Águas de Março
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⏱️ 3:02 duration
🆔 ID: 3984956
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no seu coração
No fundo do mar
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no seu coração
No fundo do mar
⏱️ Synced Lyrics
[00:05.76] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[00:08.92] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:11.61] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:14.85] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:17.55] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:20.88] Caingá, candeia, Matita Pereira
[00:23.35] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:26.29] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:29.22] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:32.28] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:35.44] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:38.48] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:41.15] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[00:43.83] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:46.87] É uma ave no céu, é uma ave no chão
[00:49.57] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[00:52.45] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[00:55.16] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[00:58.36] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
[01:01.15] É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:04.26] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
[01:07.33] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:10.19] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:12.83] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:15.85] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:19.04] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:21.98] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:24.43] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:27.32] São as águas de março fechando o verão
[01:30.34] É a promessa de vida no teu coração
[01:33.49]
[01:55.40] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[01:58.28] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:00.87] São as águas de março fechando o verão
[02:03.92] É a promessa de vida no teu coração
[02:06.83] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:09.92] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:13.21] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[02:15.70] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:18.51] São as águas de março fechando o verão
[02:21.63] É a promessa de vida no teu coração
[02:24.67] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:27.45] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:30.43] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[02:33.12] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[02:36.08] São as águas de março fechando o verão
[02:39.19] É a promessa de vida no seu coração
[02:41.90]
[02:58.10] No fundo do mar
[02:59.63]
[00:08.92] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:11.61] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:14.85] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:17.55] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:20.88] Caingá, candeia, Matita Pereira
[00:23.35] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:26.29] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:29.22] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:32.28] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:35.44] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:38.48] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:41.15] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[00:43.83] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:46.87] É uma ave no céu, é uma ave no chão
[00:49.57] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[00:52.45] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[00:55.16] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[00:58.36] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
[01:01.15] É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:04.26] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
[01:07.33] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:10.19] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:12.83] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:15.85] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:19.04] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:21.98] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:24.43] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:27.32] São as águas de março fechando o verão
[01:30.34] É a promessa de vida no teu coração
[01:33.49]
[01:55.40] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[01:58.28] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:00.87] São as águas de março fechando o verão
[02:03.92] É a promessa de vida no teu coração
[02:06.83] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:09.92] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:13.21] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[02:15.70] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:18.51] São as águas de março fechando o verão
[02:21.63] É a promessa de vida no teu coração
[02:24.67] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:27.45] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:30.43] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[02:33.12] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[02:36.08] São as águas de março fechando o verão
[02:39.19] É a promessa de vida no seu coração
[02:41.90]
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