Plano de Voo
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⏱️ 3:39 duration
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📜 Lyrics
E por mais que eu tente explicar
Não consigo te tornar concreto o abstrato que só eu sinto
É como se eu ficasse aqui nesse cantinho
Vendo o mundo girar num erro abusivo
Ambulância sem maca, Caravan Diplomata
Golzin rebaixado, Orbital 17 de tala larga
Zé Povinho é a praga, bicho da seda não é a traça
Traça é quem quer a seda e ao bicho da seda maltrata
Golpe de bumerangue, não é Tang
Cada coração é um universo e ainda tem que bombar o sangue
De cada mente pensante desse meu país insano
Num barraco de favela, fermentar sonho com pranto
Do monstro que se constrói com ódio e rancor
A cada gota de bondade uma de maldade se dissipou
Várias fitas, eis uma definição pra vida
Dos mistérios da Ilíada, daí segredo: a biqueira é forquilha
O gostoso do inverno, tio, é fazer rolê sem passar frio
A mão, a mente, o gatilho, a favela chora seus filhos
Sem GPS pra vitória, cada um faz seu destino
A vida é ritual, parto
No meio do mundo, a sós num laudo intenso
Denso contraste do firmamento ao asfalto
Plana alto até pousar na carne e flertar com o veneno
Que espanca uma mente fraca e arranca essas mão do remo
Mesmo buscando o pleno, tantos erros ao transcender
Há um jogo pra abdicar e um fogo pra acender
Aponto as sobras de amor pra extinguir o medo das cobras
E envio cedo as palavras pra não ser tarde pras obras
Ao justo, a sábia sorte que não leva a alma ao norte
Quando fraco que és forte, tudo aponta o norte
Quando se pode enxergar além do que se vê, amplitude
Virtude vital já que o mal nessa paisagem ilude
Distante como um vizinho, te lembro do ninho
Onde o amor expresso é chaga viva e o gesto é mais que o pergaminho
Fome e que todo vento ardente soa ao descobrir
A natureza da centelha divina que existe em si
Desato o nó da cama, enterro a discórdia na brasa
Rebato os peito de bronze por trás das barra de aço
Se renda, entenda o que ataca, a cegueira amola a faca
Da má lida com a existência, faz a luz da essência opaca
E nas crianças o brilho tá, olho lá que é pra enxergar
Agregar o meu viver o que devemos preservar
Rumo ao amo, não importa qual caminho trilhe
Não se incline, sonho que se sonha junto é o maior louvor
Não consigo te tornar concreto o abstrato que só eu sinto
É como se eu ficasse aqui nesse cantinho
Vendo o mundo girar num erro abusivo
Ambulância sem maca, Caravan Diplomata
Golzin rebaixado, Orbital 17 de tala larga
Zé Povinho é a praga, bicho da seda não é a traça
Traça é quem quer a seda e ao bicho da seda maltrata
Golpe de bumerangue, não é Tang
Cada coração é um universo e ainda tem que bombar o sangue
De cada mente pensante desse meu país insano
Num barraco de favela, fermentar sonho com pranto
Do monstro que se constrói com ódio e rancor
A cada gota de bondade uma de maldade se dissipou
Várias fitas, eis uma definição pra vida
Dos mistérios da Ilíada, daí segredo: a biqueira é forquilha
O gostoso do inverno, tio, é fazer rolê sem passar frio
A mão, a mente, o gatilho, a favela chora seus filhos
Sem GPS pra vitória, cada um faz seu destino
A vida é ritual, parto
No meio do mundo, a sós num laudo intenso
Denso contraste do firmamento ao asfalto
Plana alto até pousar na carne e flertar com o veneno
Que espanca uma mente fraca e arranca essas mão do remo
Mesmo buscando o pleno, tantos erros ao transcender
Há um jogo pra abdicar e um fogo pra acender
Aponto as sobras de amor pra extinguir o medo das cobras
E envio cedo as palavras pra não ser tarde pras obras
Ao justo, a sábia sorte que não leva a alma ao norte
Quando fraco que és forte, tudo aponta o norte
Quando se pode enxergar além do que se vê, amplitude
Virtude vital já que o mal nessa paisagem ilude
Distante como um vizinho, te lembro do ninho
Onde o amor expresso é chaga viva e o gesto é mais que o pergaminho
Fome e que todo vento ardente soa ao descobrir
A natureza da centelha divina que existe em si
Desato o nó da cama, enterro a discórdia na brasa
Rebato os peito de bronze por trás das barra de aço
Se renda, entenda o que ataca, a cegueira amola a faca
Da má lida com a existência, faz a luz da essência opaca
E nas crianças o brilho tá, olho lá que é pra enxergar
Agregar o meu viver o que devemos preservar
Rumo ao amo, não importa qual caminho trilhe
Não se incline, sonho que se sonha junto é o maior louvor
⏱️ Synced Lyrics
[00:24.75] E por mais que eu tente explicar
[00:26.86] Não consigo te tornar concreto o abstrato que só eu sinto
[00:31.02] É como se eu ficasse aqui nesse cantinho
[00:33.10] Vendo o mundo girar num erro abusivo
[00:37.23] Ambulância sem maca, Caravan Diplomata
[00:39.86] Golzin rebaixado, Orbital 17 de tala larga
[00:43.45] Zé Povinho é a praga, bicho da seda não é a traça
[00:46.69] Traça é quem quer a seda e ao bicho da seda maltrata
[00:49.53] Golpe de bumerangue, não é Tang
[00:52.33] Cada coração é um universo e ainda tem que bombar o sangue
[00:55.84] De cada mente pensante desse meu país insano
[00:58.70] Num barraco de favela, fermentar sonho com pranto
[01:01.78] Do monstro que se constrói com ódio e rancor
[01:04.67] A cada gota de bondade uma de maldade se dissipou
[01:07.83] Várias fitas, eis uma definição pra vida
[01:10.94] Dos mistérios da Ilíada, daí segredo: a biqueira é forquilha
[01:14.12] O gostoso do inverno, tio, é fazer rolê sem passar frio
[01:17.12] A mão, a mente, o gatilho, a favela chora seus filhos
[01:20.30] Sem GPS pra vitória, cada um faz seu destino
[01:23.65]
[01:47.52] A vida é ritual, parto
[01:49.03] No meio do mundo, a sós num laudo intenso
[01:51.68] Denso contraste do firmamento ao asfalto
[01:54.25] Plana alto até pousar na carne e flertar com o veneno
[01:56.92] Que espanca uma mente fraca e arranca essas mão do remo
[02:00.83] Mesmo buscando o pleno, tantos erros ao transcender
[02:03.48] Há um jogo pra abdicar e um fogo pra acender
[02:06.20] Aponto as sobras de amor pra extinguir o medo das cobras
[02:09.40] E envio cedo as palavras pra não ser tarde pras obras
[02:12.53] Ao justo, a sábia sorte que não leva a alma ao norte
[02:15.67] Quando fraco que és forte, tudo aponta o norte
[02:18.47] Quando se pode enxergar além do que se vê, amplitude
[02:21.79] Virtude vital já que o mal nessa paisagem ilude
[02:24.63] Distante como um vizinho, te lembro do ninho
[02:27.58] Onde o amor expresso é chaga viva e o gesto é mais que o pergaminho
[02:31.08] Fome e que todo vento ardente soa ao descobrir
[02:34.16] A natureza da centelha divina que existe em si
[02:37.23] Desato o nó da cama, enterro a discórdia na brasa
[02:40.23] Rebato os peito de bronze por trás das barra de aço
[02:43.04] Se renda, entenda o que ataca, a cegueira amola a faca
[02:46.38] Da má lida com a existência, faz a luz da essência opaca
[02:49.36] E nas crianças o brilho tá, olho lá que é pra enxergar
[02:52.60] Agregar o meu viver o que devemos preservar
[02:55.48] Rumo ao amo, não importa qual caminho trilhe
[02:58.33] Não se incline, sonho que se sonha junto é o maior louvor
[03:01.57]
[00:26.86] Não consigo te tornar concreto o abstrato que só eu sinto
[00:31.02] É como se eu ficasse aqui nesse cantinho
[00:33.10] Vendo o mundo girar num erro abusivo
[00:37.23] Ambulância sem maca, Caravan Diplomata
[00:39.86] Golzin rebaixado, Orbital 17 de tala larga
[00:43.45] Zé Povinho é a praga, bicho da seda não é a traça
[00:46.69] Traça é quem quer a seda e ao bicho da seda maltrata
[00:49.53] Golpe de bumerangue, não é Tang
[00:52.33] Cada coração é um universo e ainda tem que bombar o sangue
[00:55.84] De cada mente pensante desse meu país insano
[00:58.70] Num barraco de favela, fermentar sonho com pranto
[01:01.78] Do monstro que se constrói com ódio e rancor
[01:04.67] A cada gota de bondade uma de maldade se dissipou
[01:07.83] Várias fitas, eis uma definição pra vida
[01:10.94] Dos mistérios da Ilíada, daí segredo: a biqueira é forquilha
[01:14.12] O gostoso do inverno, tio, é fazer rolê sem passar frio
[01:17.12] A mão, a mente, o gatilho, a favela chora seus filhos
[01:20.30] Sem GPS pra vitória, cada um faz seu destino
[01:23.65]
[01:47.52] A vida é ritual, parto
[01:49.03] No meio do mundo, a sós num laudo intenso
[01:51.68] Denso contraste do firmamento ao asfalto
[01:54.25] Plana alto até pousar na carne e flertar com o veneno
[01:56.92] Que espanca uma mente fraca e arranca essas mão do remo
[02:00.83] Mesmo buscando o pleno, tantos erros ao transcender
[02:03.48] Há um jogo pra abdicar e um fogo pra acender
[02:06.20] Aponto as sobras de amor pra extinguir o medo das cobras
[02:09.40] E envio cedo as palavras pra não ser tarde pras obras
[02:12.53] Ao justo, a sábia sorte que não leva a alma ao norte
[02:15.67] Quando fraco que és forte, tudo aponta o norte
[02:18.47] Quando se pode enxergar além do que se vê, amplitude
[02:21.79] Virtude vital já que o mal nessa paisagem ilude
[02:24.63] Distante como um vizinho, te lembro do ninho
[02:27.58] Onde o amor expresso é chaga viva e o gesto é mais que o pergaminho
[02:31.08] Fome e que todo vento ardente soa ao descobrir
[02:34.16] A natureza da centelha divina que existe em si
[02:37.23] Desato o nó da cama, enterro a discórdia na brasa
[02:40.23] Rebato os peito de bronze por trás das barra de aço
[02:43.04] Se renda, entenda o que ataca, a cegueira amola a faca
[02:46.38] Da má lida com a existência, faz a luz da essência opaca
[02:49.36] E nas crianças o brilho tá, olho lá que é pra enxergar
[02:52.60] Agregar o meu viver o que devemos preservar
[02:55.48] Rumo ao amo, não importa qual caminho trilhe
[02:58.33] Não se incline, sonho que se sonha junto é o maior louvor
[03:01.57]