Caribenha Nação/Tuareguê Nagô
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⏱️ 4:13 duration
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📜 Lyrics
Lá
Onde o mar bebe o Capibaribe
Coroado leão
Caribenha nação longe do Caribe
É a festa dos negros coroados
Num batuque que abala o firmamento
É a sombra dos séculos guardados
É o rosto do girassol dos ventos
É a chuva, o roncar de cachoeiras
Na floresta onde o tempo toma impulso
É a força que doma a terra inteira
As bandeiras de fogo do crepúsculo
Quando o grego cruzou Gibraltar
Onde o negro também navegou
Beduíno saiu de Dacar
E o viking no mar se atirou
Uma ilha no meio do mar
Era a rota do navegador
Fortaleza, taberna e pomar
Num país tuaregue e nagô
É o brilho dos trilhos que suportam
O gemido de mil canaviais
Estandarte em veludo e pedrarias
Batuqueiro coração dos carnavais
É o frevo a jogar pernas e braços
No alarido de um povo a se inventar
É o conjunro de ritos e mistérios
É um vulto ancestral de além-mar
Quando o grego cruzou Gibraltar
Onde o negro também navegou
Beduíno saiu de Dacar
E o viking no mar se atirou
Era o porto pra quem procurava
O país onde o sol vai se pôr
E o seu povo no céu batizava
As estrelas ao sul do Equador
Onde o mar bebe o Capibaribe
Coroado leão
Caribenha nação longe do Caribe
É a festa dos negros coroados
Num batuque que abala o firmamento
É a sombra dos séculos guardados
É o rosto do girassol dos ventos
É a chuva, o roncar de cachoeiras
Na floresta onde o tempo toma impulso
É a força que doma a terra inteira
As bandeiras de fogo do crepúsculo
Quando o grego cruzou Gibraltar
Onde o negro também navegou
Beduíno saiu de Dacar
E o viking no mar se atirou
Uma ilha no meio do mar
Era a rota do navegador
Fortaleza, taberna e pomar
Num país tuaregue e nagô
É o brilho dos trilhos que suportam
O gemido de mil canaviais
Estandarte em veludo e pedrarias
Batuqueiro coração dos carnavais
É o frevo a jogar pernas e braços
No alarido de um povo a se inventar
É o conjunro de ritos e mistérios
É um vulto ancestral de além-mar
Quando o grego cruzou Gibraltar
Onde o negro também navegou
Beduíno saiu de Dacar
E o viking no mar se atirou
Era o porto pra quem procurava
O país onde o sol vai se pôr
E o seu povo no céu batizava
As estrelas ao sul do Equador
⏱️ Synced Lyrics
[00:24.46] Lá
[00:25.50] Onde o mar bebe o Capibaribe
[00:30.97] Coroado leão
[00:34.48] Caribenha nação longe do Caribe
[00:41.61]
[01:02.41] É a festa dos negros coroados
[01:08.17] Num batuque que abala o firmamento
[01:13.60] É a sombra dos séculos guardados
[01:19.45] É o rosto do girassol dos ventos
[01:25.24] É a chuva, o roncar de cachoeiras
[01:30.85] Na floresta onde o tempo toma impulso
[01:36.57] É a força que doma a terra inteira
[01:41.47] As bandeiras de fogo do crepúsculo
[01:47.84] Quando o grego cruzou Gibraltar
[01:50.77] Onde o negro também navegou
[01:53.27] Beduíno saiu de Dacar
[01:56.08] E o viking no mar se atirou
[01:58.73] Uma ilha no meio do mar
[02:01.83] Era a rota do navegador
[02:04.58] Fortaleza, taberna e pomar
[02:07.26] Num país tuaregue e nagô
[02:10.67]
[02:20.23] É o brilho dos trilhos que suportam
[02:25.77] O gemido de mil canaviais
[02:31.22] Estandarte em veludo e pedrarias
[02:36.56] Batuqueiro coração dos carnavais
[02:42.40] É o frevo a jogar pernas e braços
[02:48.17] No alarido de um povo a se inventar
[02:53.63] É o conjunro de ritos e mistérios
[02:59.06] É um vulto ancestral de além-mar
[03:04.86] Quando o grego cruzou Gibraltar
[03:07.51] Onde o negro também navegou
[03:10.29] Beduíno saiu de Dacar
[03:13.13] E o viking no mar se atirou
[03:15.72] Era o porto pra quem procurava
[03:18.97] O país onde o sol vai se pôr
[03:21.42] E o seu povo no céu batizava
[03:24.43] As estrelas ao sul do Equador
[03:31.84]
[00:25.50] Onde o mar bebe o Capibaribe
[00:30.97] Coroado leão
[00:34.48] Caribenha nação longe do Caribe
[00:41.61]
[01:02.41] É a festa dos negros coroados
[01:08.17] Num batuque que abala o firmamento
[01:13.60] É a sombra dos séculos guardados
[01:19.45] É o rosto do girassol dos ventos
[01:25.24] É a chuva, o roncar de cachoeiras
[01:30.85] Na floresta onde o tempo toma impulso
[01:36.57] É a força que doma a terra inteira
[01:41.47] As bandeiras de fogo do crepúsculo
[01:47.84] Quando o grego cruzou Gibraltar
[01:50.77] Onde o negro também navegou
[01:53.27] Beduíno saiu de Dacar
[01:56.08] E o viking no mar se atirou
[01:58.73] Uma ilha no meio do mar
[02:01.83] Era a rota do navegador
[02:04.58] Fortaleza, taberna e pomar
[02:07.26] Num país tuaregue e nagô
[02:10.67]
[02:20.23] É o brilho dos trilhos que suportam
[02:25.77] O gemido de mil canaviais
[02:31.22] Estandarte em veludo e pedrarias
[02:36.56] Batuqueiro coração dos carnavais
[02:42.40] É o frevo a jogar pernas e braços
[02:48.17] No alarido de um povo a se inventar
[02:53.63] É o conjunro de ritos e mistérios
[02:59.06] É um vulto ancestral de além-mar
[03:04.86] Quando o grego cruzou Gibraltar
[03:07.51] Onde o negro também navegou
[03:10.29] Beduíno saiu de Dacar
[03:13.13] E o viking no mar se atirou
[03:15.72] Era o porto pra quem procurava
[03:18.97] O país onde o sol vai se pôr
[03:21.42] E o seu povo no céu batizava
[03:24.43] As estrelas ao sul do Equador
[03:31.84]