Rosa Dos Ventos
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⏱️ 2:31 duration
🆔 ID: 5556247
📜 Lyrics
E do amor gritou-se o escândalo
Do medo criou-se o trágico
No rosto pintou-se o pálido
E não rolou uma lágrima
Nem uma lástima pra socorrer
E na gente deu o hábito
De caminhar entre as trevas
De murmurar entre as pregas
De tirar leite das pedras
De ver o tempo correr
Mas sob o sono dos séculos
Amanheceu o espetáculo
Como uma chuva de pétalas
Como se o céu vendo as penas
Morresse de pena e chovesse o perdão
E a prudência dos sábios
Nem ousou conter nos lábios
O sorriso e a paixão
Pois transbordando de flores
A calma dos lagos zangou-se
A rosa dos ventos danou-se
O leito do rio fartou-se
E inundou de água doce
A amargura do mar
Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde o seu despertar
Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde o seu despertar
Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde o seu despertar
Do medo criou-se o trágico
No rosto pintou-se o pálido
E não rolou uma lágrima
Nem uma lástima pra socorrer
E na gente deu o hábito
De caminhar entre as trevas
De murmurar entre as pregas
De tirar leite das pedras
De ver o tempo correr
Mas sob o sono dos séculos
Amanheceu o espetáculo
Como uma chuva de pétalas
Como se o céu vendo as penas
Morresse de pena e chovesse o perdão
E a prudência dos sábios
Nem ousou conter nos lábios
O sorriso e a paixão
Pois transbordando de flores
A calma dos lagos zangou-se
A rosa dos ventos danou-se
O leito do rio fartou-se
E inundou de água doce
A amargura do mar
Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde o seu despertar
Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde o seu despertar
Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde o seu despertar
⏱️ Synced Lyrics
[00:12.38] E do amor gritou-se o escândalo
[00:16.78] Do medo criou-se o trágico
[00:19.80] No rosto pintou-se o pálido
[00:22.73] E não rolou uma lágrima
[00:24.97] Nem uma lástima pra socorrer
[00:28.97] E na gente deu o hábito
[00:33.36] De caminhar entre as trevas
[00:36.22] De murmurar entre as pregas
[00:39.34] De tirar leite das pedras
[00:42.22] De ver o tempo correr
[00:44.97] Mas sob o sono dos séculos
[00:48.42] Amanheceu o espetáculo
[00:51.55] Como uma chuva de pétalas
[00:54.58] Como se o céu vendo as penas
[00:56.73] Morresse de pena e chovesse o perdão
[01:01.10] E a prudência dos sábios
[01:03.45] Nem ousou conter nos lábios
[01:07.17] O sorriso e a paixão
[01:11.12] Pois transbordando de flores
[01:15.08] A calma dos lagos zangou-se
[01:18.58] A rosa dos ventos danou-se
[01:21.59] O leito do rio fartou-se
[01:24.01] E inundou de água doce
[01:25.61] A amargura do mar
[01:29.93] Numa enchente amazônica
[01:32.50] Numa explosão atlântica
[01:35.67] E a multidão vendo em pânico
[01:38.63] E a multidão vendo atônita
[01:40.74] Ainda que tarde o seu despertar
[01:46.16] Numa enchente amazônica
[01:49.20] Numa explosão atlântica
[01:52.02] E a multidão vendo em pânico
[01:55.05] E a multidão vendo atônita
[01:57.41] Ainda que tarde o seu despertar
[02:03.15] Numa enchente amazônica
[02:05.82] Numa explosão atlântica
[02:08.77] E a multidão vendo em pânico
[02:11.72] E a multidão vendo atônita
[02:14.03] Ainda que tarde o seu despertar
[02:19.13]
[00:16.78] Do medo criou-se o trágico
[00:19.80] No rosto pintou-se o pálido
[00:22.73] E não rolou uma lágrima
[00:24.97] Nem uma lástima pra socorrer
[00:28.97] E na gente deu o hábito
[00:33.36] De caminhar entre as trevas
[00:36.22] De murmurar entre as pregas
[00:39.34] De tirar leite das pedras
[00:42.22] De ver o tempo correr
[00:44.97] Mas sob o sono dos séculos
[00:48.42] Amanheceu o espetáculo
[00:51.55] Como uma chuva de pétalas
[00:54.58] Como se o céu vendo as penas
[00:56.73] Morresse de pena e chovesse o perdão
[01:01.10] E a prudência dos sábios
[01:03.45] Nem ousou conter nos lábios
[01:07.17] O sorriso e a paixão
[01:11.12] Pois transbordando de flores
[01:15.08] A calma dos lagos zangou-se
[01:18.58] A rosa dos ventos danou-se
[01:21.59] O leito do rio fartou-se
[01:24.01] E inundou de água doce
[01:25.61] A amargura do mar
[01:29.93] Numa enchente amazônica
[01:32.50] Numa explosão atlântica
[01:35.67] E a multidão vendo em pânico
[01:38.63] E a multidão vendo atônita
[01:40.74] Ainda que tarde o seu despertar
[01:46.16] Numa enchente amazônica
[01:49.20] Numa explosão atlântica
[01:52.02] E a multidão vendo em pânico
[01:55.05] E a multidão vendo atônita
[01:57.41] Ainda que tarde o seu despertar
[02:03.15] Numa enchente amazônica
[02:05.82] Numa explosão atlântica
[02:08.77] E a multidão vendo em pânico
[02:11.72] E a multidão vendo atônita
[02:14.03] Ainda que tarde o seu despertar
[02:19.13]