Concreto Abstracto
🎵 3231 characters
⏱️ 4:59 duration
🆔 ID: 32037465
📜 Lyrics
Deus, Deus, Deus, Deus, Deus, Deus
Deus mentiu, mas tu sorris, tudo bate tão certo
O céu está limpo eis o brilho
Um grito de fé é a força e castigo
Os olhos são as estrelas
São eles os diamantes
Só o meu peito sabe
Aquilo em que eu toco
Algo tinha que ser para sempre
Não há dor nesse lugar
Não há medo nem perda
E não tens de dar mais que aquilo que tens
Ah
Concreto como nada mais sabe ser
Concreto como nada mais sabe ser
Águas límpidas, das colinas douradas
Rimas com fábulas, metalinguagem para além do atlas
Magoas vividas, palavras megalíticas
E eu continuo a encaixa-las em quebras rítmicas
Parado na encruzilhada da vida
Ilusões de grandezas, estradas de melancolia
Noite, o dia, a morte e a vida, enterrei os meus dois amores
Eu não queria
Coração louco, sem expressão no meu rosto
Quando vieste ter comigo com esse olhar de desgosto
Sentimentos reais, rimas escritas nas estrelas
Reflexos da lagoa e vento que apregoa
E memórias são imagens em nuvens que se movem lentamente
Mas que passam eventualmente
Viver sem objetivo e como ver sem objetivo, aguardei a minha
Apreciei a vida numa outra perspectiva
Fecho os olhos quando acordo, o mundo vira-me ao contrário
Os trocos caem-me dos bolsos mas só acordo quando caio
A realidade não usa rímel a verdade não é potável
A simplicidade dum sorriso e um perfume é inquebrável
Amizades não se vendem, as sombras nunca coram, os animais não mentem
As estátuas nunca choram
Nunca
Crianças são minas de cristais
Ao virar da esquina crianças pisam minas e murais
Mal
Quem é que rega o mal?
Fecha a torneira, a raiz cresce cada vez mais
Estranhos beijam estranhos, sonhos acorrentados
Amantes atormentados, desenhos inanimados
Acordo ortográfico não é ortopédico
Tropeço no que sinto quando quero escrever correto
(Algo tinha de ser para sempre)
Do meu vaivém, vejo o que vai e vem
O mal não deseja em mim, tudo vai bem
Um eterno sonhador na cidade que nunca dorme
A beleza interior é superior é uniforme
Flores de varias cores, aromas e formatos
Amores-perfeitos, rosas, violetas cor de Ornatos
No jasmim dos poetas dançam borboletas
Essas armas só são belas se forem canetas
Essas estrelas só brilharão se não forem vedetas
Há uma extração de uma lição nos erros que cometas
Não metas obras em gavetas, não faças gazetas
Numérica várias facetas não ponho etiquetas
Adoro que não prometas em letras de altruísmo
Ampulhetas são grelhetas, escravidão capitalismo
Se o céu e o limite já há muito perdi o meu
Quando beijei Vénus no esternocleidomastoideo
Viajo num zoom, do cosmos ao átomo
Na cauda de um astro fotógrafo em macro
Infinita espiral, teia que me envolve
A sequência de Fibonacci que evolve
O corpo e a arca da eterna aliança
Onde guardo vivências desde criança
Do passado ao futuro, sem passaporte
Versado na arte da vida e da morte
Tudo vazio deixa-me preenchido num simples sorriso, luz irradio
Píxel a píxel, martelo e cinzel, pincel no papel, tons de pastel
Crio exercício do detalhe, é um vicio, ofício, de equinócio a solstício
Deslizo no ritmo, suave veludo, menos é mais, simples é tudo
Ah
Concreto como nada mais sabe ser
Concreto como nada mais sabe ser
Deus mentiu, mas tu sorris, tudo bate tão certo
O céu está limpo eis o brilho
Um grito de fé é a força e castigo
Os olhos são as estrelas
São eles os diamantes
Só o meu peito sabe
Aquilo em que eu toco
Algo tinha que ser para sempre
Não há dor nesse lugar
Não há medo nem perda
E não tens de dar mais que aquilo que tens
Ah
Concreto como nada mais sabe ser
Concreto como nada mais sabe ser
Águas límpidas, das colinas douradas
Rimas com fábulas, metalinguagem para além do atlas
Magoas vividas, palavras megalíticas
E eu continuo a encaixa-las em quebras rítmicas
Parado na encruzilhada da vida
Ilusões de grandezas, estradas de melancolia
Noite, o dia, a morte e a vida, enterrei os meus dois amores
Eu não queria
Coração louco, sem expressão no meu rosto
Quando vieste ter comigo com esse olhar de desgosto
Sentimentos reais, rimas escritas nas estrelas
Reflexos da lagoa e vento que apregoa
E memórias são imagens em nuvens que se movem lentamente
Mas que passam eventualmente
Viver sem objetivo e como ver sem objetivo, aguardei a minha
Apreciei a vida numa outra perspectiva
Fecho os olhos quando acordo, o mundo vira-me ao contrário
Os trocos caem-me dos bolsos mas só acordo quando caio
A realidade não usa rímel a verdade não é potável
A simplicidade dum sorriso e um perfume é inquebrável
Amizades não se vendem, as sombras nunca coram, os animais não mentem
As estátuas nunca choram
Nunca
Crianças são minas de cristais
Ao virar da esquina crianças pisam minas e murais
Mal
Quem é que rega o mal?
Fecha a torneira, a raiz cresce cada vez mais
Estranhos beijam estranhos, sonhos acorrentados
Amantes atormentados, desenhos inanimados
Acordo ortográfico não é ortopédico
Tropeço no que sinto quando quero escrever correto
(Algo tinha de ser para sempre)
Do meu vaivém, vejo o que vai e vem
O mal não deseja em mim, tudo vai bem
Um eterno sonhador na cidade que nunca dorme
A beleza interior é superior é uniforme
Flores de varias cores, aromas e formatos
Amores-perfeitos, rosas, violetas cor de Ornatos
No jasmim dos poetas dançam borboletas
Essas armas só são belas se forem canetas
Essas estrelas só brilharão se não forem vedetas
Há uma extração de uma lição nos erros que cometas
Não metas obras em gavetas, não faças gazetas
Numérica várias facetas não ponho etiquetas
Adoro que não prometas em letras de altruísmo
Ampulhetas são grelhetas, escravidão capitalismo
Se o céu e o limite já há muito perdi o meu
Quando beijei Vénus no esternocleidomastoideo
Viajo num zoom, do cosmos ao átomo
Na cauda de um astro fotógrafo em macro
Infinita espiral, teia que me envolve
A sequência de Fibonacci que evolve
O corpo e a arca da eterna aliança
Onde guardo vivências desde criança
Do passado ao futuro, sem passaporte
Versado na arte da vida e da morte
Tudo vazio deixa-me preenchido num simples sorriso, luz irradio
Píxel a píxel, martelo e cinzel, pincel no papel, tons de pastel
Crio exercício do detalhe, é um vicio, ofício, de equinócio a solstício
Deslizo no ritmo, suave veludo, menos é mais, simples é tudo
Ah
Concreto como nada mais sabe ser
Concreto como nada mais sabe ser
⏱️ Synced Lyrics
[00:02.35] Deus, Deus, Deus, Deus, Deus, Deus
[00:07.95] Deus mentiu, mas tu sorris, tudo bate tão certo
[00:15.38] O céu está limpo eis o brilho
[00:19.27] Um grito de fé é a força e castigo
[00:29.26] Os olhos são as estrelas
[00:31.87] São eles os diamantes
[00:35.16] Só o meu peito sabe
[00:37.72] Aquilo em que eu toco
[00:42.31] Algo tinha que ser para sempre
[00:47.53]
[00:52.65] Não há dor nesse lugar
[00:55.94] Não há medo nem perda
[00:59.68] E não tens de dar mais que aquilo que tens
[01:09.05] Ah
[01:11.10] Concreto como nada mais sabe ser
[01:17.72]
[01:22.52] Concreto como nada mais sabe ser
[01:26.88] Águas límpidas, das colinas douradas
[01:29.83] Rimas com fábulas, metalinguagem para além do atlas
[01:33.48] Magoas vividas, palavras megalíticas
[01:35.45] E eu continuo a encaixa-las em quebras rítmicas
[01:38.13] Parado na encruzilhada da vida
[01:40.57] Ilusões de grandezas, estradas de melancolia
[01:44.97] Noite, o dia, a morte e a vida, enterrei os meus dois amores
[01:48.85] Eu não queria
[01:49.56] Coração louco, sem expressão no meu rosto
[01:52.26] Quando vieste ter comigo com esse olhar de desgosto
[01:55.05] Sentimentos reais, rimas escritas nas estrelas
[01:57.96] Reflexos da lagoa e vento que apregoa
[02:01.22] E memórias são imagens em nuvens que se movem lentamente
[02:04.79] Mas que passam eventualmente
[02:07.27]
[02:12.93] Viver sem objetivo e como ver sem objetivo, aguardei a minha
[02:16.26] Apreciei a vida numa outra perspectiva
[02:18.54] Fecho os olhos quando acordo, o mundo vira-me ao contrário
[02:21.49] Os trocos caem-me dos bolsos mas só acordo quando caio
[02:22.83] A realidade não usa rímel a verdade não é potável
[02:26.52] A simplicidade dum sorriso e um perfume é inquebrável
[02:29.24] Amizades não se vendem, as sombras nunca coram, os animais não mentem
[02:34.60] As estátuas nunca choram
[02:35.88] Nunca
[02:37.27] Crianças são minas de cristais
[02:38.92] Ao virar da esquina crianças pisam minas e murais
[02:41.53] Mal
[02:41.82] Quem é que rega o mal?
[02:44.01] Fecha a torneira, a raiz cresce cada vez mais
[02:47.79] Estranhos beijam estranhos, sonhos acorrentados
[02:50.41] Amantes atormentados, desenhos inanimados
[02:52.13] Acordo ortográfico não é ortopédico
[02:56.17] Tropeço no que sinto quando quero escrever correto
[03:01.35] (Algo tinha de ser para sempre)
[03:04.72] Do meu vaivém, vejo o que vai e vem
[03:07.52] O mal não deseja em mim, tudo vai bem
[03:09.98] Um eterno sonhador na cidade que nunca dorme
[03:13.29] A beleza interior é superior é uniforme
[03:16.00] Flores de varias cores, aromas e formatos
[03:18.93] Amores-perfeitos, rosas, violetas cor de Ornatos
[03:21.46] No jasmim dos poetas dançam borboletas
[03:24.26] Essas armas só são belas se forem canetas
[03:27.29] Essas estrelas só brilharão se não forem vedetas
[03:29.92] Há uma extração de uma lição nos erros que cometas
[03:32.98] Não metas obras em gavetas, não faças gazetas
[03:35.58] Numérica várias facetas não ponho etiquetas
[03:38.46] Adoro que não prometas em letras de altruísmo
[03:41.33] Ampulhetas são grelhetas, escravidão capitalismo
[03:44.63] Se o céu e o limite já há muito perdi o meu
[03:47.24] Quando beijei Vénus no esternocleidomastoideo
[03:49.97] Viajo num zoom, do cosmos ao átomo
[03:52.75] Na cauda de um astro fotógrafo em macro
[03:55.59] Infinita espiral, teia que me envolve
[03:58.08] A sequência de Fibonacci que evolve
[04:01.43] O corpo e a arca da eterna aliança
[04:04.36] Onde guardo vivências desde criança
[04:06.90] Do passado ao futuro, sem passaporte
[04:09.57] Versado na arte da vida e da morte
[04:12.48] Tudo vazio deixa-me preenchido num simples sorriso, luz irradio
[04:17.61] Píxel a píxel, martelo e cinzel, pincel no papel, tons de pastel
[04:24.07] Crio exercício do detalhe, é um vicio, ofício, de equinócio a solstício
[04:29.61] Deslizo no ritmo, suave veludo, menos é mais, simples é tudo
[04:35.05] Ah
[04:36.84] Concreto como nada mais sabe ser
[04:43.46]
[04:48.35] Concreto como nada mais sabe ser
[04:53.17]
[00:07.95] Deus mentiu, mas tu sorris, tudo bate tão certo
[00:15.38] O céu está limpo eis o brilho
[00:19.27] Um grito de fé é a força e castigo
[00:29.26] Os olhos são as estrelas
[00:31.87] São eles os diamantes
[00:35.16] Só o meu peito sabe
[00:37.72] Aquilo em que eu toco
[00:42.31] Algo tinha que ser para sempre
[00:47.53]
[00:52.65] Não há dor nesse lugar
[00:55.94] Não há medo nem perda
[00:59.68] E não tens de dar mais que aquilo que tens
[01:09.05] Ah
[01:11.10] Concreto como nada mais sabe ser
[01:17.72]
[01:22.52] Concreto como nada mais sabe ser
[01:26.88] Águas límpidas, das colinas douradas
[01:29.83] Rimas com fábulas, metalinguagem para além do atlas
[01:33.48] Magoas vividas, palavras megalíticas
[01:35.45] E eu continuo a encaixa-las em quebras rítmicas
[01:38.13] Parado na encruzilhada da vida
[01:40.57] Ilusões de grandezas, estradas de melancolia
[01:44.97] Noite, o dia, a morte e a vida, enterrei os meus dois amores
[01:48.85] Eu não queria
[01:49.56] Coração louco, sem expressão no meu rosto
[01:52.26] Quando vieste ter comigo com esse olhar de desgosto
[01:55.05] Sentimentos reais, rimas escritas nas estrelas
[01:57.96] Reflexos da lagoa e vento que apregoa
[02:01.22] E memórias são imagens em nuvens que se movem lentamente
[02:04.79] Mas que passam eventualmente
[02:07.27]
[02:12.93] Viver sem objetivo e como ver sem objetivo, aguardei a minha
[02:16.26] Apreciei a vida numa outra perspectiva
[02:18.54] Fecho os olhos quando acordo, o mundo vira-me ao contrário
[02:21.49] Os trocos caem-me dos bolsos mas só acordo quando caio
[02:22.83] A realidade não usa rímel a verdade não é potável
[02:26.52] A simplicidade dum sorriso e um perfume é inquebrável
[02:29.24] Amizades não se vendem, as sombras nunca coram, os animais não mentem
[02:34.60] As estátuas nunca choram
[02:35.88] Nunca
[02:37.27] Crianças são minas de cristais
[02:38.92] Ao virar da esquina crianças pisam minas e murais
[02:41.53] Mal
[02:41.82] Quem é que rega o mal?
[02:44.01] Fecha a torneira, a raiz cresce cada vez mais
[02:47.79] Estranhos beijam estranhos, sonhos acorrentados
[02:50.41] Amantes atormentados, desenhos inanimados
[02:52.13] Acordo ortográfico não é ortopédico
[02:56.17] Tropeço no que sinto quando quero escrever correto
[03:01.35] (Algo tinha de ser para sempre)
[03:04.72] Do meu vaivém, vejo o que vai e vem
[03:07.52] O mal não deseja em mim, tudo vai bem
[03:09.98] Um eterno sonhador na cidade que nunca dorme
[03:13.29] A beleza interior é superior é uniforme
[03:16.00] Flores de varias cores, aromas e formatos
[03:18.93] Amores-perfeitos, rosas, violetas cor de Ornatos
[03:21.46] No jasmim dos poetas dançam borboletas
[03:24.26] Essas armas só são belas se forem canetas
[03:27.29] Essas estrelas só brilharão se não forem vedetas
[03:29.92] Há uma extração de uma lição nos erros que cometas
[03:32.98] Não metas obras em gavetas, não faças gazetas
[03:35.58] Numérica várias facetas não ponho etiquetas
[03:38.46] Adoro que não prometas em letras de altruísmo
[03:41.33] Ampulhetas são grelhetas, escravidão capitalismo
[03:44.63] Se o céu e o limite já há muito perdi o meu
[03:47.24] Quando beijei Vénus no esternocleidomastoideo
[03:49.97] Viajo num zoom, do cosmos ao átomo
[03:52.75] Na cauda de um astro fotógrafo em macro
[03:55.59] Infinita espiral, teia que me envolve
[03:58.08] A sequência de Fibonacci que evolve
[04:01.43] O corpo e a arca da eterna aliança
[04:04.36] Onde guardo vivências desde criança
[04:06.90] Do passado ao futuro, sem passaporte
[04:09.57] Versado na arte da vida e da morte
[04:12.48] Tudo vazio deixa-me preenchido num simples sorriso, luz irradio
[04:17.61] Píxel a píxel, martelo e cinzel, pincel no papel, tons de pastel
[04:24.07] Crio exercício do detalhe, é um vicio, ofício, de equinócio a solstício
[04:29.61] Deslizo no ritmo, suave veludo, menos é mais, simples é tudo
[04:35.05] Ah
[04:36.84] Concreto como nada mais sabe ser
[04:43.46]
[04:48.35] Concreto como nada mais sabe ser
[04:53.17]