Samba do Fim do Mundo
🎵 2044 characters
⏱️ 3:39 duration
🆔 ID: 6200654
📜 Lyrics
Aí!
Somos a contraindicação do Carnaval
Nagô do tambor digital
Fênix da cinza de quarta, total
MST da rede social
Sabendo de onde vêm as crianças, alarma
Assim como cê sabe de onde vem as armas
Grana de judeu, petróleo árabe, negócios
Mas sangue e suor são sempre nossos, chefe
Vai ter o um, cinco, sete, doze lá
Enquanto a Unicef vier depois das HK
Sem blefe ou teoria, sem teoria CDF do que não presta
Olha pra esse lugar
E os rapper brinca de cafetão, vim tipo um afegão
Estoura o champanhe, ri da própria extinção
Corremos como Alain Prost
E o prêmio?
Frustração, pondo pra baixo, tipo a sombra do Ghost
A nova Tropicália, velha ditadura
Nossa represália, fuga da vida dura
Ação necessária por nossa bandeira
Que isso é a reforma agrária da música brasileira (vai)
Quantas noites cortei (cortei)
É importante dizer (aham)
Que é preciso amar, é preciso lutar (hun)
E resistir até morrer (resistir, e aí?)
Quanta dor cabe num peito (por nós)
Ou numa vida só (aí)
É preciso não ter medo (fé e crente)
É preciso ser maior
Somos a bomba, redenção, Napalm
Miséria, cartão-postal
Brasilândia, Capão, Vidigal
Estopim da guerra racial
Foi Amistad, pouca idade, hoje Jihad, problema
Revolução morena
Que se descobre
Quando vê no sistema essa máquina de moer pobre
Os porco reina, orgia
Favela queima como congresso deveria
Eu falo de suor e calos, traumas e abalos
Almas e ralos, São Paulo
Fumaça feia
Capitães do mato versus capitães de areia
Tristeza, pé no chão
No país referência em arma antimanifestação
Ódio na íris, drogas num pires, terra brasilis
(Ambição) olhos de Osíris
E só parar quando pôr uma faixa preta no arco-íris
Quantas noites cortei (sozinho)
É importante dizer (o que?)
Que é preciso amar, é preciso lutar
E resistir até morrer (até o fim)
Quanta dor cabe num peito (aham)
Ou numa vida só (então)
É preciso não ter medo (fé em nós)
É preciso ser maior
Por isso eu digo e repito
Quem quiser ser bom juiz deve aprender com preto Benedito
Somos a contraindicação do Carnaval
Nagô do tambor digital
Fênix da cinza de quarta, total
MST da rede social
Sabendo de onde vêm as crianças, alarma
Assim como cê sabe de onde vem as armas
Grana de judeu, petróleo árabe, negócios
Mas sangue e suor são sempre nossos, chefe
Vai ter o um, cinco, sete, doze lá
Enquanto a Unicef vier depois das HK
Sem blefe ou teoria, sem teoria CDF do que não presta
Olha pra esse lugar
E os rapper brinca de cafetão, vim tipo um afegão
Estoura o champanhe, ri da própria extinção
Corremos como Alain Prost
E o prêmio?
Frustração, pondo pra baixo, tipo a sombra do Ghost
A nova Tropicália, velha ditadura
Nossa represália, fuga da vida dura
Ação necessária por nossa bandeira
Que isso é a reforma agrária da música brasileira (vai)
Quantas noites cortei (cortei)
É importante dizer (aham)
Que é preciso amar, é preciso lutar (hun)
E resistir até morrer (resistir, e aí?)
Quanta dor cabe num peito (por nós)
Ou numa vida só (aí)
É preciso não ter medo (fé e crente)
É preciso ser maior
Somos a bomba, redenção, Napalm
Miséria, cartão-postal
Brasilândia, Capão, Vidigal
Estopim da guerra racial
Foi Amistad, pouca idade, hoje Jihad, problema
Revolução morena
Que se descobre
Quando vê no sistema essa máquina de moer pobre
Os porco reina, orgia
Favela queima como congresso deveria
Eu falo de suor e calos, traumas e abalos
Almas e ralos, São Paulo
Fumaça feia
Capitães do mato versus capitães de areia
Tristeza, pé no chão
No país referência em arma antimanifestação
Ódio na íris, drogas num pires, terra brasilis
(Ambição) olhos de Osíris
E só parar quando pôr uma faixa preta no arco-íris
Quantas noites cortei (sozinho)
É importante dizer (o que?)
Que é preciso amar, é preciso lutar
E resistir até morrer (até o fim)
Quanta dor cabe num peito (aham)
Ou numa vida só (então)
É preciso não ter medo (fé em nós)
É preciso ser maior
Por isso eu digo e repito
Quem quiser ser bom juiz deve aprender com preto Benedito
⏱️ Synced Lyrics
[00:08.14] Aí!
[00:09.80] Somos a contraindicação do Carnaval
[00:13.78] Nagô do tambor digital
[00:15.64] Fênix da cinza de quarta, total
[00:18.49] MST da rede social
[00:21.13] Sabendo de onde vêm as crianças, alarma
[00:24.08] Assim como cê sabe de onde vem as armas
[00:26.81] Grana de judeu, petróleo árabe, negócios
[00:29.56] Mas sangue e suor são sempre nossos, chefe
[00:32.25] Vai ter o um, cinco, sete, doze lá
[00:34.47] Enquanto a Unicef vier depois das HK
[00:37.32] Sem blefe ou teoria, sem teoria CDF do que não presta
[00:40.95] Olha pra esse lugar
[00:42.53] E os rapper brinca de cafetão, vim tipo um afegão
[00:45.12] Estoura o champanhe, ri da própria extinção
[00:47.94] Corremos como Alain Prost
[00:49.20] E o prêmio?
[00:49.80] Frustração, pondo pra baixo, tipo a sombra do Ghost
[00:53.21] A nova Tropicália, velha ditadura
[00:55.72] Nossa represália, fuga da vida dura
[00:58.23] Ação necessária por nossa bandeira
[01:00.99] Que isso é a reforma agrária da música brasileira (vai)
[01:03.98] Quantas noites cortei (cortei)
[01:06.67] É importante dizer (aham)
[01:08.75] Que é preciso amar, é preciso lutar (hun)
[01:11.70] E resistir até morrer (resistir, e aí?)
[01:14.73] Quanta dor cabe num peito (por nós)
[01:17.24] Ou numa vida só (aí)
[01:19.26] É preciso não ter medo (fé e crente)
[01:22.09] É preciso ser maior
[01:24.58] Somos a bomba, redenção, Napalm
[01:28.20] Miséria, cartão-postal
[01:30.59] Brasilândia, Capão, Vidigal
[01:33.06] Estopim da guerra racial
[01:35.64] Foi Amistad, pouca idade, hoje Jihad, problema
[01:39.49] Revolução morena
[01:41.59] Que se descobre
[01:42.63] Quando vê no sistema essa máquina de moer pobre
[01:46.80] Os porco reina, orgia
[01:48.86] Favela queima como congresso deveria
[01:51.79] Eu falo de suor e calos, traumas e abalos
[01:54.67] Almas e ralos, São Paulo
[01:57.19] Fumaça feia
[01:58.74] Capitães do mato versus capitães de areia
[02:02.50] Tristeza, pé no chão
[02:04.01] No país referência em arma antimanifestação
[02:08.09] Ódio na íris, drogas num pires, terra brasilis
[02:12.22] (Ambição) olhos de Osíris
[02:15.13] E só parar quando pôr uma faixa preta no arco-íris
[02:18.20] Quantas noites cortei (sozinho)
[02:21.03] É importante dizer (o que?)
[02:23.45] Que é preciso amar, é preciso lutar
[02:26.10] E resistir até morrer (até o fim)
[02:29.12] Quanta dor cabe num peito (aham)
[02:31.72] Ou numa vida só (então)
[02:34.05] É preciso não ter medo (fé em nós)
[02:36.63] É preciso ser maior
[02:41.08]
[03:29.06] Por isso eu digo e repito
[03:31.30] Quem quiser ser bom juiz deve aprender com preto Benedito
[03:35.50]
[00:09.80] Somos a contraindicação do Carnaval
[00:13.78] Nagô do tambor digital
[00:15.64] Fênix da cinza de quarta, total
[00:18.49] MST da rede social
[00:21.13] Sabendo de onde vêm as crianças, alarma
[00:24.08] Assim como cê sabe de onde vem as armas
[00:26.81] Grana de judeu, petróleo árabe, negócios
[00:29.56] Mas sangue e suor são sempre nossos, chefe
[00:32.25] Vai ter o um, cinco, sete, doze lá
[00:34.47] Enquanto a Unicef vier depois das HK
[00:37.32] Sem blefe ou teoria, sem teoria CDF do que não presta
[00:40.95] Olha pra esse lugar
[00:42.53] E os rapper brinca de cafetão, vim tipo um afegão
[00:45.12] Estoura o champanhe, ri da própria extinção
[00:47.94] Corremos como Alain Prost
[00:49.20] E o prêmio?
[00:49.80] Frustração, pondo pra baixo, tipo a sombra do Ghost
[00:53.21] A nova Tropicália, velha ditadura
[00:55.72] Nossa represália, fuga da vida dura
[00:58.23] Ação necessária por nossa bandeira
[01:00.99] Que isso é a reforma agrária da música brasileira (vai)
[01:03.98] Quantas noites cortei (cortei)
[01:06.67] É importante dizer (aham)
[01:08.75] Que é preciso amar, é preciso lutar (hun)
[01:11.70] E resistir até morrer (resistir, e aí?)
[01:14.73] Quanta dor cabe num peito (por nós)
[01:17.24] Ou numa vida só (aí)
[01:19.26] É preciso não ter medo (fé e crente)
[01:22.09] É preciso ser maior
[01:24.58] Somos a bomba, redenção, Napalm
[01:28.20] Miséria, cartão-postal
[01:30.59] Brasilândia, Capão, Vidigal
[01:33.06] Estopim da guerra racial
[01:35.64] Foi Amistad, pouca idade, hoje Jihad, problema
[01:39.49] Revolução morena
[01:41.59] Que se descobre
[01:42.63] Quando vê no sistema essa máquina de moer pobre
[01:46.80] Os porco reina, orgia
[01:48.86] Favela queima como congresso deveria
[01:51.79] Eu falo de suor e calos, traumas e abalos
[01:54.67] Almas e ralos, São Paulo
[01:57.19] Fumaça feia
[01:58.74] Capitães do mato versus capitães de areia
[02:02.50] Tristeza, pé no chão
[02:04.01] No país referência em arma antimanifestação
[02:08.09] Ódio na íris, drogas num pires, terra brasilis
[02:12.22] (Ambição) olhos de Osíris
[02:15.13] E só parar quando pôr uma faixa preta no arco-íris
[02:18.20] Quantas noites cortei (sozinho)
[02:21.03] É importante dizer (o que?)
[02:23.45] Que é preciso amar, é preciso lutar
[02:26.10] E resistir até morrer (até o fim)
[02:29.12] Quanta dor cabe num peito (aham)
[02:31.72] Ou numa vida só (então)
[02:34.05] É preciso não ter medo (fé em nós)
[02:36.63] É preciso ser maior
[02:41.08]
[03:29.06] Por isso eu digo e repito
[03:31.30] Quem quiser ser bom juiz deve aprender com preto Benedito
[03:35.50]