Águas De Março
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⏱️ 3:56 duration
🆔 ID: 4489003
📜 Lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
Uma ave no céu, uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
Uma ave no céu, uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
⏱️ Synced Lyrics
[00:07.35] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[00:10.27] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:13.41] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:16.98] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:20.17] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:24.19] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:27.32] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:30.50] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:33.72] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:36.99] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:40.76] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:43.92] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:47.44] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[00:50.96] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:54.10] Uma ave no céu, uma ave no chão
[00:57.61] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[01:00.84] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:04.60] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[01:07.54] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
[01:11.63] É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:14.68] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
[01:18.32] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:21.54] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:24.72] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:27.93] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:31.91] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:34.95] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:38.69] É um resto de mato na luz da manhã
[01:41.61] São as águas de março fechando o verão
[01:45.39] É a promessa de vida no teu coração
[02:15.38] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:18.05] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:21.45] São as águas de março fechando o verão
[02:24.79] É a promessa de vida no teu coração
[02:27.94] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:31.62] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:34.90] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[02:38.65] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:41.82] São as águas de março fechando o verão
[02:45.22] É a promessa de vida no teu coração
[02:48.74] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:52.78] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:56.15] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[02:59.39] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[03:02.35] São as águas de março fechando o verão
[03:05.85] É a promessa de vida no teu coração
[03:29.99]
[00:10.27] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[00:13.41] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[00:16.98] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[00:20.17] É peroba do campo, é o nó da madeira
[00:24.19] Caingá, candeia, é o Matita Pereira
[00:27.32] É madeira de vento, tombo da ribanceira
[00:30.50] É o mistério profundo, é o queira ou não queira
[00:33.72] É o vento ventando, é o fim da ladeira
[00:36.99] É a viga, é o vão, festa da cumeeira
[00:40.76] É a chuva chovendo, é conversa ribeira
[00:43.92] Das águas de março, é o fim da canseira
[00:47.44] É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
[00:50.96] Passarinho na mão, pedra de atiradeira
[00:54.10] Uma ave no céu, uma ave no chão
[00:57.61] É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
[01:00.84] É o fundo do poço, é o fim do caminho
[01:04.60] No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
[01:07.54] É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
[01:11.63] É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
[01:14.68] É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
[01:18.32] É a luz da manhã, é o tijolo chegando
[01:21.54] É a lenha, é o dia, é o fim da picada
[01:24.72] É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
[01:27.93] É o projeto da casa, é o corpo na cama
[01:31.91] É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
[01:34.95] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[01:38.69] É um resto de mato na luz da manhã
[01:41.61] São as águas de março fechando o verão
[01:45.39] É a promessa de vida no teu coração
[02:15.38] É uma cobra, é um pau, é João, é José
[02:18.05] É um espinho na mão, é um corte no pé
[02:21.45] São as águas de março fechando o verão
[02:24.79] É a promessa de vida no teu coração
[02:27.94] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:31.62] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:34.90] É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
[02:38.65] É um belo horizonte, é uma febre terçã
[02:41.82] São as águas de março fechando o verão
[02:45.22] É a promessa de vida no teu coração
[02:48.74] É pau, é pedra, é o fim do caminho
[02:52.78] É um resto de toco, é um pouco sozinho
[02:56.15] É um caco de vidro, é a vida, é o sol
[02:59.39] É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
[03:02.35] São as águas de março fechando o verão
[03:05.85] É a promessa de vida no teu coração
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