As Caravanas (Ao Vivo)
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⏱️ 2:51 duration
🆔 ID: 25016749
📜 Lyrics
É um dia de real grandeza, tudo azul
Um mar turquesa à la Istambul
Enchendo os olhos
E um sol de torrar os miolos
Quando pinta em Copacabana
A caravana do Arará
Do Caxangá, da Chatuba
A caravana do Irajá
O comboio da Penha
Não há barreira que retenha
Esses estranhos
Suburbanos tipo muçulmanos
Do Jacarezinho
A caminho do Jardim de Alá
É o bicho, é o buchicho, é a charanga
Diz que malocam seus facões e adagas
Em sungas estufadas e calções disformes
Diz que eles têm picas enormes
E seus sacos são granadas
Lá das quebradas da Maré
Com negros torsos nus deixam em polvorosa
A gente ordeira e virtuosa que apela
Pra polícia despachar de volta
O populacho pra favela
Ou pra Benguela, ou pra Guiné
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar
Engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana do Arará
Não há, não há
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar
Engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana, nem caravana
Nem caravana do Arará
Um mar turquesa à la Istambul
Enchendo os olhos
E um sol de torrar os miolos
Quando pinta em Copacabana
A caravana do Arará
Do Caxangá, da Chatuba
A caravana do Irajá
O comboio da Penha
Não há barreira que retenha
Esses estranhos
Suburbanos tipo muçulmanos
Do Jacarezinho
A caminho do Jardim de Alá
É o bicho, é o buchicho, é a charanga
Diz que malocam seus facões e adagas
Em sungas estufadas e calções disformes
Diz que eles têm picas enormes
E seus sacos são granadas
Lá das quebradas da Maré
Com negros torsos nus deixam em polvorosa
A gente ordeira e virtuosa que apela
Pra polícia despachar de volta
O populacho pra favela
Ou pra Benguela, ou pra Guiné
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar
Engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana do Arará
Não há, não há
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar
Engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana, nem caravana
Nem caravana do Arará
⏱️ Synced Lyrics
[00:08.14] É um dia de real grandeza, tudo azul
[00:11.69] Um mar turquesa à la Istambul
[00:12.97] Enchendo os olhos
[00:14.78] E um sol de torrar os miolos
[00:16.78] Quando pinta em Copacabana
[00:18.81] A caravana do Arará
[00:19.93] Do Caxangá, da Chatuba
[00:22.87] A caravana do Irajá
[00:25.26] O comboio da Penha
[00:27.66] Não há barreira que retenha
[00:28.81] Esses estranhos
[00:29.64] Suburbanos tipo muçulmanos
[00:31.52] Do Jacarezinho
[00:33.37] A caminho do Jardim de Alá
[00:35.31] É o bicho, é o buchicho, é a charanga
[00:39.16] Diz que malocam seus facões e adagas
[00:41.68] Em sungas estufadas e calções disformes
[00:44.83] Diz que eles têm picas enormes
[00:47.89] E seus sacos são granadas
[00:49.15] Lá das quebradas da Maré
[00:54.76] Com negros torsos nus deixam em polvorosa
[00:58.51] A gente ordeira e virtuosa que apela
[01:01.48] Pra polícia despachar de volta
[01:03.57] O populacho pra favela
[01:04.39] Ou pra Benguela, ou pra Guiné
[01:09.91] Sol, a culpa deve ser do sol
[01:16.00] Que bate na moleira, o sol
[01:19.12] Que estoura as veias, o suor
[01:21.69] Que embaça os olhos e a razão
[01:25.26] E essa zoeira dentro da prisão
[01:28.52] Crioulos empilhados no porão
[01:31.13] De caravelas no alto mar
[01:35.62]
[01:38.25] Tem que bater, tem que matar
[01:39.90] Engrossa a gritaria
[01:41.41] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[01:44.34] Ou doido sou eu que escuto vozes
[01:47.30] Não há gente tão insana
[01:48.84] Nem caravana do Arará
[01:52.52] Não há, não há
[01:56.87] Sol, a culpa deve ser do sol
[02:02.41] Que bate na moleira, o sol
[02:05.93] Que estoura as veias, o suor
[02:08.52] Que embaça os olhos e a razão
[02:12.23] E essa zoeira dentro da prisão
[02:16.31] Crioulos empilhados no porão
[02:18.84] De caravelas no alto mar
[02:24.78] Tem que bater, tem que matar
[02:27.10] Engrossa a gritaria
[02:28.58] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[02:30.68] Ou doido sou eu que escuto vozes
[02:33.95] Não há gente tão insana
[02:35.64] Nem caravana, nem caravana
[02:39.00] Nem caravana do Arará
[02:51.64]
[00:11.69] Um mar turquesa à la Istambul
[00:12.97] Enchendo os olhos
[00:14.78] E um sol de torrar os miolos
[00:16.78] Quando pinta em Copacabana
[00:18.81] A caravana do Arará
[00:19.93] Do Caxangá, da Chatuba
[00:22.87] A caravana do Irajá
[00:25.26] O comboio da Penha
[00:27.66] Não há barreira que retenha
[00:28.81] Esses estranhos
[00:29.64] Suburbanos tipo muçulmanos
[00:31.52] Do Jacarezinho
[00:33.37] A caminho do Jardim de Alá
[00:35.31] É o bicho, é o buchicho, é a charanga
[00:39.16] Diz que malocam seus facões e adagas
[00:41.68] Em sungas estufadas e calções disformes
[00:44.83] Diz que eles têm picas enormes
[00:47.89] E seus sacos são granadas
[00:49.15] Lá das quebradas da Maré
[00:54.76] Com negros torsos nus deixam em polvorosa
[00:58.51] A gente ordeira e virtuosa que apela
[01:01.48] Pra polícia despachar de volta
[01:03.57] O populacho pra favela
[01:04.39] Ou pra Benguela, ou pra Guiné
[01:09.91] Sol, a culpa deve ser do sol
[01:16.00] Que bate na moleira, o sol
[01:19.12] Que estoura as veias, o suor
[01:21.69] Que embaça os olhos e a razão
[01:25.26] E essa zoeira dentro da prisão
[01:28.52] Crioulos empilhados no porão
[01:31.13] De caravelas no alto mar
[01:35.62]
[01:38.25] Tem que bater, tem que matar
[01:39.90] Engrossa a gritaria
[01:41.41] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[01:44.34] Ou doido sou eu que escuto vozes
[01:47.30] Não há gente tão insana
[01:48.84] Nem caravana do Arará
[01:52.52] Não há, não há
[01:56.87] Sol, a culpa deve ser do sol
[02:02.41] Que bate na moleira, o sol
[02:05.93] Que estoura as veias, o suor
[02:08.52] Que embaça os olhos e a razão
[02:12.23] E essa zoeira dentro da prisão
[02:16.31] Crioulos empilhados no porão
[02:18.84] De caravelas no alto mar
[02:24.78] Tem que bater, tem que matar
[02:27.10] Engrossa a gritaria
[02:28.58] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[02:30.68] Ou doido sou eu que escuto vozes
[02:33.95] Não há gente tão insana
[02:35.64] Nem caravana, nem caravana
[02:39.00] Nem caravana do Arará
[02:51.64]