Área 51
🎵 2578 characters
⏱️ 2:46 duration
🆔 ID: 5481915
📜 Lyrics
Esse é o retorno do cretino
Dos clássicos, hits, hinos
E o bolso cheio de pino
Vai vendo, só veneno na visão de zoom
Bebendo cachaça num bar da área 51
Check it!
Hell no planeta Terra
Papel, caneta e guerra
Visibilidade zero
Cegos na motosserra
Eu me dirijo pro inferno sem escala
Elegante de terno e boot
Meu traje de gala
Debaixo foi a minha melhor escalada
Esculacho, o mundo deu volta
Agora bem melhor, calados
Eu peço ao Pai por essas almas
Pra onde o mundo vai
Pois aqui nenhum tem pai
E todos têm armas
Regentes dessa sinfonia distorcida
Afina a sintonia e me diz aí o que diz a torcida
Moleque, sebo nas canela fina de black jeans
Logo cedo nas esquinas
O que Black diz
Não ir pra frente é retrocesso
Nada que vale a pena é fácil
Encara o processo, é assim que eu faço
Quem precisa de correntes de ouro pra ser Gustavo?
Quem precisa de correntes de ferro pra ser escravo?
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Vital pra mim que nem a moto pra
Vital paralama do meu sucesso
De fábrica, original, é minha coragem
Flow, sotaque elétrico, em alta voltagem
Alço vôo na métrica, até voltar de viagem
Meus refrões, mantras
Cifrões e pilantras
Veja o que a arca de Noé fez só com um casal de antas
Se tá tudo pela 'ordi', então, irmão, é só 'pógresso'
Ainda bem que eu não recebo ordem
E nem tudo que eu peço
Invicto no fracasso, invicto no sucesso
A gata mia, boemia aqui não me tens de regresso
De boa aqui na minha, não foi sempre assim
Confesso levitei em excesso
Neve tem em excesso
A costela quebrada me avisa quando eu respiro
A favela e a quebrada te avisam quando me inspiro
Tiro do fundo do peito
Dropo com muito respeito a frase que
Muda a escolha de alguém no parapeito
Foda-se o inferno de Dante, eu não quero é o de antes
É sangue, suor, e lágrima, ou mais inferno adiante
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Dos clássicos, hits, hinos
E o bolso cheio de pino
Vai vendo, só veneno na visão de zoom
Bebendo cachaça num bar da área 51
Check it!
Hell no planeta Terra
Papel, caneta e guerra
Visibilidade zero
Cegos na motosserra
Eu me dirijo pro inferno sem escala
Elegante de terno e boot
Meu traje de gala
Debaixo foi a minha melhor escalada
Esculacho, o mundo deu volta
Agora bem melhor, calados
Eu peço ao Pai por essas almas
Pra onde o mundo vai
Pois aqui nenhum tem pai
E todos têm armas
Regentes dessa sinfonia distorcida
Afina a sintonia e me diz aí o que diz a torcida
Moleque, sebo nas canela fina de black jeans
Logo cedo nas esquinas
O que Black diz
Não ir pra frente é retrocesso
Nada que vale a pena é fácil
Encara o processo, é assim que eu faço
Quem precisa de correntes de ouro pra ser Gustavo?
Quem precisa de correntes de ferro pra ser escravo?
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Vital pra mim que nem a moto pra
Vital paralama do meu sucesso
De fábrica, original, é minha coragem
Flow, sotaque elétrico, em alta voltagem
Alço vôo na métrica, até voltar de viagem
Meus refrões, mantras
Cifrões e pilantras
Veja o que a arca de Noé fez só com um casal de antas
Se tá tudo pela 'ordi', então, irmão, é só 'pógresso'
Ainda bem que eu não recebo ordem
E nem tudo que eu peço
Invicto no fracasso, invicto no sucesso
A gata mia, boemia aqui não me tens de regresso
De boa aqui na minha, não foi sempre assim
Confesso levitei em excesso
Neve tem em excesso
A costela quebrada me avisa quando eu respiro
A favela e a quebrada te avisam quando me inspiro
Tiro do fundo do peito
Dropo com muito respeito a frase que
Muda a escolha de alguém no parapeito
Foda-se o inferno de Dante, eu não quero é o de antes
É sangue, suor, e lágrima, ou mais inferno adiante
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
Plantas já me dão tédio
Plantas me dão o remédio
Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
E problema com pó quem tem é o dono do bar
⏱️ Synced Lyrics
[00:05.52] Esse é o retorno do cretino
[00:09.17]
[00:12.87] Dos clássicos, hits, hinos
[00:14.72] E o bolso cheio de pino
[00:16.83] Vai vendo, só veneno na visão de zoom
[00:19.35] Bebendo cachaça num bar da área 51
[00:22.23] Check it!
[00:22.79] Hell no planeta Terra
[00:24.39] Papel, caneta e guerra
[00:25.49] Visibilidade zero
[00:26.96] Cegos na motosserra
[00:28.36] Eu me dirijo pro inferno sem escala
[00:30.63] Elegante de terno e boot
[00:32.34] Meu traje de gala
[00:34.04] Debaixo foi a minha melhor escalada
[00:36.33] Esculacho, o mundo deu volta
[00:38.27] Agora bem melhor, calados
[00:39.68] Eu peço ao Pai por essas almas
[00:41.30] Pra onde o mundo vai
[00:42.54] Pois aqui nenhum tem pai
[00:44.20] E todos têm armas
[00:45.27] Regentes dessa sinfonia distorcida
[00:47.36] Afina a sintonia e me diz aí o que diz a torcida
[00:50.57] Moleque, sebo nas canela fina de black jeans
[00:53.47] Logo cedo nas esquinas
[00:55.33] O que Black diz
[00:56.90] Não ir pra frente é retrocesso
[00:58.43] Nada que vale a pena é fácil
[01:00.50] Encara o processo, é assim que eu faço
[01:01.52] Quem precisa de correntes de ouro pra ser Gustavo?
[01:04.03] Quem precisa de correntes de ferro pra ser escravo?
[01:07.44] Plantas já me dão tédio
[01:09.14] Plantas me dão o remédio
[01:10.52] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[01:12.86] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[01:15.88] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[01:18.97] Plantas já me dão tédio
[01:20.39] Plantas me dão o remédio
[01:21.87] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[01:24.35] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[01:27.08] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[01:30.24] Vital pra mim que nem a moto pra
[01:32.32] Vital paralama do meu sucesso
[01:33.92] De fábrica, original, é minha coragem
[01:36.08] Flow, sotaque elétrico, em alta voltagem
[01:38.17] Alço vôo na métrica, até voltar de viagem
[01:41.04] Meus refrões, mantras
[01:42.36] Cifrões e pilantras
[01:43.85] Veja o que a arca de Noé fez só com um casal de antas
[01:46.74] Se tá tudo pela 'ordi', então, irmão, é só 'pógresso'
[01:49.40] Ainda bem que eu não recebo ordem
[01:51.16] E nem tudo que eu peço
[01:52.51] Invicto no fracasso, invicto no sucesso
[01:55.67] A gata mia, boemia aqui não me tens de regresso
[01:58.03] De boa aqui na minha, não foi sempre assim
[02:00.58] Confesso levitei em excesso
[02:02.41] Neve tem em excesso
[02:03.84] A costela quebrada me avisa quando eu respiro
[02:06.32] A favela e a quebrada te avisam quando me inspiro
[02:08.81] Tiro do fundo do peito
[02:10.96] Dropo com muito respeito a frase que
[02:12.46] Muda a escolha de alguém no parapeito
[02:14.95] Foda-se o inferno de Dante, eu não quero é o de antes
[02:17.21] É sangue, suor, e lágrima, ou mais inferno adiante
[02:21.17] Plantas já me dão tédio
[02:22.72] Plantas me dão o remédio
[02:23.99] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[02:25.33] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[02:29.13] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[02:32.47] Plantas já me dão tédio
[02:33.99] Plantas me dão o remédio
[02:35.40] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[02:37.92] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[02:40.63] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[02:43.19]
[00:09.17]
[00:12.87] Dos clássicos, hits, hinos
[00:14.72] E o bolso cheio de pino
[00:16.83] Vai vendo, só veneno na visão de zoom
[00:19.35] Bebendo cachaça num bar da área 51
[00:22.23] Check it!
[00:22.79] Hell no planeta Terra
[00:24.39] Papel, caneta e guerra
[00:25.49] Visibilidade zero
[00:26.96] Cegos na motosserra
[00:28.36] Eu me dirijo pro inferno sem escala
[00:30.63] Elegante de terno e boot
[00:32.34] Meu traje de gala
[00:34.04] Debaixo foi a minha melhor escalada
[00:36.33] Esculacho, o mundo deu volta
[00:38.27] Agora bem melhor, calados
[00:39.68] Eu peço ao Pai por essas almas
[00:41.30] Pra onde o mundo vai
[00:42.54] Pois aqui nenhum tem pai
[00:44.20] E todos têm armas
[00:45.27] Regentes dessa sinfonia distorcida
[00:47.36] Afina a sintonia e me diz aí o que diz a torcida
[00:50.57] Moleque, sebo nas canela fina de black jeans
[00:53.47] Logo cedo nas esquinas
[00:55.33] O que Black diz
[00:56.90] Não ir pra frente é retrocesso
[00:58.43] Nada que vale a pena é fácil
[01:00.50] Encara o processo, é assim que eu faço
[01:01.52] Quem precisa de correntes de ouro pra ser Gustavo?
[01:04.03] Quem precisa de correntes de ferro pra ser escravo?
[01:07.44] Plantas já me dão tédio
[01:09.14] Plantas me dão o remédio
[01:10.52] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[01:12.86] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[01:15.88] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[01:18.97] Plantas já me dão tédio
[01:20.39] Plantas me dão o remédio
[01:21.87] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[01:24.35] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[01:27.08] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[01:30.24] Vital pra mim que nem a moto pra
[01:32.32] Vital paralama do meu sucesso
[01:33.92] De fábrica, original, é minha coragem
[01:36.08] Flow, sotaque elétrico, em alta voltagem
[01:38.17] Alço vôo na métrica, até voltar de viagem
[01:41.04] Meus refrões, mantras
[01:42.36] Cifrões e pilantras
[01:43.85] Veja o que a arca de Noé fez só com um casal de antas
[01:46.74] Se tá tudo pela 'ordi', então, irmão, é só 'pógresso'
[01:49.40] Ainda bem que eu não recebo ordem
[01:51.16] E nem tudo que eu peço
[01:52.51] Invicto no fracasso, invicto no sucesso
[01:55.67] A gata mia, boemia aqui não me tens de regresso
[01:58.03] De boa aqui na minha, não foi sempre assim
[02:00.58] Confesso levitei em excesso
[02:02.41] Neve tem em excesso
[02:03.84] A costela quebrada me avisa quando eu respiro
[02:06.32] A favela e a quebrada te avisam quando me inspiro
[02:08.81] Tiro do fundo do peito
[02:10.96] Dropo com muito respeito a frase que
[02:12.46] Muda a escolha de alguém no parapeito
[02:14.95] Foda-se o inferno de Dante, eu não quero é o de antes
[02:17.21] É sangue, suor, e lágrima, ou mais inferno adiante
[02:21.17] Plantas já me dão tédio
[02:22.72] Plantas me dão o remédio
[02:23.99] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[02:25.33] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[02:29.13] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[02:32.47] Plantas já me dão tédio
[02:33.99] Plantas me dão o remédio
[02:35.40] Plantas me dão o prédio, se o cofre é o que eu quero
[02:37.92] Vim pesadão, ninguém vai me derrubar
[02:40.63] E problema com pó quem tem é o dono do bar
[02:43.19]