Águas de Março (Waters of March)
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⏱️ 3:33 duration
🆔 ID: 4290286
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol,
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da Madeira,
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira,
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira,
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira,
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão,
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho,
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto,
é um pingo pingando, É uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando,
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama,
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
É um resto de mato, na luz da manhã
Refrain:
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Refrain2:
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
Refrain
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho
Refrain2
É pau, é pedra
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol,
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da Madeira,
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira,
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira,
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira,
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão,
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho,
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto,
é um pingo pingando, É uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando,
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama,
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
É um resto de mato, na luz da manhã
Refrain:
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Refrain2:
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
Refrain
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho
Refrain2
É pau, é pedra
⏱️ Synced Lyrics
[00:07.64] É pau, é pedra, é o fim do caminho,
[00:10.96] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:14.15] É um caco de vidro, é a vida, é o sol,
[00:17.14] É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
[00:20.50] É peroba do campo, o nó da Madeira,
[00:23.76] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:27.01] É madeira de vento, tombo da ribanceira,
[00:30.27] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:34.33] É o vento ventando, é o fim da ladeira,
[00:37.18] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:39.72] É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
[00:43.94] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:46.82] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira,
[00:50.11] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:53.86] É uma ave no céu, é uma ave no chão,
[00:57.16] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[01:00.35] É o fundo do poço, é o fim do caminho,
[01:03.61] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[01:06.87] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto,
[01:10.53] é um pingo pingando, É uma conta, é um conto
[01:14.40] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando,
[01:17.73] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:20.62] É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
[01:23.77] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:26.39] É o projeto da casa, é o corpo na cama,
[01:30.40] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:33.51] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
[01:37.12] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:40.02] Refrain:
[01:40.80] São as águas de março fechando o verão
[01:44.09] É a promessa de vida no teu coração
[01:46.86] Refrain2:
[01:47.56] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:29.14] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:31.71] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:42.07] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:43.61] Refrain
[02:44.52] É pau, é pedra, é o fim do caminho,
[02:50.94] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:51.24] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
[02:51.41] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:53.35] São as águas de março fechando o verão,
[02:54.18] É a promessa de vida no teu coração
[02:54.63] É pau, é pedra, é o fim do caminho,
[02:54.86] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:55.05] Refrain2
[02:55.29] É pau, é pedra
[02:55.32]
[00:10.96] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:14.15] É um caco de vidro, é a vida, é o sol,
[00:17.14] É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
[00:20.50] É peroba do campo, o nó da Madeira,
[00:23.76] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:27.01] É madeira de vento, tombo da ribanceira,
[00:30.27] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:34.33] É o vento ventando, é o fim da ladeira,
[00:37.18] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:39.72] É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
[00:43.94] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:46.82] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira,
[00:50.11] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:53.86] É uma ave no céu, é uma ave no chão,
[00:57.16] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[01:00.35] É o fundo do poço, é o fim do caminho,
[01:03.61] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[01:06.87] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto,
[01:10.53] é um pingo pingando, É uma conta, é um conto
[01:14.40] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando,
[01:17.73] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:20.62] É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
[01:23.77] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:26.39] É o projeto da casa, é o corpo na cama,
[01:30.40] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:33.51] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
[01:37.12] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:40.02] Refrain:
[01:40.80] São as águas de março fechando o verão
[01:44.09] É a promessa de vida no teu coração
[01:46.86] Refrain2:
[01:47.56] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:29.14] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:31.71] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:42.07] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:43.61] Refrain
[02:44.52] É pau, é pedra, é o fim do caminho,
[02:50.94] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:51.24] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
[02:51.41] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:53.35] São as águas de março fechando o verão,
[02:54.18] É a promessa de vida no teu coração
[02:54.63] É pau, é pedra, é o fim do caminho,
[02:54.86] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:55.05] Refrain2
[02:55.29] É pau, é pedra
[02:55.32]