As caravanas
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⏱️ 2:48 duration
🆔 ID: 5480189
📜 Lyrics
É um dia de real grandeza, tudo azul
Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
Um sol de torrar os miolos
Quando pinta em Copacabana
A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
A caravana do Irajá, o comboio da Penha
Não há barreira que retenha esses estranhos
Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
A caminho do Jardim de Alá
É o bicho, é o buchicho, é a charanga
Diz que malocam seus facões e adagas
Em sungas estufadas e calções disformes
É, diz que eles têm picas enormes
E seus sacos são granadas
Lá das quebradas da Maré
Com negros torsos nus deixam em polvorosa
A gente ordeira e virtuosa que apela
Pra polícia despachar de volta
O populacho pra favela
Ou pra Benguela, ou pra Guiné
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana do Arará
Não há, não há
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Ah, tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana
Nem caravana
Nem caravana do Arará
Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
Um sol de torrar os miolos
Quando pinta em Copacabana
A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
A caravana do Irajá, o comboio da Penha
Não há barreira que retenha esses estranhos
Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
A caminho do Jardim de Alá
É o bicho, é o buchicho, é a charanga
Diz que malocam seus facões e adagas
Em sungas estufadas e calções disformes
É, diz que eles têm picas enormes
E seus sacos são granadas
Lá das quebradas da Maré
Com negros torsos nus deixam em polvorosa
A gente ordeira e virtuosa que apela
Pra polícia despachar de volta
O populacho pra favela
Ou pra Benguela, ou pra Guiné
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana do Arará
Não há, não há
Sol, a culpa deve ser do sol
Que bate na moleira, o sol
Que estoura as veias, o suor
Que embaça os olhos e a razão
E essa zoeira dentro da prisão
Crioulos empilhados no porão
De caravelas no alto mar
Ah, tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
Ou doido sou eu que escuto vozes
Não há gente tão insana
Nem caravana
Nem caravana
Nem caravana do Arará
⏱️ Synced Lyrics
[00:03.51] É um dia de real grandeza, tudo azul
[00:10.33] Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
[00:14.01] Um sol de torrar os miolos
[00:16.37] Quando pinta em Copacabana
[00:18.06] A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
[00:22.48] A caravana do Irajá, o comboio da Penha
[00:26.29] Não há barreira que retenha esses estranhos
[00:29.42] Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
[00:33.46] A caminho do Jardim de Alá
[00:35.46] É o bicho, é o buchicho, é a charanga
[00:38.63] Diz que malocam seus facões e adagas
[00:41.25] Em sungas estufadas e calções disformes
[00:44.74] É, diz que eles têm picas enormes
[00:47.56] E seus sacos são granadas
[00:49.44] Lá das quebradas da Maré
[00:54.00] Com negros torsos nus deixam em polvorosa
[00:57.32] A gente ordeira e virtuosa que apela
[01:00.94] Pra polícia despachar de volta
[01:03.30] O populacho pra favela
[01:05.02] Ou pra Benguela, ou pra Guiné
[01:08.79] Sol, a culpa deve ser do sol
[01:15.00] Que bate na moleira, o sol
[01:17.99] Que estoura as veias, o suor
[01:21.31] Que embaça os olhos e a razão
[01:24.35] E essa zoeira dentro da prisão
[01:27.34] Crioulos empilhados no porão
[01:31.52] De caravelas no alto mar
[01:35.47] Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[01:41.20] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[01:44.12] Ou doido sou eu que escuto vozes
[01:46.72] Não há gente tão insana
[01:48.49] Nem caravana do Arará
[01:50.92] Não há, não há
[01:55.20] Sol, a culpa deve ser do sol
[02:01.57] Que bate na moleira, o sol
[02:05.07] Que estoura as veias, o suor
[02:08.41] Que embaça os olhos e a razão
[02:11.97] E essa zoeira dentro da prisão
[02:14.43] Crioulos empilhados no porão
[02:18.63] De caravelas no alto mar
[02:23.00] Ah, tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[02:27.99] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[02:30.96] Ou doido sou eu que escuto vozes
[02:33.56] Não há gente tão insana
[02:35.45] Nem caravana
[02:37.00] Nem caravana
[02:38.18] Nem caravana do Arará
[00:10.33] Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
[00:14.01] Um sol de torrar os miolos
[00:16.37] Quando pinta em Copacabana
[00:18.06] A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
[00:22.48] A caravana do Irajá, o comboio da Penha
[00:26.29] Não há barreira que retenha esses estranhos
[00:29.42] Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
[00:33.46] A caminho do Jardim de Alá
[00:35.46] É o bicho, é o buchicho, é a charanga
[00:38.63] Diz que malocam seus facões e adagas
[00:41.25] Em sungas estufadas e calções disformes
[00:44.74] É, diz que eles têm picas enormes
[00:47.56] E seus sacos são granadas
[00:49.44] Lá das quebradas da Maré
[00:54.00] Com negros torsos nus deixam em polvorosa
[00:57.32] A gente ordeira e virtuosa que apela
[01:00.94] Pra polícia despachar de volta
[01:03.30] O populacho pra favela
[01:05.02] Ou pra Benguela, ou pra Guiné
[01:08.79] Sol, a culpa deve ser do sol
[01:15.00] Que bate na moleira, o sol
[01:17.99] Que estoura as veias, o suor
[01:21.31] Que embaça os olhos e a razão
[01:24.35] E essa zoeira dentro da prisão
[01:27.34] Crioulos empilhados no porão
[01:31.52] De caravelas no alto mar
[01:35.47] Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[01:41.20] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[01:44.12] Ou doido sou eu que escuto vozes
[01:46.72] Não há gente tão insana
[01:48.49] Nem caravana do Arará
[01:50.92] Não há, não há
[01:55.20] Sol, a culpa deve ser do sol
[02:01.57] Que bate na moleira, o sol
[02:05.07] Que estoura as veias, o suor
[02:08.41] Que embaça os olhos e a razão
[02:11.97] E essa zoeira dentro da prisão
[02:14.43] Crioulos empilhados no porão
[02:18.63] De caravelas no alto mar
[02:23.00] Ah, tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
[02:27.99] Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
[02:30.96] Ou doido sou eu que escuto vozes
[02:33.56] Não há gente tão insana
[02:35.45] Nem caravana
[02:37.00] Nem caravana
[02:38.18] Nem caravana do Arará