Filosofia
🎵 593 characters
⏱️ 3:03 duration
🆔 ID: 29174422
📜 Lyrics
O mundo me condena,
E ninguém tem pena,
Falando sempre mal do meu nome,
Deixando de saber,
Seu eu vou morrer de sede,
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia,
Hoje me auxilia,
A viver indiferente assim,
Nesta prontidão sem fim,
Vou fingindo que sou rico,
Pra ninguém zombar de mim.
Não me incomodo,
Que você me diga,
Que a sociedade é minha inimiga,
Pois cantando neste mundo,
Vivo escravo do meu samba,
Muito embora vagabundo.
Quanto a você,
Da aristocracia,
Que tem dinheiro,
Mas não compra alegria,
Há de viver eternamente,
Sendo escrava dessa gente,
Que cultiva a hipocrisia.
E ninguém tem pena,
Falando sempre mal do meu nome,
Deixando de saber,
Seu eu vou morrer de sede,
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia,
Hoje me auxilia,
A viver indiferente assim,
Nesta prontidão sem fim,
Vou fingindo que sou rico,
Pra ninguém zombar de mim.
Não me incomodo,
Que você me diga,
Que a sociedade é minha inimiga,
Pois cantando neste mundo,
Vivo escravo do meu samba,
Muito embora vagabundo.
Quanto a você,
Da aristocracia,
Que tem dinheiro,
Mas não compra alegria,
Há de viver eternamente,
Sendo escrava dessa gente,
Que cultiva a hipocrisia.
⏱️ Synced Lyrics
[00:08.83] O mundo me condena,
[00:10.88] E ninguém tem pena,
[00:13.16] Falando sempre mal do meu nome,
[00:17.02] Deixando de saber,
[00:18.87] Seu eu vou morrer de sede,
[00:23.42] Ou se vou morrer de fome.
[00:24.46] Mas a filosofia,
[00:24.70] Hoje me auxilia,
[00:29.01]
[00:32.07] A viver indiferente assim,
[00:36.14] Nesta prontidão sem fim,
[00:39.26] Vou fingindo que sou rico,
[00:41.36] Pra ninguém zombar de mim.
[00:45.31] Não me incomodo,
[00:45.69] Que você me diga,
[00:48.53] Que a sociedade é minha inimiga,
[00:53.92] Pois cantando neste mundo,
[00:57.27] Vivo escravo do meu samba,
[00:58.52] Muito embora vagabundo.
[00:58.83] Quanto a você,
[01:04.44] Da aristocracia,
[01:05.84] Que tem dinheiro,
[01:07.29] Mas não compra alegria,
[01:13.19] Há de viver eternamente,
[02:20.69] Sendo escrava dessa gente,
[02:27.10]
[02:44.96] Que cultiva a hipocrisia.
[02:48.56]
[00:10.88] E ninguém tem pena,
[00:13.16] Falando sempre mal do meu nome,
[00:17.02] Deixando de saber,
[00:18.87] Seu eu vou morrer de sede,
[00:23.42] Ou se vou morrer de fome.
[00:24.46] Mas a filosofia,
[00:24.70] Hoje me auxilia,
[00:29.01]
[00:32.07] A viver indiferente assim,
[00:36.14] Nesta prontidão sem fim,
[00:39.26] Vou fingindo que sou rico,
[00:41.36] Pra ninguém zombar de mim.
[00:45.31] Não me incomodo,
[00:45.69] Que você me diga,
[00:48.53] Que a sociedade é minha inimiga,
[00:53.92] Pois cantando neste mundo,
[00:57.27] Vivo escravo do meu samba,
[00:58.52] Muito embora vagabundo.
[00:58.83] Quanto a você,
[01:04.44] Da aristocracia,
[01:05.84] Que tem dinheiro,
[01:07.29] Mas não compra alegria,
[01:13.19] Há de viver eternamente,
[02:20.69] Sendo escrava dessa gente,
[02:27.10]
[02:44.96] Que cultiva a hipocrisia.
[02:48.56]