Budismo Moderno
🎵 571 characters
⏱️ 1:59 duration
🆔 ID: 6200510
📜 Lyrics
Tome doutor essa tesoura e corte
Minha singularíssima pessoa
Que importa a mim que a bicharia roa
Todo meu coração, depois da morte?
Ah! Um urubu pousou na minha sorte
E também das diatomáceas da lagoa
A criptógama cápsula se esbroa
Ao contacto de bronca dextra forte
Dissolva-se, portanto, minha vida
Igualmente a uma célula caída
Na aberração de um óvulo infecundo
Mas o agregado abstracto das saudades
Fique batendo nas perpétuas grades
Do último verso que eu fizer no mundo
Na aberração de um óvulo infecundo
Do último verso que eu fizer no mundo
Minha singularíssima pessoa
Que importa a mim que a bicharia roa
Todo meu coração, depois da morte?
Ah! Um urubu pousou na minha sorte
E também das diatomáceas da lagoa
A criptógama cápsula se esbroa
Ao contacto de bronca dextra forte
Dissolva-se, portanto, minha vida
Igualmente a uma célula caída
Na aberração de um óvulo infecundo
Mas o agregado abstracto das saudades
Fique batendo nas perpétuas grades
Do último verso que eu fizer no mundo
Na aberração de um óvulo infecundo
Do último verso que eu fizer no mundo
⏱️ Synced Lyrics
[00:10.23] Tome doutor essa tesoura e corte
[00:17.61] Minha singularíssima pessoa
[00:25.61] Que importa a mim que a bicharia roa
[00:31.28] Todo meu coração, depois da morte?
[00:39.41] Ah! Um urubu pousou na minha sorte
[00:46.65] E também das diatomáceas da lagoa
[00:53.05] A criptógama cápsula se esbroa
[00:59.35] Ao contacto de bronca dextra forte
[01:03.85] Dissolva-se, portanto, minha vida
[01:09.48] Igualmente a uma célula caída
[01:16.62] Na aberração de um óvulo infecundo
[01:23.12] Mas o agregado abstracto das saudades
[01:28.63] Fique batendo nas perpétuas grades
[01:35.88] Do último verso que eu fizer no mundo
[01:42.23] Na aberração de um óvulo infecundo
[01:50.10] Do último verso que eu fizer no mundo
[01:56.82]
[00:17.61] Minha singularíssima pessoa
[00:25.61] Que importa a mim que a bicharia roa
[00:31.28] Todo meu coração, depois da morte?
[00:39.41] Ah! Um urubu pousou na minha sorte
[00:46.65] E também das diatomáceas da lagoa
[00:53.05] A criptógama cápsula se esbroa
[00:59.35] Ao contacto de bronca dextra forte
[01:03.85] Dissolva-se, portanto, minha vida
[01:09.48] Igualmente a uma célula caída
[01:16.62] Na aberração de um óvulo infecundo
[01:23.12] Mas o agregado abstracto das saudades
[01:28.63] Fique batendo nas perpétuas grades
[01:35.88] Do último verso que eu fizer no mundo
[01:42.23] Na aberração de um óvulo infecundo
[01:50.10] Do último verso que eu fizer no mundo
[01:56.82]