O Nosso Portugal
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📜 Lyrics
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Na volta pela nação
Desfrutei do meu caminho
Com o cabrito e o pão
Que do forno sai quentinho Fui crescendo com o malhão Entre o Douro e o Minho
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Fui indo até ao centro Deste solo lusitano
Sei bem que de momento O fado é soberano
Mas caí no andamento Do Cante Alentejano
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Virada a sul do país
Sigo um novo caminho
O acordeão é quem diz
Se o pé bate certinho O povo dança feliz
Sempre ao som do corridinho
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
E quando chego à Madeira
Recebem-me com carinho
A poncha é de primeira
O bolo do caco quentinho
E dança-se a noite inteira
Sempre ao toque do Bailinho
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
As velhinhas dos açores
Todos querem cantar
Encantada pelos sabores Das lapas que vão grelhar Perdida entre tantas cores Ao Norte hei-de voltar
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal"
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Na volta pela nação
Desfrutei do meu caminho
Com o cabrito e o pão
Que do forno sai quentinho Fui crescendo com o malhão Entre o Douro e o Minho
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Fui indo até ao centro Deste solo lusitano
Sei bem que de momento O fado é soberano
Mas caí no andamento Do Cante Alentejano
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Virada a sul do país
Sigo um novo caminho
O acordeão é quem diz
Se o pé bate certinho O povo dança feliz
Sempre ao som do corridinho
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
E quando chego à Madeira
Recebem-me com carinho
A poncha é de primeira
O bolo do caco quentinho
E dança-se a noite inteira
Sempre ao toque do Bailinho
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
As velhinhas dos açores
Todos querem cantar
Encantada pelos sabores Das lapas que vão grelhar Perdida entre tantas cores Ao Norte hei-de voltar
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal
Não há beleza igual, à do nosso Portugal"