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Homens ao Mar

👤 Rasgo 🎼 Ecos da Selva Urbana ⏱️ 4:35
🎵 1296 characters
⏱️ 4:35 duration
🆔 ID: 5107440

📜 Lyrics

Este mar é voz que sempre nos chama
Esta terra é porto que sempre se aperta
Nossa força é maior que possa parecer
É a tempestade que faz aparecer

Menospreza e pensa que nos tens domados
Na serenidade curva da obediência
Nossa força cresce no ventre do medo
Aí se revela o nosso segredo

Homens ao mar

Homens ao mar
Puxa, puxa, puxa. Homens ao mar
Puxa, puxa, puxa. Homens ao mar

Já vergamos um monstro que era invencível
Bem maior que esta ameaça que paira invisível
Nossa crença nasce quando tudo morre
É então que em nós o sangue mais corre

Range o casco de nós entre a tempestade
Testas outra vez a nossa vontade
As ideias mortas que nos queres dar
São grades já podres que vamos quebrar

Homens ao mar

Homens ao mar

Vaticínios negros, trágicos naufrágios
Velhos do Restelo e seus maus presságios
Ondas de mil metros para nos assustar
Aperta ao limite se nos queres assustar

Já vergamos um monstro que era invencível
Bem maior que esta ameaça que paira invisível
Nossa crença nasce quando tudo morre
É então que em nós o sangue mais corre

O frio deste inverno quer gelar abril
Prometem-nos paz de mão no fuzil

Jangada de pedra não vai afundar
Fantasmas de medo sempre vão tentar
Marcar-te com o ferro, ser donos de ti
Chicote silvando, arame cercando

⏱️ Synced Lyrics

[00:05.23] Este mar é voz que sempre nos chama
[00:08.65] Esta terra é porto que sempre se aperta
[00:12.84] Nossa força é maior que possa parecer
[00:17.48] É a tempestade que faz aparecer
[00:21.33] Menospreza e pensa que nos tens domados
[00:24.82] Na serenidade curva da obediência
[00:28.94] Nossa força cresce no ventre do medo
[00:34.20] Aí se revela o nosso segredo
[00:44.58] Homens ao mar
[00:53.77] Homens ao mar
[00:55.92] Puxa, puxa, puxa. Homens ao mar
[01:04.33] Puxa, puxa, puxa. Homens ao mar
[01:17.72] Já vergamos um monstro que era invencível
[01:21.02] Bem maior que esta ameaça que paira invisível
[01:25.49] Nossa crença nasce quando tudo morre
[01:30.71] É então que em nós o sangue mais corre
[01:34.63] Range o casco de nós entre a tempestade
[01:38.27] Testas outra vez a nossa vontade
[01:42.75] As ideias mortas que nos queres dar
[01:47.52] São grades já podres que vamos quebrar
[02:17.52] Homens ao mar
[02:25.68] Homens ao mar
[02:27.19] Vaticínios negros, trágicos naufrágios
[02:30.20] Velhos do Restelo e seus maus presságios
[02:35.43] Ondas de mil metros para nos assustar
[02:39.46] Aperta ao limite se nos queres assustar
[02:43.17] Já vergamos um monstro que era invencível
[02:48.39] Bem maior que esta ameaça que paira invisível
[02:52.72] Nossa crença nasce quando tudo morre
[02:57.38] É então que em nós o sangue mais corre
[03:19.78] O frio deste inverno quer gelar abril
[03:31.66] Prometem-nos paz de mão no fuzil
[03:42.83] Jangada de pedra não vai afundar
[03:53.43] Fantasmas de medo sempre vão tentar
[03:59.84] Marcar-te com o ferro, ser donos de ti
[04:08.67] Chicote silvando, arame cercando
[04:32.15]

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