Sampa
🎵 1256 characters
⏱️ 3:18 duration
🆔 ID: 24245443
📜 Lyrics
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee, a tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi
De mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Panaméricas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mas possível novo quilombo de Zumbi
E os novos baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa
Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee, a tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi
De mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Panaméricas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mas possível novo quilombo de Zumbi
E os novos baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa
⏱️ Synced Lyrics
[00:08.07] Alguma coisa acontece no meu coração
[00:14.99] Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
[00:22.87] É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
[00:30.15]
[00:32.35] Da dura poesia concreta de tuas esquinas
[00:38.68] Da deselegância discreta de tuas meninas
[00:46.45] Ainda não havia para mim Rita Lee, a tua mais completa tradução
[00:54.53] Alguma coisa acontece no meu coração
[01:00.32] Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
[01:07.27]
[01:09.68] Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
[01:17.10]
[01:19.28] Chamei de mau gosto o que vi
[01:23.34] De mau gosto, mau gosto
[01:26.96] É que Narciso acha feio o que não é espelho
[01:34.56] E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
[01:41.15] Nada do que não era antes quando não somos mutantes
[01:46.21] E foste um difícil começo
[01:51.27] Afasto o que não conheço
[01:53.62] E quem vem de outro sonho feliz de cidade
[01:56.87] Aprende depressa a chamar-te de realidade
[02:03.03] Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
[02:11.58] Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
[02:19.52] Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
[02:28.45] Da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
[02:36.82] Eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
[02:43.32] Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
[02:50.26] Panaméricas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
[02:56.57] Mas possível novo quilombo de Zumbi
[02:59.85] E os novos baianos passeiam na tua garoa
[03:06.71] E novos baianos te podem curtir numa boa
[03:11.67]
[00:14.99] Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
[00:22.87] É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
[00:30.15]
[00:32.35] Da dura poesia concreta de tuas esquinas
[00:38.68] Da deselegância discreta de tuas meninas
[00:46.45] Ainda não havia para mim Rita Lee, a tua mais completa tradução
[00:54.53] Alguma coisa acontece no meu coração
[01:00.32] Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João
[01:07.27]
[01:09.68] Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
[01:17.10]
[01:19.28] Chamei de mau gosto o que vi
[01:23.34] De mau gosto, mau gosto
[01:26.96] É que Narciso acha feio o que não é espelho
[01:34.56] E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
[01:41.15] Nada do que não era antes quando não somos mutantes
[01:46.21] E foste um difícil começo
[01:51.27] Afasto o que não conheço
[01:53.62] E quem vem de outro sonho feliz de cidade
[01:56.87] Aprende depressa a chamar-te de realidade
[02:03.03] Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
[02:11.58] Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
[02:19.52] Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
[02:28.45] Da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
[02:36.82] Eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
[02:43.32] Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
[02:50.26] Panaméricas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
[02:56.57] Mas possível novo quilombo de Zumbi
[02:59.85] E os novos baianos passeiam na tua garoa
[03:06.71] E novos baianos te podem curtir numa boa
[03:11.67]