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Disparada

👤 Sergio Reis 🎼 Boiadeiro ⏱️ 4:07
🎵 1518 characters
⏱️ 4:07 duration
🆔 ID: 3021903

📜 Lyrics

Prepare o seu coração
Pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar

Aprendi a dizer não
Ver a morte sem chorar
E a morte, o destino tudo, a morte, o destino tudo
Estava fora de lugar, eu vivo pra consertar

Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
Não por um motivo meu ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu

Boiadeiro muito tempo, laço firme, braço forte
Muito gado e muita gente pela vida segurei
Seguia como num sonho e boiadeiro era um rei

Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando até que um dia acordei

Então não pude seguir, valente lugar tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente

Se você não concordar, não posso me desculpar
Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
Não por mim, nem por ninguém que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu, querer mais longe que eu

Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei, agora sou cavaleiro
Laço firme, braço forte num reino que não tem rei

Lalaiá, laiá, laiá
Laiá, lalá, lalalá
Lalaiá, laiá, laiá
Laiá, lalá, lalaiá

⏱️ Synced Lyrics

[00:10.13] Prepare o seu coração
[00:15.70] Pras coisas que eu vou contar
[00:21.29] Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
[00:31.46] Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar
[00:43.06] Aprendi a dizer não
[00:48.94] Ver a morte sem chorar
[00:54.41] E a morte, o destino tudo, a morte, o destino tudo
[01:04.68] Estava fora de lugar, eu vivo pra consertar
[01:15.61] Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
[01:26.52] Não por um motivo meu ou de quem comigo houvesse
[01:37.44] Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
[01:47.44] Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu
[02:00.27]
[02:07.71] Boiadeiro muito tempo, laço firme, braço forte
[02:12.85] Muito gado e muita gente pela vida segurei
[02:17.58] Seguia como num sonho e boiadeiro era um rei
[02:23.14] Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
[02:27.96] E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
[02:33.05] As visões se clareando até que um dia acordei
[02:38.39] Então não pude seguir, valente lugar tenente
[02:43.12] E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
[02:48.06] Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente
[02:53.94]
[03:02.47] Se você não concordar, não posso me desculpar
[03:07.45] Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
[03:12.56] Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar
[03:17.40] Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
[03:22.27] Não por mim, nem por ninguém que junto comigo houvesse
[03:27.13] Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
[03:32.00] Por qualquer coisa de seu, querer mais longe que eu
[03:37.27] Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
[03:42.25] E já que um dia montei, agora sou cavaleiro
[03:46.92] Laço firme, braço forte num reino que não tem rei
[03:52.01] Lalaiá, laiá, laiá
[03:54.06] Laiá, lalá, lalalá
[03:56.82] Lalaiá, laiá, laiá
[03:58.88] Laiá, lalá, lalaiá
[04:07.01]

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