Absurdo
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⏱️ 3:26 duration
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📜 Lyrics
Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo
Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está
Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz
Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem de infértil deserto
Nunca pensei que chegasse aqui
Auto-destrutivos
Falsas vitimas nocivas?
Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados
Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava
Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão
Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro
Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi
Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar
A natureza
Mudava a forma o estado e o lugar
Era absurdo
Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está
Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa idéia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz
Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem de infértil deserto
Nunca pensei que chegasse aqui
Auto-destrutivos
Falsas vitimas nocivas?
Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados
Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava
Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão
Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro
Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi
Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar
⏱️ Synced Lyrics
[00:14.94] Havia tanto pra lhe contar
[00:19.83] A natureza
[00:21.97] Mudava a forma o estado e o lugar
[00:26.48] Era absurdo
[00:28.60] Havia tanto pra lhe mostrar
[00:33.25] Era tão belo
[00:35.31] Mas olhe agora o estrago em que está
[00:39.92]
[00:53.67] Tapetes fartos de folhas e flores
[00:58.16] O chão do mundo se varre aqui
[01:01.37] Essa idéia do natural ser sujo
[01:05.07] Do inorgânico não se faz
[01:08.43] Destruição é reflexo do humano
[01:11.60] Se a ambição desumana o Ser
[01:14.73] Essa imagem de infértil deserto
[01:18.50] Nunca pensei que chegasse aqui
[01:22.12] Auto-destrutivos
[01:27.33] Falsas vitimas nocivas?
[01:36.14] Havia tanto pra aproveitar
[01:40.74] Sem poderio
[01:42.81] Tantas histórias, tantos sabores
[01:47.56] Capins dourados
[01:49.98] Havia tanto pra respirar
[01:54.36] Era tão fino
[01:56.59] Naqueles rios a gente banhava
[02:02.07] Desmatam tudo e reclamam do tempo
[02:06.15] Que ironia conflitante ser
[02:09.28] Desequilíbrio que alimenta as pragas
[02:12.74] Alterado grão, alterado pão
[02:16.12] Sujamos rios, dependemos das águas
[02:19.52] Tanto faz os meios violentos
[02:22.68] Luxúria é ética do perverso vivo
[02:26.27] Morto por dinheiro
[02:29.24] Cores, tantas cores
[02:34.76] Tais belezas
[02:38.45] Foram-se
[02:42.84] Versos e estrelas
[02:48.10] Tantas fadas que eu não vi
[02:56.56] Falsos bens, progresso?
[03:01.91] Com a mãe, ingratidão
[03:10.17] Deram o galinheiro
[03:15.33] Pra raposa vigiar
[03:23.18]
[00:19.83] A natureza
[00:21.97] Mudava a forma o estado e o lugar
[00:26.48] Era absurdo
[00:28.60] Havia tanto pra lhe mostrar
[00:33.25] Era tão belo
[00:35.31] Mas olhe agora o estrago em que está
[00:39.92]
[00:53.67] Tapetes fartos de folhas e flores
[00:58.16] O chão do mundo se varre aqui
[01:01.37] Essa idéia do natural ser sujo
[01:05.07] Do inorgânico não se faz
[01:08.43] Destruição é reflexo do humano
[01:11.60] Se a ambição desumana o Ser
[01:14.73] Essa imagem de infértil deserto
[01:18.50] Nunca pensei que chegasse aqui
[01:22.12] Auto-destrutivos
[01:27.33] Falsas vitimas nocivas?
[01:36.14] Havia tanto pra aproveitar
[01:40.74] Sem poderio
[01:42.81] Tantas histórias, tantos sabores
[01:47.56] Capins dourados
[01:49.98] Havia tanto pra respirar
[01:54.36] Era tão fino
[01:56.59] Naqueles rios a gente banhava
[02:02.07] Desmatam tudo e reclamam do tempo
[02:06.15] Que ironia conflitante ser
[02:09.28] Desequilíbrio que alimenta as pragas
[02:12.74] Alterado grão, alterado pão
[02:16.12] Sujamos rios, dependemos das águas
[02:19.52] Tanto faz os meios violentos
[02:22.68] Luxúria é ética do perverso vivo
[02:26.27] Morto por dinheiro
[02:29.24] Cores, tantas cores
[02:34.76] Tais belezas
[02:38.45] Foram-se
[02:42.84] Versos e estrelas
[02:48.10] Tantas fadas que eu não vi
[02:56.56] Falsos bens, progresso?
[03:01.91] Com a mãe, ingratidão
[03:10.17] Deram o galinheiro
[03:15.33] Pra raposa vigiar
[03:23.18]