Aguas De Marco
🎵 1880 characters
⏱️ 3:52 duration
🆔 ID: 4455272
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, e um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, e o Sol
É a noite, é a morte, e o laço, e o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, a conversa ribeira
Das águas de março, e o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, e uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, uma ponta, um ponto
Um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, e o dia, e o fim da picada
E a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, fim do caminho
É um resto de toco, e um pouco sozinho
É um passo, uma ponte, é um sapo, uma rã
É um belo horizonte, uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Pau, pedra, fim, caminho
Resto, toco, pouco, sozinho
Caco, vidro, pinga, sol
Noite, morte, laço, e anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra
É um resto de toco, e um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, e o Sol
É a noite, é a morte, e o laço, e o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, a conversa ribeira
Das águas de março, e o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, e uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, uma ponta, um ponto
Um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, e o dia, e o fim da picada
E a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, fim do caminho
É um resto de toco, e um pouco sozinho
É um passo, uma ponte, é um sapo, uma rã
É um belo horizonte, uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Pau, pedra, fim, caminho
Resto, toco, pouco, sozinho
Caco, vidro, pinga, sol
Noite, morte, laço, e anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra
⏱️ Synced Lyrics
[00:21.23] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[00:24.78] É um resto de toco, e um pouco sozinho
[00:28.12] É um caco de vidro, é a vida, e o Sol
[00:31.44] É a noite, é a morte, e o laço, e o anzol
[00:34.82] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:38.21] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:41.77] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:45.16] É o mistério profundo, queira ou não queira
[00:48.65] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:52.02] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:55.58] É a chuva chovendo, a conversa ribeira
[00:59.23] Das águas de março, e o fim da canseira
[01:02.20] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[01:05.84] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[01:08.93] É uma ave no céu, e uma ave no chão
[01:12.47] É um regato, é uma fonte, um pedaço de pão
[01:15.89] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:19.50] No rosto, o desgosto, um pouco sozinho
[01:22.71] É um estrepe, é um prego, uma ponta, um ponto
[01:26.22] Um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:30.12] É um peixe, é um gesto, uma prata brilhando
[01:33.30] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:36.59] É a lenha, e o dia, e o fim da picada
[01:39.96] E a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:43.47] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:46.84] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:50.52] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:53.97] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:57.11] São as águas de março fechando o verão
[02:00.53] É a promessa de vida no teu coração
[02:05.33]
[02:29.64] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:33.05] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:36.51] São as águas de março fechando o verão
[02:39.95] É a promessa de vida no teu coração
[02:43.48] É pau, é pedra, fim do caminho
[02:47.13] É um resto de toco, e um pouco sozinho
[02:50.57] É um passo, uma ponte, é um sapo, uma rã
[02:53.95] É um belo horizonte, uma febre terçã
[02:57.19] São as águas de março fechando o verão
[03:00.53] É a promessa de vida no teu coração
[03:04.46] Pau, pedra, fim, caminho
[03:07.98] Resto, toco, pouco, sozinho
[03:11.45] Caco, vidro, pinga, sol
[03:14.66] Noite, morte, laço, e anzol
[03:17.61] São as águas de março fechando o verão
[03:21.07] É a promessa de vida no teu coração
[03:24.22]
[03:45.24] É pau, é pedra
[03:49.71]
[00:24.78] É um resto de toco, e um pouco sozinho
[00:28.12] É um caco de vidro, é a vida, e o Sol
[00:31.44] É a noite, é a morte, e o laço, e o anzol
[00:34.82] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:38.21] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:41.77] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:45.16] É o mistério profundo, queira ou não queira
[00:48.65] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:52.02] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:55.58] É a chuva chovendo, a conversa ribeira
[00:59.23] Das águas de março, e o fim da canseira
[01:02.20] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[01:05.84] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[01:08.93] É uma ave no céu, e uma ave no chão
[01:12.47] É um regato, é uma fonte, um pedaço de pão
[01:15.89] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:19.50] No rosto, o desgosto, um pouco sozinho
[01:22.71] É um estrepe, é um prego, uma ponta, um ponto
[01:26.22] Um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:30.12] É um peixe, é um gesto, uma prata brilhando
[01:33.30] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:36.59] É a lenha, e o dia, e o fim da picada
[01:39.96] E a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:43.47] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:46.84] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:50.52] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:53.97] É um resto de mato, na luz da manhã
[01:57.11] São as águas de março fechando o verão
[02:00.53] É a promessa de vida no teu coração
[02:05.33]
[02:29.64] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:33.05] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:36.51] São as águas de março fechando o verão
[02:39.95] É a promessa de vida no teu coração
[02:43.48] É pau, é pedra, fim do caminho
[02:47.13] É um resto de toco, e um pouco sozinho
[02:50.57] É um passo, uma ponte, é um sapo, uma rã
[02:53.95] É um belo horizonte, uma febre terçã
[02:57.19] São as águas de março fechando o verão
[03:00.53] É a promessa de vida no teu coração
[03:04.46] Pau, pedra, fim, caminho
[03:07.98] Resto, toco, pouco, sozinho
[03:11.45] Caco, vidro, pinga, sol
[03:14.66] Noite, morte, laço, e anzol
[03:17.61] São as águas de março fechando o verão
[03:21.07] É a promessa de vida no teu coração
[03:24.22]
[03:45.24] É pau, é pedra
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