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Pra Cima, Ciça!

👤 Rio Carnaval, Unidos do Viradouro, Wander Pires 🎼 Pra Cima, Ciça! ⏱️ 5:54
🎵 3344 characters
⏱️ 5:54 duration
🆔 ID: 29519484

📜 Lyrics

Se eu for morrer de amor, que seja no samba
Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
Não esperamos a saudade pra cantar
Do mestre dos mestres, herdei o tambor

Se eu for morrer de amor, que seja no samba
Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
Não esperamos a saudade pra cantar
Do mestre dos mestres, herdei o tambor

Eu vi a vida pulsar como fosse canção
Milhões de compassos pra eternizar
Em cada batida do meu coração
O som que reflete o seu batucar

Lá, onde o samba fez berço, do alto do morro
Um menino orgulha Ismael, bicho novo
Forjado nas garras do velho leão

Contam no Largo do Estácio
O destino em seu passo
Que fez, pouco a pouco, uma chama acender
Traz surdo, tarol e repique pro mestre reger

Quando o apito ressoa, parece magia
Num trem caipira, no olhar da baiana
Medalha de ouro, swing perfeito
Que marca no peito da escola de samba

Quando o apito ressoa, parece magia
Num trem caipira, no olhar da baiana
Medalha de ouro, swing perfeito
Que marca no peito da escola de samba

Se a vida é um enredo, desfilou outros amores
Maestro fez do couro, sinfonia
Na ousadia dos seus tambores

Peça perfeita pra me completar
Feiticeiro das evocações
Atabaque mandou te chamar
Pra macumba jogar poeira
No alto, vai resistir a caixa de Moacyr
Legado do mestre Caveira

Sou eu mais um batuqueiro a pulsar por você
Ciça, gratidão pelas lições que eu pude aprender
E hoje, aos teus pés
Somos todos um nessa avenida
Num furacão que nunca vai ter fim
Nossa história não encontra despedida

Se eu for morrer de amor, que seja no samba
Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
Não esperamos a saudade pra cantar
Do mestre dos mestres, herdei o tambor

Se eu for morrer de amor, que seja no samba
Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
Não esperamos a saudade pra cantar
Do mestre dos mestres, herdei o tambor

Eu vi a vida pulsar como fosse canção
Milhões de compassos pra eternizar
Em cada batida do meu coração
O som que reflete o seu batucar

Lá, onde o samba fez berço, do alto do morro
Um menino orgulha Ismael, bicho novo
Forjado nas garras do velho leão

Contam no Largo do Estácio
O destino em seu passo
Que fez, pouco a pouco, uma chama acender
Traz surdo, tarol e repique pro mestre reger

Quando o apito ressoa, parece magia
Num trem caipira, no olhar da baiana
Medalha de ouro, swing perfeito
Que marca no peito da escola de samba

Quando o apito ressoa, parece magia
Num trem caipira, no olhar da baiana
Medalha de ouro, swing perfeito
Que marca no peito da escola de samba

Se a vida é um enredo, desfilou outros amores
Maestro fez do couro, sinfonia
Na ousadia dos seus tambores

Peça perfeita pra me completar
Feiticeiro das evocações
Atabaque mandou te chamar
Pra macumba jogar poeira
No alto, vai resistir a caixa de Moacyr
Legado do mestre Caveira

Sou eu mais um batuqueiro a pulsar por você
Ciça, gratidão pelas lições que eu pude aprender
E hoje, aos teus pés
Somos todos um nessa avenida
Num furacão que nunca vai ter fim
Nossa história não encontra despedida

Se eu for morrer de amor, que seja no samba
Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
Não esperamos a saudade pra cantar
Do mestre dos mestres, herdei o tambor

Se eu for morrer de amor, que seja no samba
Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
Não esperamos a saudade pra cantar
Do mestre dos mestres, herdei o tambor

⏱️ Synced Lyrics

[00:22.55] Se eu for morrer de amor, que seja no samba
[00:26.50] Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
[00:30.02] Não esperamos a saudade pra cantar
[00:32.32] Do mestre dos mestres, herdei o tambor
[00:36.25] Se eu for morrer de amor, que seja no samba
[00:40.03] Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
[00:43.77] Não esperamos a saudade pra cantar
[00:46.71] Do mestre dos mestres, herdei o tambor
[00:49.99] Eu vi a vida pulsar como fosse canção
[00:55.36] Milhões de compassos pra eternizar
[00:58.89] Em cada batida do meu coração
[01:02.60] O som que reflete o seu batucar
[01:05.66] Lá, onde o samba fez berço, do alto do morro
[01:10.05] Um menino orgulha Ismael, bicho novo
[01:14.05] Forjado nas garras do velho leão
[01:17.55] Contam no Largo do Estácio
[01:20.45] O destino em seu passo
[01:22.69] Que fez, pouco a pouco, uma chama acender
[01:26.15] Traz surdo, tarol e repique pro mestre reger
[01:30.82] Quando o apito ressoa, parece magia
[01:33.98] Num trem caipira, no olhar da baiana
[01:37.63] Medalha de ouro, swing perfeito
[01:40.73] Que marca no peito da escola de samba
[01:43.95] Quando o apito ressoa, parece magia
[01:47.57] Num trem caipira, no olhar da baiana
[01:51.38] Medalha de ouro, swing perfeito
[01:54.30] Que marca no peito da escola de samba
[01:57.89] Se a vida é um enredo, desfilou outros amores
[02:04.83] Maestro fez do couro, sinfonia
[02:08.22] Na ousadia dos seus tambores
[02:11.99] Peça perfeita pra me completar
[02:13.79] Feiticeiro das evocações
[02:15.41] Atabaque mandou te chamar
[02:17.00] Pra macumba jogar poeira
[02:19.07] No alto, vai resistir a caixa de Moacyr
[02:22.24] Legado do mestre Caveira
[02:25.17] Sou eu mais um batuqueiro a pulsar por você
[02:29.63] Ciça, gratidão pelas lições que eu pude aprender
[02:35.46] E hoje, aos teus pés
[02:37.45] Somos todos um nessa avenida
[02:40.89] Num furacão que nunca vai ter fim
[02:44.47] Nossa história não encontra despedida
[02:46.47] Se eu for morrer de amor, que seja no samba
[02:50.08] Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
[02:53.46] Não esperamos a saudade pra cantar
[02:56.43] Do mestre dos mestres, herdei o tambor
[02:59.72] Se eu for morrer de amor, que seja no samba
[03:03.26] Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
[03:06.84] Não esperamos a saudade pra cantar
[03:09.99] Do mestre dos mestres, herdei o tambor
[03:14.45] Eu vi a vida pulsar como fosse canção
[03:19.19] Milhões de compassos pra eternizar
[03:23.33] Em cada batida do meu coração
[03:26.28] O som que reflete o seu batucar
[03:29.44] Lá, onde o samba fez berço, do alto do morro
[03:34.69] Um menino orgulha Ismael, bicho novo
[03:37.86] Forjado nas garras do velho leão
[03:42.14] Contam no Largo do Estácio
[03:45.18] O destino em seu passo
[03:46.28] Que fez, pouco a pouco, uma chama acender
[03:49.66] Traz surdo, tarol e repique pro mestre reger
[03:53.47] Quando o apito ressoa, parece magia
[03:57.77] Num trem caipira, no olhar da baiana
[04:01.56] Medalha de ouro, swing perfeito
[04:03.77] Que marca no peito da escola de samba
[04:07.73] Quando o apito ressoa, parece magia
[04:11.50] Num trem caipira, no olhar da baiana
[04:13.54] Medalha de ouro, swing perfeito
[04:16.16] Que marca no peito da escola de samba
[04:22.25] Se a vida é um enredo, desfilou outros amores
[04:25.59] Maestro fez do couro, sinfonia
[04:31.74] Na ousadia dos seus tambores
[04:35.63] Peça perfeita pra me completar
[04:37.85] Feiticeiro das evocações
[04:39.50] Atabaque mandou te chamar
[04:40.98] Pra macumba jogar poeira
[04:42.57] No alto, vai resistir a caixa de Moacyr
[04:44.92] Legado do mestre Caveira
[04:48.63] Sou eu mais um batuqueiro a pulsar por você
[04:53.82] Ciça, gratidão pelas lições que eu pude aprender
[04:59.11] E hoje, aos teus pés
[05:01.29] Somos todos um nessa avenida
[05:04.11] Num furacão que nunca vai ter fim
[05:07.73] Nossa história não encontra despedida
[05:09.87] Se eu for morrer de amor, que seja no samba
[05:13.95] Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
[05:17.72] Não esperamos a saudade pra cantar
[05:20.42] Do mestre dos mestres, herdei o tambor
[05:24.28] Se eu for morrer de amor, que seja no samba
[05:27.49] Sou Viradouro, onde a arte o consagrou
[05:31.00] Não esperamos a saudade pra cantar
[05:35.23] Do mestre dos mestres, herdei o tambor
[05:52.56]

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