Lisboa Que Amanhece
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⏱️ 6:04 duration
🆔 ID: 5918580
📜 Lyrics
Cansados vão os corpos para casa
Dos ritmos imitados doutra dança
A noite finge ser
Ainda uma criança de olhos na lua
Com a sua
Cegueira da razão e do desejo
A noite é cega, as sombras de Lisboa
São da cidade branca a escura face
Lisboa é mãe solteira
Amou como se fosse a mais indefesa
Princesa
Que as trevas algum dia coroaram
Não sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento, enfim, parou
Já mal o vejo
Por sobre o Tejo
E já tudo pode ser
Tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece
O Tejo que reflecte o dia à solta
æ noite é prisioneiro dos olhares
Ao Cais dos Miradoiros
Vão chegando dos bares os navegantes
Amantes
Das teias que o amor e o fumo tecem
E o Necas que julgou que era cantora
Que as dádivas da noite são eternas
Mal chega a madrugada
Tem que rapar as pernas para que o dia
Não traia
Dietriches que não foram nem Marlénes
Em sonhos, é sabido, não se morre
Aliás essa é a Única vantagem
De após o vão trabalho
O povo ir de viagem ao sono fundo
Fecundo
Em glórias e terrores e aventuras
E ai de quem acorda estremunhado
Espreitando pela fresta a ver se é dia
E as simples ansiedades
Ditam sentenças friamente ao ouvido
Ruído
Que a noite se acostuma e transfigura
Na Lisboa que amanhece
Dos ritmos imitados doutra dança
A noite finge ser
Ainda uma criança de olhos na lua
Com a sua
Cegueira da razão e do desejo
A noite é cega, as sombras de Lisboa
São da cidade branca a escura face
Lisboa é mãe solteira
Amou como se fosse a mais indefesa
Princesa
Que as trevas algum dia coroaram
Não sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento, enfim, parou
Já mal o vejo
Por sobre o Tejo
E já tudo pode ser
Tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece
O Tejo que reflecte o dia à solta
æ noite é prisioneiro dos olhares
Ao Cais dos Miradoiros
Vão chegando dos bares os navegantes
Amantes
Das teias que o amor e o fumo tecem
E o Necas que julgou que era cantora
Que as dádivas da noite são eternas
Mal chega a madrugada
Tem que rapar as pernas para que o dia
Não traia
Dietriches que não foram nem Marlénes
Em sonhos, é sabido, não se morre
Aliás essa é a Única vantagem
De após o vão trabalho
O povo ir de viagem ao sono fundo
Fecundo
Em glórias e terrores e aventuras
E ai de quem acorda estremunhado
Espreitando pela fresta a ver se é dia
E as simples ansiedades
Ditam sentenças friamente ao ouvido
Ruído
Que a noite se acostuma e transfigura
Na Lisboa que amanhece
⏱️ Synced Lyrics
[00:11.62] Cansados vão os corpos para casa
[00:29.82] Dos ritmos imitados doutra dança
[00:36.05] A noite finge ser
[00:39.22] Ainda uma criança de olhos na lua
[00:45.06] Com a sua
[00:48.60] Cegueira da razão e do desejo
[00:57.39] A noite é cega, as sombras de Lisboa
[01:03.65] São da cidade branca a escura face
[01:09.38] Lisboa é mãe solteira
[01:13.09] Amou como se fosse a mais indefesa
[01:18.95] Princesa
[01:22.04] Que as trevas algum dia coroaram
[01:29.74] Não sei se dura sempre esse teu beijo
[01:34.54] Ou apenas o que resta desta noite
[01:40.04] O vento, enfim, parou
[01:43.58] Já mal o vejo
[01:46.04] Por sobre o Tejo
[01:50.21] E já tudo pode ser
[01:53.37] Tudo aquilo que parece
[01:57.92] Na Lisboa que amanhece
[02:08.43] O Tejo que reflecte o dia à solta
[02:14.74] æ noite é prisioneiro dos olhares
[02:20.76] Ao Cais dos Miradoiros
[02:23.97] Vão chegando dos bares os navegantes
[02:29.79] Amantes
[02:33.18] Das teias que o amor e o fumo tecem
[02:41.82] E o Necas que julgou que era cantora
[02:48.52] Que as dádivas da noite são eternas
[02:54.68] Mal chega a madrugada
[02:57.58] Tem que rapar as pernas para que o dia
[03:03.60] Não traia
[03:06.90] Dietriches que não foram nem Marlénes
[03:14.06] Em sonhos, é sabido, não se morre
[03:58.33] Aliás essa é a Única vantagem
[04:04.86] De após o vão trabalho
[04:08.12] O povo ir de viagem ao sono fundo
[04:14.05] Fecundo
[04:17.85] Em glórias e terrores e aventuras
[04:26.58] E ai de quem acorda estremunhado
[04:33.47] Espreitando pela fresta a ver se é dia
[04:39.36] E as simples ansiedades
[04:43.57] Ditam sentenças friamente ao ouvido
[04:48.76] Ruído
[04:52.23] Que a noite se acostuma e transfigura
[05:32.81] Na Lisboa que amanhece
[05:40.95]
[00:29.82] Dos ritmos imitados doutra dança
[00:36.05] A noite finge ser
[00:39.22] Ainda uma criança de olhos na lua
[00:45.06] Com a sua
[00:48.60] Cegueira da razão e do desejo
[00:57.39] A noite é cega, as sombras de Lisboa
[01:03.65] São da cidade branca a escura face
[01:09.38] Lisboa é mãe solteira
[01:13.09] Amou como se fosse a mais indefesa
[01:18.95] Princesa
[01:22.04] Que as trevas algum dia coroaram
[01:29.74] Não sei se dura sempre esse teu beijo
[01:34.54] Ou apenas o que resta desta noite
[01:40.04] O vento, enfim, parou
[01:43.58] Já mal o vejo
[01:46.04] Por sobre o Tejo
[01:50.21] E já tudo pode ser
[01:53.37] Tudo aquilo que parece
[01:57.92] Na Lisboa que amanhece
[02:08.43] O Tejo que reflecte o dia à solta
[02:14.74] æ noite é prisioneiro dos olhares
[02:20.76] Ao Cais dos Miradoiros
[02:23.97] Vão chegando dos bares os navegantes
[02:29.79] Amantes
[02:33.18] Das teias que o amor e o fumo tecem
[02:41.82] E o Necas que julgou que era cantora
[02:48.52] Que as dádivas da noite são eternas
[02:54.68] Mal chega a madrugada
[02:57.58] Tem que rapar as pernas para que o dia
[03:03.60] Não traia
[03:06.90] Dietriches que não foram nem Marlénes
[03:14.06] Em sonhos, é sabido, não se morre
[03:58.33] Aliás essa é a Única vantagem
[04:04.86] De após o vão trabalho
[04:08.12] O povo ir de viagem ao sono fundo
[04:14.05] Fecundo
[04:17.85] Em glórias e terrores e aventuras
[04:26.58] E ai de quem acorda estremunhado
[04:33.47] Espreitando pela fresta a ver se é dia
[04:39.36] E as simples ansiedades
[04:43.57] Ditam sentenças friamente ao ouvido
[04:48.76] Ruído
[04:52.23] Que a noite se acostuma e transfigura
[05:32.81] Na Lisboa que amanhece
[05:40.95]