não posso ficar)