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Vulgo Vulto

👤 Rasgo 🎼 Ecos da Selva Urbana ⏱️ 4:05
🎵 1063 characters
⏱️ 4:05 duration
🆔 ID: 5107563

📜 Lyrics

Fora do círculo, liberto o olhar
Da lei criada para normalizar
Reflete o brilho da ideia que é nova
Distante vê de fora da cova

Fazem-se pactos na penumbra
Pra lá do voto que os legitima
E a transparência tão apregoada
Apenas serve os que estão lá em cima

Vulgo vulto, escondes-te no escuro
Sede insaciável, maldade implacável

Vulgo vulto, cancro que alastra
Semeias terror, na terra já gasta

Máquina fria, indiferente
Segue esmagando tudo à sua frente
Velhos interesses sempre se protegem
Conspiram na sombra do mundo que regem

Crónicos péssimistas, loucos alarmistas
Vaticinam tragédias, imaginam verdades
Hospícios os livram de ser terroristas
Pastam os rebanhos dentro das cidades
Pastam dentro das cidades!

Vulgo vulto, escondes-te no escuro
Sede insaciável, maldade implacável

Vulgo vulto, cancro que alastra
Semeias terror na terra já gasta

Semeias terror na terra já gasta
És cancro que alastra
Semente nefasta
Semeias terror na terra cansada

És pai desta guerra
Que gira em torno do nada

Vulgo vulto
És vazio que alastra

⏱️ Synced Lyrics

[00:47.40] Fora do círculo, liberto o olhar
[01:00.33] Da lei criada para normalizar
[01:04.06] Reflete o brilho da ideia que é nova
[01:06.46] Distante vê de fora da cova
[01:13.00] Fazem-se pactos na penumbra
[01:16.52] Pra lá do voto que os legitima
[01:19.88] E a transparência tão apregoada
[01:22.78] Apenas serve os que estão lá em cima
[01:31.46] Vulgo vulto, escondes-te no escuro
[01:38.13] Sede insaciável, maldade implacável
[01:44.43] Vulgo vulto, cancro que alastra
[01:51.24] Semeias terror, na terra já gasta
[02:09.87] Máquina fria, indiferente
[02:12.15] Segue esmagando tudo à sua frente
[02:15.69] Velhos interesses sempre se protegem
[02:18.88] Conspiram na sombra do mundo que regem
[02:25.43] Crónicos péssimistas, loucos alarmistas
[02:32.17] Vaticinam tragédias, imaginam verdades
[02:39.41] Hospícios os livram de ser terroristas
[02:44.77] Pastam os rebanhos dentro das cidades
[02:52.58] Pastam dentro das cidades!
[02:57.01] Vulgo vulto, escondes-te no escuro
[03:03.47] Sede insaciável, maldade implacável
[03:09.00] Vulgo vulto, cancro que alastra
[03:16.65] Semeias terror na terra já gasta
[03:22.44] Semeias terror na terra já gasta
[03:29.45] És cancro que alastra
[03:31.47] Semente nefasta
[03:34.67] Semeias terror na terra cansada
[03:42.24] És pai desta guerra
[03:44.87] Que gira em torno do nada
[03:53.47] Vulgo vulto
[03:58.48] És vazio que alastra
[04:02.23]

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