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Não Podemo Se Entregá Pros Home

👤 Leopoldo Rassier 🎼 O Melhor Dos Festivais Gaúchos, Vol 2 ⏱️ 4:29
🎵 2137 characters
⏱️ 4:29 duration
🆔 ID: 27320820

📜 Lyrics

O gaúcho, desde piá, vai aprendendo
A ser valente, não ter medo, ter coragem
Em manotaços dos tempos e em bochinchos
Retempera e moldura a sua imagem

Não podemos se entregar pros home
De jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro
Não podemos se entregar pros home
Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro

Com lanças, cavalo e no peitaço
Foi implantada a fronteira deste chão
Toscas cruzes, solitárias nas coxilhas
A relembrar a valentia de tanto irmão

E apesar dos bons cavalos e dos arreios
De façanhas garruchas carreiradas
A lo largo o tempo foi passando
Plantando novo rumo em suas pousadas

Mas não podemos se entregar pros home
De jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro
Não podemos se entregar pros home
Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro

Vieram cercas, porteiras aramados
Veio o trator com o seu ronco matraqueiro
E no tranco sem fim da evolução
Transformou a paisagem dos potreiros

E ao contemplar o agora de seus campos
O lugar onde seu porte ainda fulgura
O velho taura dá de rédeas no seu eu
E esporeia o futuro com bravura

Não podemos se entregar pros home
De jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro
Não podemos se entregar pros home
Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro

Vieram cercas, porteiras aramados
Veio o trator com o seu ronco matraqueiro
E no tranco sem fim da evolução
Transformou a paisagem dos potreiros

E ao contemplar o agora de seus campos
O lugar onde seu porte ainda fulgura
O velho taura dá de rédeas no seu eu
E esporeia o futuro com bravura

Mas não podemos se entregar pros home
De jeito nenhum, amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro
Não podemos se entregar pros home
Mas de jeito nenhum

⏱️ Synced Lyrics

[00:11.16] O gaúcho, desde piá, vai aprendendo
[00:19.07] A ser valente, não ter medo, ter coragem
[00:27.06] Em manotaços dos tempos e em bochinchos
[00:32.62] Retempera e moldura a sua imagem
[00:36.72]
[00:38.81] Não podemos se entregar pros home
[00:40.35] De jeito nenhum, amigo e companheiro
[00:43.74] Não tá morto quem luta e quem peleia
[00:45.78] Pois lutar é a marca do campeiro
[00:47.45] Não podemos se entregar pros home
[00:50.19] Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro
[00:51.92] Não tá morto quem luta e quem peleia
[00:54.58] Pois lutar é a marca do campeiro
[01:01.13] Com lanças, cavalo e no peitaço
[01:06.89] Foi implantada a fronteira deste chão
[01:11.36] Toscas cruzes, solitárias nas coxilhas
[01:15.84] A relembrar a valentia de tanto irmão
[01:20.67] E apesar dos bons cavalos e dos arreios
[01:25.67] De façanhas garruchas carreiradas
[01:31.45] A lo largo o tempo foi passando
[01:36.56] Plantando novo rumo em suas pousadas
[01:41.96] Mas não podemos se entregar pros home
[01:44.25] De jeito nenhum, amigo e companheiro
[01:46.36] Não tá morto quem luta e quem peleia
[01:48.62] Pois lutar é a marca do campeiro
[01:51.19] Não podemos se entregar pros home
[01:54.03] Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro
[01:57.35] Não tá morto quem luta e quem peleia
[01:58.44] Pois lutar é a marca do campeiro
[02:03.98] Vieram cercas, porteiras aramados
[02:10.63] Veio o trator com o seu ronco matraqueiro
[02:13.13] E no tranco sem fim da evolução
[02:20.04] Transformou a paisagem dos potreiros
[02:24.40] E ao contemplar o agora de seus campos
[02:29.98] O lugar onde seu porte ainda fulgura
[02:35.28] O velho taura dá de rédeas no seu eu
[02:40.32] E esporeia o futuro com bravura
[02:46.13] Não podemos se entregar pros home
[02:47.72] De jeito nenhum, amigo e companheiro
[02:49.51] Não tá morto quem luta e quem peleia
[02:52.09] Pois lutar é a marca do campeiro
[02:54.51] Não podemos se entregar pros home
[02:57.03] Mas de jeito nenhum, amigo e companheiro
[03:00.37] Não tá morto quem luta e quem peleia
[03:01.45] Pois lutar é a marca do campeiro
[03:26.72] Vieram cercas, porteiras aramados
[03:31.22] Veio o trator com o seu ronco matraqueiro
[03:35.88] E no tranco sem fim da evolução
[03:41.39] Transformou a paisagem dos potreiros
[03:45.70] E ao contemplar o agora de seus campos
[03:51.23] O lugar onde seu porte ainda fulgura
[03:55.26] O velho taura dá de rédeas no seu eu
[03:59.16] E esporeia o futuro com bravura
[04:06.89] Mas não podemos se entregar pros home
[04:09.22] De jeito nenhum, amigo e companheiro
[04:11.38] Não tá morto quem luta e quem peleia
[04:14.58] Pois lutar é a marca do campeiro
[04:15.16] Não podemos se entregar pros home
[04:20.93] Mas de jeito nenhum
[04:36.20]

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